Nota de protesto

A Associação Comercial de Porto Alegre repudia as medidas adotadas pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre, nesta sexta-feira (12/06), que estabelece um novo fechamento para empresas com faturamento acima de R$ 360 mil, a partir da próxima segunda-feira (15). A decisão agravará ainda mais a situação do comércio, que tenta, com muita dificuldade, atenuar os prejuízos da primeira fase de restrição. Além da deliberação para o fechamento do comércio, que desencadeará o fim de diversos estabelecimentos, a prefeitura não faz o menor esforço para minimizar as dificuldades enfrentadas pelos empresários, como, por exemplo, a mitigação de tributos. Entendemos que é fundamental o cumprimento das regras de controle sanitário e a preservação da vida, mas lamentamos profundamente a tomada de decisão sem a apresentação de alternativas para que a cadeia produtiva tenha oportunidade de continuar. A ACPA lamenta ainda pelas empresas que já fecharam definitivamente suas portas, pelas perdas econômicas que tiveram estes empresários e pelas centenas de empregos perdidos. O governo municipal não deixa outra alternativa para as empresas a não ser amargarem prejuízos e ficarem sem condições de pagar salários. Saúde e preservação da vida são prioritárias, mas precisam estar alinhados com a manutenção dos empregos e com a recuperação da economia.

Artigo, Fábio Jacques - Não seria um bom negócio?

Esperar por alguma ação por parte das forças armadas como moderadoras é perda de tempo.
Bolsonaro vai continuar sob fogo cerrado por parte do congresso, do STF e da grande mídia que nunca desistirão de derrubá-lo do poder. Isso é irreversível.
Qual seria a alternativa para manter de pé o governo e avançar efetivamente na senda das reformas que o país precisa desesperadamente?
Há um provérbio que diz que “se não consegues vencer o inimigo, alia-te a ele”.
Já pensaram que o bastião fundamental da esquerda se encontra nas presidências e nos membros das casas do congresso nacional?
É o congresso que aprova ou rejeita os projetos do governo assim como é o único poder que pode impichar ministros do supremo. Tendo o congresso nas mãos, tudo poderia ser resolvido. Aprovam-se os projetos reestruturantes e faz-se uma limpa na suprema corte.
Bolsonaro está começando a negociar com alguns partidos do chamado centrão. A grita contra vem tanto de direita como de esquerda. Deixa gritarem.
A única saída para Bolsonaro é conquistar o poder do congresso a seu favor.
Mas o congresso é fisiológico! E daí?
Estamos jogando com o futuro do país e isto importa muito mais que escrúpulos em atender a algum fisiologismo.
O quanto custa para o país cooptar a maioria do congresso se isto destravar de vez a tranqueira hoje imposta por congressistas e ministros do supremo? Muito pouco.
Acho que está na hora de abrir um pouco as burras da nação em benefício de um bem maior. Expurgar nulidades sociais como Maia e Alcolumbre e colocar no seu lugar patriotas verdadeiros.
Se for preciso pagar para que isto aconteça, que se pague.
Satisfeitos com algumas benesses, os congressistas aprovarão projetos e impeachments. E o país se livrará de toda esta tralha. A imprensa, perdendo o apoio do congresso e do supremo, fatalmente irá para o seu devido lugar, relatando somente fatos e verdades, ou acabará sendo dizimada por processos de calúnia e difamação.
E os eleitores de direita?
Com jogo aberto, certamente entenderão e continuarão apoiando o governo, mesmo porque as ações que serão tomadas serão em seu benefício. Liberdade econômica, liberdade de expressão, empregos e desenvolvimento. Nas urnas poderão fazer a devida substituição dos atuais deputados e senadores fisiológicos por patriotas que não vivam em função de benesses pessoais.
Com um congresso aliado, até mesmo uma nova constituição pode ser formatada, livrando de vez o país do entulho esquerdopata da atual Carta Magna.
Para que o Brasil consiga,efetivamente, levantar-se do berço esplêndido em que jaz, tomar um bom banho, escovar bem os dentes, vestir uma roupa nova e cheirosa e partir para a labuta, tem que passar pelos escaninhosdo congresso. Ali está a suprema força e não há outra saída senão conquistá-la ou cooptá-la.
Uma vez um passageiro de um avião tirou os sapatos em pleno voopelo que foi criticado por seu vizinho de poltrona que lhe disse que isto não ficava bem, ao que foi retrucado: Não fica bem, mas fica bom.
Acho que no momento tenebroso pelo qual passamos, temos que pensar no que fica bom e não apenas no que fica bem.
Se o país realmente destravar e avançar na direção do panteãodas grandes potências, o investimento em cooptação do congresso se tornará irrisório.
Bolsonaro, meu amigo, larga “algum” para estes caras!Será um pequeno desperdício se o país conseguir se libertar da esquerdopatia que o mantém mergulhado no pântano do atraso. O povo vai entender e continuará te apoiando. Só será indispensável manter um ótimodiálogo com os verdadeiros patriotas.
Não terá sido para isto que o novo Ministério das Comunicações foi criado?

Fabio Jacques - Diretor da FJacques – Gestão através de Ideias Atratoras.

Artigo, Fábio Jacques - Vai pra cima, Mahatma

No meu último artigo pedi veementemente para Bolsonaro agir.
Demonstrei meu grande receio de que, não indo “pras cabeças”, Bolsonaro estivesse agindo como um Cordeiro em pele de Pitbull. Muito rosnado e pouca mordida.
Meu pedido me pareceu mais do que justificado. Senão vejamos:
Bolsonaro vem sofrendo diuturnamente pesado bombardeio por parte de um STF (ministros chegam a chama-lo de nazista e genocida) que se arvora em Supremo Poder Nacional, de um Congresso que sistematicamente dificulta a aprovação de quaisquer medidas provisórias, projetos de lei ou PECoriundas do poder executivo deixando-as caducar, deturpando seu texto e sentido ou minimizando seu efeito como no caso da PEC da Previdência, e que o ataca e tenta destituí-lo através de inúmeros pedidos de impeachment em conluio com o próprio STF,cuja protocolização  dependeexclusivamente da vontade do Rodrigo Maia , aquele dos 74 mil votos. O botafogo das planilhas da Odebrecht.
Este poder de fogo da esquerda encontra total ressonância na maior parte da grande mídia, cada dia mais alucinada atrás das “mamatas” perdidas e de uma miríade de blogs cooptados.
Todas estas forças que formam o “Eixo do Mal”, Congresso – STF – Mídia, atuam de forma“esquerdopaticamente” coordenada, em constantes escaramuças ora por parte de um ora por parte de outro. Agora, unidas, tentam atacar com Antifas e Anonymous, mas os primeiros tiros acabaram na água. Não estão acertando o alvo. Por enquanto.
Nesta semana o MBL em um vídeo feito pelo Renan Santos, um de seus fundadores diz com todas as letras:“Chegou a hora de atuar para derrubar o presidente da República”.A ver.
Diante deste cenário, muita gente, e eu junto, estamos gritando com o Bolsonaro para que ele tome alguma atitude. Mas que atitude seria esta?
O que pedimos que seja feito pelo Bolsonaro é aquilo que “imaginamos” que faríamos se estivéssemos em seu lugar. Mas a questão é que não estamos no lugar dele e se estivéssemos provavelmente não faríamos.
Acho que se fosse seguir meus conselhos, Mahatma Gandhi teria abandonado seu discurso pacifista e encharcado de sangue o território indiano fazendo com que as águas do Ganges permanecessem vermelhas até hoje. E, quem sabe, até mesmo, a Índia ainda continuasse sendo colônia inglesa.
Bolsonaro tem se mostrado um pacifista perseverante. Vai cumprindo a agenda a que se propôs desde a campanha presidencial, enquanto não toma nenhuma ação efetiva contra os demais poderes e nem contra a mídia. Eventualmente reclama, mas nunca partiu para cima. Pelo menos até agora.
Poderia ter mandado alguns ministros do STF irem cuidar de “suas turmas”, mas acatou os despautérios do Alexandre de Morais e do Luís Roberto Barroso que se arvoraram de donosdaConstituição reescrevendo as prerrogativas de cada poder e revogando suas decisões. Poderia contratar umaequipe de advogados com a única finalidade de processar todo aquele que atropela a Carta Magna ou que propaga mentiras a seu respeito. Este pessoal teria muito trabalho.
Mas ele não faz nada disso.
Estou começando a me convencer novamente de que ele sabe o que faz. Ele enxerga coisas que não vejo e não sei. Ele me parece um estrategista do tabuleiro que prevê o lance do oponente com vinte jogadas de antecedência. Só pode ser isto.
Nesta semana teremos grandes emoções sendo a maior delas o julgamento da chapa Bolsonaro - Mourão no TSE. Se o resultado for favorável à cassação da chapa, então acabar-se-á o tempo de tolerância. Ou Bolsonaro fará uma live agradecendo ao povo pelos votos, pelo apoio e pela amizade e se asilará em algum país amigo e aí estaremos todos “gefückt” como diriam os alemães, ou a cobra vai fumar. Acredito na segunda opção.
Vai ser muito bonito de se ver.

Fabio Jacques - Diretor da FJacques – Gestão através de Ideias Atratoras.

Clube de Opinião do RS explica quais são as fake news que procupam os jornalistas

Leia o inteiro teor do manifesto publicado esta tarde pelo Clube de Opinião do RS, assinado por 20o jornalistas, inclusive pelo editor:

O CLUBE DE OPINIÃO DO RS, entidade que há 17 anos reúne jornalistas e profissionais da área de comunicação, e aqui representado pelos jornalistas abaixo relacionados, vem manifestar sua posição a respeito das alegadas fake news e a preocupação de que o combate a elas sirva de desculpa e cortina de fumaça para restrições ao direito inalienável de todo e qualquer cidadão brasileiro exercitar a sua liberdade de expressão, opinião e crítica.
Somos contrários à disseminação de notícias falsas, muito especialmente as produzidas por veículos da grande imprensa, que deveriam ser os principais guardiões do exercício do bom jornalismo, calcado na verdade dos fatos e na busca da melhor e mais completa informação.
Temos visto, infelizmente, que, em face de interesses políticos, ideológicos e econômicos, muitos veículos têm se manifestado acima da verdade, falseado informações e criado um ambiente que em nada contribui com o país.
Neste sentido, o que menos nos preocupa são as ditas “tias do Whatsapp”.
Ficamos chocados que para, alegadamente, combater as fake news, o Supremo Tribunal Federal tenha criado um monstro jurídico, uma anomalia que fere o Estado Democrático de Direito.  O STF empreende por sua própria conta um inquérito em que ele mesmo se diz vítima, ele mesmo determina quem deverá ser investigado,  e ele mesmo deverá julgar e sentenciar quem assim lhe aprouver. O que poderia ser mais inconstitucional, ilegal e imoral em qualquer democracia?
Dando prosseguimento a uma CPI inconsistente, instalada pela Câmara Federal, com alvos bem definidos a fim de fragilizar o Governo Federal, o Senado da República coloca em pauta um projeto do senador Alessandro Vieira, que mira nos cidadãos que têm nas redes sociais sua plataforma de informação e mobilização política.
O que se quer não é combater as notícias falsas, mas retirar do cidadão a ferramenta com a qual conseguiu hackear o sistema político viciado que tivemos por décadas em nosso País. As redes sociais libertaram o povo, que agora pode manifestar a sua contrariedade em relação a políticos, governos e instituições, entre elas o próprio STF e o Congresso.
Como profissionais da liberdade, homens e mulheres que vivem de emitir opinião, somos contrários a esse esforço combinado, que temos visto de parte de instituições que deveriam ser as primeiras a se levantar em favor da salvaguarda das liberdades. Todas elas, mas em especial a liberdade de manifestação e opinião.
É fundamental que o bom senso passe a pautar a atuação de nossos representantes no Congresso e dos senhores ministros do STF para que o Brasil possa avançar como Nação, tendo as liberdades constitucionais de seus cidadãos como base de tudo quanto se possa construir neste País. Lembrando que nossa Constituição Federal, que deveria ser defendida pelo STF, garante a Liberdade de Expressão e proíbe a Censura.

Alexandre Appel
Antonio Augusto Mayer dos Santos
Fernanda Barth
Fernando Albrecht
Fernando di Primio
Flávio Pereira
Gilberto Simões Pires
Gustavo Victorino
Joabel Pereira
João Carlos Machado Filho
José Luiz da Silva
Julio Ribeiro – Presidente
Jurandir Soares
Karim Miskulim
Marco Poli
Milton Cardoso
Percival Puggina
Polibio Braga
Rogério Amaral
Sergio Jost

Artigo, Rizzo Miranda - Os loucos anos 204

- A autora é diretora – Digital & Inovação da FSB Comunicação

Em recente livro -"The Future is Faster Than You Think" –Peter Diamandis projeta para 2040 uma grande revolução embarcada em 5G e Inteligência Artificial, com a comunicação indo para a hiperpersonalização tecnológica e ativações diretamente consumidor a consumidor. O fim da intermediação comunicacional entre marcas e consumidores.
O livro foi lançado em janeiro de 2020. Mesmo mês do “início” do ano 2040. Já temos uma grande desmaterialização de comportamentos. As previsões de Diamandis envolvem uso de tecnologia. E é exatamente ela que já determina como vamos caminhar em tempos coronials. No ambiente de grande escassez econômica seremos todos filhos de desidratados PIB’s ao redor do mundo.
Não há respostas sobre como será esse novo diálogo de sobreviência entre marcas ressignificadas e consumidores, idem. Mas, não é preciso ser futurista para apostar que “valores-passaportes” para esse momento estarão apoiados na genuína compreensão das marcas –e tradução para seus produtos e atitudes - sobre a escassez. E como ser cúmplice.
Capaz de estar lado a lado, em narrativa sincera e horizontal com seus consumidores, será um índice de saudabilidade do negócio. Perceber necessidades mínimas, escolhas mais ponderadas, menos exibicionismo, mais valor, menos opções, mais consumo recluso. Tudo intermediado sim, por tecnologia de transações, de contatos e de soluções de problemas em ambientes “touchless”.
E o que fake news têm a ver com isso tudo? Vamos falar sobre isso amanhã, às 16h, na Fundação Dom Cabral, em uma webinar especial. Vá lá, participe e nos mande feebacks! O caminho é aqui.

Artigo, Marjorie Ferri - Contratos de experiência e a MP 936

- A autora é advogada trabalhista empresarial da Scalzilli Alhaus

A Medida Provisória 936/2020 estabeleceu, entre outras possibilidades, a suspensão contratual dos empregados — inclusive aqueles que estão em contrato de experiência, em razão do estado de calamidade pública pela pandemia da covid-19. Com essa iniciativa, o Governo Federal ficou responsável pelo pagamento dos salários dos funcionários, calculado com base no seguro-desemprego, por até 60 dias, dadas suas peculiaridades conforme o rendimento da empresa em 2019.
Os colaboradores que tiverem a suspensão de seu contrato terão estabilidade no emprego por período em que esta durar — e em igual ínterim no retorno às atividades. O mesmo vale na redução da jornada. Importante ressaltar que essa medida paralisa o contrato de trabalho e, portanto, não conta no tempo de serviço.
Dessa forma, durante a suspensão do contrato — ou seja, quando não se trabalha —, não há contagem de prazo para o término do período faltante da experiência. Assim, ele fica congelado. Nesses casos, é importante que o acordo individual estabeleça se o ínterim de afastamento será ou não computado no tempo para a respectiva terminação. Uma previsão que traz segurança jurídica para a empresa.
Com isso, a partir do retorno das atividades e o consequente fim da suspensão, o período restante da experiência começará a fluir de onde parou. A estabilidade prevista na MP 936 vai contabilizar nesse tempo — logo, a empresa deverá tomar cuidado para não se tornar um contrato por prazo indeterminado.
No caso da redução de jornada e salário, por haver prestação de serviços, a contagem seguirá normalmente, o que contará, também, no período de estabilidade, quando as atividades retomam a normalidade. Observados esses detalhes, empresa e funcionário poderão ter segurança nesse acordo, tão necessário para muitos negócios durante a crise provocada pelo novo coronavírus.

Em meio a crise do coronavírus, consultor aponta cinco sintomas de que recuperação judicial é a melhor saída

A indústria registrou forte queda de 18,8% em abril. O dado foi anunciado nesta quarta-feira (03/06) pelo IBGE. Outro dado preocupante é o número de 20% nas recuperações judiciais solicitadas por empresas no Rio Grande do Sul em 2020. Foram 41 requisições entre janeiro e abril deste ano, contra 34 no mesmo período de 2019, segundo levantamento realizado pela Serasa Experian. Apenas em abril, seis empresas solicitaram recuperação judicial, contra quatro em março.

Tais números comprovam que a crise gerada pelo novo coronavírus não só agravou as expectativas de crescimento como demonstra que a situação de penúria não se resolverá logo ali em frente. A leitura é do sócio da Rebuild, consultoria que atua na área jurídica, econômica e de reestruturação de empresas com sede em Porto Alegre. Segundo Cristiano Kalkmann, muitos empresários acreditam que conseguirão se recuperar em curto espaço de tempo e, devido a isso, não estão tomando medidas que, apesar de duras, podem ser as mais adequas diante do cenário que se apresenta de extrema gravidade e complexidade.

"Em outras crises, o empresário ficava assustado em um primeiro momento e não demorava para tomar as medidas necessárias. A crise atual, tendo em vista o impacto mundial, é bastante diferente de outras que vivenciamos e deve ter repercussões por um longo espaço de tempo. Essa é uma das únicas certezas que se tem. Diante disso, o empresário já se assustou, já chorou, gritou e agora está sem reação, sem saber para que lado ir, o que é perigoso. O mercado todo foi atingido, independente do tamanho da empresa, e não podemos deixar para daqui a dois três meses a tomada de decisão", destaca Kalkmann.

De acordo com o sócio da Rebuild, o ideal é que o empresário tome desde já as medidas de equilíbrio da empresa para mais à frente estar bem é preparado para uma retomada. Kalkmann alerta para cinco sinais que evidenciam que a recuperação judicial é o caminho mais assertivo para uma empresa nesse momento. O especialista alerta que esses sintomas precisam ser analisados em conjunto e não isoladamente.

1. Piora sistêmica dos resultados
Desde o início da crise do coronavírus, a indústria tem sofrido quedas e perdas. Mesmo com o abrandamento do isolamento social, não há garantias da retomada da atividade como antes. Ou seja, começa a ficar difícil encontrar razões sustentáveis para acreditar na reversão das de expectativas de resultados negativos no curto e médio prazos.

2. Geração de caixa insuficiente
A crise do coronavírus obrigou a adoção de medidas de isolamento social como forma de conter a disseminação do vírus. Isso paralisou comércio e indústria, prejudicando a geração de caixa suficiente para pagar as parcelas da dívida com credores ou bancos ou outros compromissos, fazendo a empresa gastar mais do que recebe.

3. Dificuldade em manter o nível de crédito
Diante de um cenário completamente adverso, com queda de pedidos e receita, a empresa passa a perder credibilidade e interlocução com os bancos e credores em geral, os quais passam a não confiar mais que a empresa conseguirá honrar seus compromissos.

4. Incapacidade de renegociação da dívida
Com a falta de credibilidade, a empresa começa a ter dificuldade em renegociar dívidas. A empresa não encontra alternativas em bancos grandes, bancos médios e factorings, que logo deixam de ter interesse nas operações da empresa. O mesmo ocorre com fornecedores, que passam a diminuir o crédito.

5. Inadimplência
A empresa começa, então, a atrasar pagamento de contas, salários e títulos da empresa começam a ser protestados. O atraso no pagamento de impostos também pode empurrar uma empresa para uma situação de risco. A constante repactuação e não cumprimento dos termos negociados é fatal para a credibilidade da empresa.