Eis as 50 cidades que mais criaram e fecharam empregos em 2020

Sete capitais estão entre as 50 cidades que mais criaram vagas. Já 13 estão entre as que mais fecharam postos - Rio de Janeiro, Porto Alegre, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte lideram o ranking.


Veja abaixo as 50 cidades que mais criaram vagas:


Manaus (AM): 10.869

São Luís (MA): 10.334

Barueri (SP): 8.798

Parauapebas (PA): 8.579

Cajamar (SP): 7.610

Campina Grande (PB): 6.492

Joinville (SC): 6.157

Serra (ES): 5.954

Ponta Grossa (PR): 5.626

São José (SC): 5.308

Anápolis (GO): 5.265

Contagem (MG): 5.148

Lençóis Paulista (SP): 4.578

Chapecó (SC): 4.488

Itajaí (SC): 3.726

Extrema (MG): 3.647

Rio Verde (GO): 3.589

Itabirito (MG): 3.557

Boa Vista (RR): 3.428

Catanduva (SP): 3.413

Rio Branco (AC): 3.273

Betim (MG): 3.134

Redenção da Serra (SP):3.086

Dourados (MS): 3.074

Uberlândia (MG): 3.053

Canaã dos Carajás (PA): 3.038

Palhoça (SC): 2.996

Louveira (SP): 2.932

Curitiba (PR): 2.928

Sobral (CE): 2.834

Marabá (PA): 2.750

Itabira (MG): 2.631

Rio Claro (SP): 2.595

Belém (PA): 2.559

Cascavel (PR): 2.558

Arapoema (TO): 2.450

Fortaleza (CE): 2.419

Toledo (PR): 2.361

Jaguaruna (SC): 2.345

Rondonópolis (MT): 2.315

Marília (SP): 2.196

Ortigueira (PR): 2.183

Várzea Grande (MT): 2.170

Aparecida de Goiânia (GO): 2.104

Ananindeua (PA): 2.088

Luís Eduardo Magalhães (BA): 1.974

Aracruz (ES): 1.841

Sinop (MT): 1.828

Eusébio (CE): 1.827

Arapongas (PR): 1.794


Veja abaixo as 50 cidades que mais fecharam postos:


Rio de Janeiro (RJ): -92.753

Porto Alegre (RS): -16.173

São Paulo (SP): -15.438

Brasília (DF): -11.353

Belo Horizonte (MG): -10.277

Macaé (RJ): -7.366

Florianópolis (SC): -7.224

Salvador (BA): -6.322

Campinas (SP): -5.706

Santos (SP): -5.427

Niterói (RJ): -4.626

Foz do Iguaçu (PR): -4.463

São José dos Campos (SP): -4.438

Juiz de Fora (MG): -4.393

Santo André (SP): -4.081

Caxias do Sul (RS): -4.072

Recife (PE): -3.939

Ipatinga (MG): -3.807

Nova Serrana (MG): -3.763

São Bernardo do Campo (SP): -3.732

Vitória (ES): -3.550

João Pessoa (PB): -3.530

Taubaté (SP): -3.436

Petrópolis (RJ): -3.274

Goiânia (GO): -3.241

Natal (RN): -3.196

Teresina (PI): -3.182

São Gonçalo (RJ): -3.094

Valinhos (SP): -3.034

São João da Barra (RJ): -2.823

Franca (SP): -2.762

Camaçari (BA): -2.760

São João de Meriti (RJ): -2.702

Novo Hamburgo (RS): -2.683

Diadema (SP): -2.625

Altamira (PA): -2.473

Aracaju (SE): -2.341

Poços de Caldas (MG): -2.326

São José dos Pinhais (PR): -2.068

Taboão da Serra (SP): -2.056

Bebedouro (SP): -2.055

Porto Seguro (BA): -2.050

Não identificado: -2.027

Jaú (SP): -1.880

Gravataí (RS): -1.829

Rio das Ostras (RJ): -1.625

Aparecida (SP): -1.529

Jaboatão dos Guararapes (PE): -1.509

Balneário Camboriú (SC): -1.401

Nova Iguaçu (RJ): -1.370

Nota do Planalto sobre a carta de Biden

Leia a íntegra da nota divulgada pelo governo brasileiro:


NOTA


Em atenção à mensagem de cumprimentos recebida por ocasião de sua cerimônia de posse como 46º Presidente dos Estados Unidos da América, o Presidente Joe Biden dirigiu carta de agradecimento ao presidente Jair Bolsonaro, datada de 26 de fevereiro último.


Ao referir-se às diversas vezes em que esteve no Brasil como vice-presidente, o presidente Biden sublinhou que não há limites para o que o Brasil e os EUA podem conquistar juntos. Destacou que as duas nações compartilham trajetória de luta pela independência, defesa de liberdades democráticas e religiosas, repúdio à escravidão e acolhimento da composição diversa de suas sociedades.


Após enfatizar a responsabilidade comum dos dois líderes em tornar o Brasil e os EUA mais seguros, saudáveis, prósperos e sustentáveis para as gerações futuras, o Presidente Biden saudou a oportunidade para que ambos os países unam esforços, tanto em nível bilateral quanto em fóruns multilaterais, no enfrentamento aos desafios da pandemia e do meio ambiente, em alusão ao caminho para a COP26 e para a Cúpula sobre o Clima, esta última a ser sediada pelos EUA em 22 de abril próximo.


Ao final, o presidente Biden salientou que seu governo está pronto para trabalhar em estreita colaboração com o Governo brasileiro neste novo capítulo da relação bilateral.

Carta de Ranolfo Vieira

 Caros gaúchos,

Infelizmente, no meio de uma pandemia, preciso vir a público para responder a uma atitude grotesca, ofensiva, preconceituosa e equivocada do senhor Roberto Jefferson, presidente nacional do meu partido.

Em entrevista a uma rádio de Porto Alegre, ele atacou não somente a mim, mas também ao governador Eduardo Leite e às forças de segurança do nosso Estado.

Tenha respeito com o Rio Grande do Sul!

Tenha respeito com o governador, tenha respeito comigo, tenha respeito com o PTB do nosso Estado – que tem uma linda história!

Tenha respeito com os agentes que estão cuidando da segurança da população!

Tenha respeito com os profissionais da saúde!

Tenha respeito com o povo gaúcho!

Todo o esforço que estamos fazendo no combate à pandemia é para salvar vidas e preservar a economia. O tempo inteiro buscamos esse equilíbrio, mas sem negar o momento de urgência pelo qual estamos passando, com os hospitais lotados e o aumento do número de mortes.

Não somos negacionistas, não somos demagogos, não somos fanfarrões, não somos frios e calculistas.

E lamento muito que o senhor esteja dirigindo o partido para um rumo tão equivocado e na contramão de nossas origens democráticas. Esse, definitivamente, não é o nosso rumo.

O governador Eduardo Leite, e eu ao lado dele como vice-governador e secretário da Segurança, além da competente equipe que formamos, estamos fazendo reformas estruturais que nenhum outro estado do país fez. Especificamente na área que está sob o meu comando, alcançamos os melhores índices de redução da criminalidade das últimas décadas. Estamos reprimindo o crime e os criminosos, isso sim – e lamento que o presidente do nosso partido esteja tão mal-informado sobre isso.

Tenho uma carreira de 23 anos como delegado de Polícia, já chefiei a Polícia Civil do Rio Grande, sou vice-governador eleito. Não aceito vossa vil reprimenda, não aceito vossa ameaça e não aceito também o vosso projeto. E além de não aceitar, também não temo – porque tenho a consciência tranquila do trabalho que estamos fazendo e dos valores que nos movem. 

Nos próximos dias, vou me reunir com os companheiros do nosso honrado PTB gaúcho para decidir os próximos passos que tomarei. Mas não fujo à luta, disso podem ter certeza. E peço desculpas ao povo gaúcho por ter que tratar disso em meio a uma pandemia. Vamos seguir unidos, focados no combate ao vírus e solidários com quem precisa da nossa ajuda.

Muito obrigado!

José Maurício de Barcellos - Traição

Na segunda-feira que passou (08/03), o Brasil experimentou a dor incurável da traição. Surpreso, assistiu a um cidadão que o País paga regiamente para defender a ordem constituída esfaquear cruelmente a Nação Verde Amarela – tal qual como outrora procedeu o assassino frio de Juiz de Fora, Adélio do PCCSOL – e com uma só canetada, por puro despeito e vingança, destruiu, renegou, pôs por terra aquela que foi, no mundo inteiro, a maior e mais festejada das operações de combate à corrupção e ao crime organizado da época contemporânea, a fantástica Operação Lava Jato, muito maior e mais abrangente do que a italiana, “Operação Mãos Limpas”.

Com uma carta na manga guardada desde 2016, urdiu seu plano dos demônios por longos 5 anos e, em conluio criminoso com o que há de mais abjeto na classe política deste País, o Mandarim de Dilma, Edson Fachin, ludibriou os homens de honra desta Terra de Santa Cruz para com uma bofetada indefensável os colocar de joelhos diante do maior e mais petulante larápio da coisa pública, o “Ogro Duplamente Condenado” e, em um estado de êxtase, como somente se pode observar em um “serial killer” ao consumar um assassinato cruel e sangrento, acintoso se pavoneou diante da opinião pública.

O verme de toga contaminou definitivamente, enquanto ainda engatinhava, o nobre sentimento pátrio de igual justiça para todos que, com a Lava Jato, nasceu forte e cheio do orgulho de nossa gente trabalhadora. O antigo cabo eleitoral da “Anta Guerrilheira” atraiçoou as famílias cristãs calcadas nos exemplos de honradez, de probidade e na verdade. Desta feita, o pus de Curitiba rompeu as paredes de seu próprio cancro nojento para gangrenar nossa sociedade para nela ver apodrecer sua derradeira esperança, deixando no lugar a eterna desconfiança em suas instituições.

 

É evidente que qualquer mequetrefe do direito sabe, de cor e salteado, que: 1) a decisão daquele porcaria da esquerda delinquente ultrapassou, abusivamente, os limites fixados pela lei processual para um tipo de recurso (embargos de declaração) que objetiva apenas esclarecer o julgado, sendo vedado expressamente alterar o conteúdo ou a essência da sentença que visou a atacar; 2) que as decisões condenatórias contra o bandidaço do PT jamais poderiam ser alteradas e muito menos anuladas por um só Juiz, conspurcando, por via de consequência, a atuação de dezenas de outros magistrados e de colegiados de diferentes Tribunais; 3) que fundamentar aquela decisão, louca e capciosa, na assertiva no sentido de que o tal notório “Chefe do Petrolão” nunca teve nada a ver com o roubo de trilhões de reais na Petrobrás se trata de pura má-fé; 4) que mesmo para uma descarada e podre composição da Suprema Corte como a atual, certamente que não terá coragem para desafiar a força das ruas e das armas, se e quando necessário for, para manter este verdadeiro atentado contra a lei e contra a ordem.

Posto que não nasci ontem, não aceito a versão ridícula no sentido de que Fachin teria adotado esta decisão para evitar que Moro e a Lava Jato fossem destruídos por Gilmar e seus asseclas. Destarte, então, fica a pergunta: por que o Ministro de Dilma fez essa “pataquada”? Ora porque, como de vezes anteriores, ele vem se revezando com seus pares para desestabilizar o Governo da União; para afrontar e humilhar o Mito Bolsonaro; para criar insegurança jurídica e muito medo até que surja a instabilidade de todas as instituições. Para o ladro podre do STF e do Congresso servem dois caminhos. Ou desestabilizam tudo, geram o caos e tentam assim impichar o Presidente da República ou o provocam e desafiam o homem e as Forças Armadas também, para que possam se vitimar perante a comunidade internacional, quando a lei e a ordem forem repostas. Qualquer situação serve. Até trair a Pátria pode, desde que sejam permitidos aos seus comparsas na política voltar ao poder.

Ademais se registre que aqueles maus servidores vêm praticando verdadeiros atentados contra os demais poderes da República, com uma constância psicótica. Todavia, esses patifes agora foram longe demais. A traição é uma mancha que nunca envelhece nunca se esvai; nunca se acaba e quando ocorre contra a própria Pátria, em tempos de guerra é punida com a morte e em tempo de paz com a prisão do traidor.

Nesta semana tenho recebido chamados do Brasil inteiro de patriotas atônitos pedindo uma palavra de salvação e de consolo, mormente porque muitos se sentem um pouco culpados por não terem se levantado definitivamente contra aquela gente do mal. Respondo da maneira que sei: calma meu amigo, tenha fé e esteja convicto que você e eu não somos ainda totalmente culpados. Não há porto seguro nem medida preventiva eficaz contra a traição, porque inexiste inimigo maior e mais letal que o traidor.

Também lembro de que, nestes dois últimos dois anos, Bolsonaro, sua família, seus ministros, tornaram-se experts na luta contra a traição e contra os traidores. Perceba o caro leitor, o quanto eles vêm padecendo nas mãos dos Maias, dos Alcolumbres, dos Dórias, dos Governadores ávidos de chegar perto do Planalto e da “esquerdalha maldita” em geral, aqui inclusos os sórdidos “críticos do bem”, tão traidores como os demais e por inteiro. E o que aconteceu? Contra o Capitão não aconteceu nada, absolutamente nada, porém, contra o Brasil este sim tem pago alto preço por todas as insanidades desta corja de delinquentes. No mesmo dia em que o calhorda de Dilma cometeu seu ato de traição ao País, a bolsa de valores despencou, o dólar subiu e sabe-se mais no que vai dar esta sujeira toda.

Igualmente tenho dito aos que querem me ouvir: nada de desesperar! A hora é boa!  Nós, os traídos, de todas as matizes e tendências, estamos sangrando pela traição de Fachin, o Calabar de Curitiba, e na primeira convocação geral vamos todos paras as ruas, porque não estou pregando o conformismo nem a capitulação. Não, não é isto, muito pelo contrário! Digo que é chegada a hora de os patriotas se unirem e de cerrarem fileiras contra as traições perpetradas, exigindo, de norte a sul do Brasil, a plena reparação para a Pátria vilipendiada.

Por sua vez, Bolsonaro tem a força das ruas, a uma porque foi o povo quem o escolheu e não ele se impôs para ser seu líder e, a duas, porque com sua inexcedível experiência política, já tendo colocado no chão a imprensa desgraçada dos Barões das Comunicações, juntamente com aqueles que o traíram e os que tentaram subir nas suas costas, aí com as mãos cheias de realizações foi para os braços do povão e de lá ninguém o tira mais, muito menos traindo o eleitor. Quanto mais apanha mais mito fica.

Tanto é assim que hoje qualquer político do centro, do meio, do alto e de baixo, sabe que se não conseguirem fazer seu santinho com o Mito não se elegerá em 2022. Hoje, no Brasil inteiro, quem tem voto é o Capitão e político sem voto é como traidor carimbado: tem vida curta, muito curta. Não é por outra razão que Bolsonaro alcançou – como tenho repetido frequentemente – um feito que nenhum de seus antecessores conseguiu. Sem dilapidar o erário, sem vender ministério, com pandemia ou sem pandemia, trouxe para si todo o lado limpo (ou a turma dos que querem se limpar) das duas casas do Congresso, para desespero dos que lhe apunhalaram que já estão fadados ao esquecimento público.

Além do mais, deve ser considerado que todo traidor é incompetente. Quando vem das hostes da vermelhada, acho que é de uma incompetência desmesurada. Olhem bem o que o patife de toga fez e como prejudicou seus encarnados objetivos. Com o Ogro livre para concorrer em 2022, está lhe sendo imposto um palanque que ele não pode subir, mas não pode mesmo. Não se deve esquecer que, da última vez que tentou (antes de ser enjaulado), o Brasil inteiro o enxotou, com paus e pedras, e nem do ônibus de campanha ele podia descer. Ao passar o povo gritava: “Lula ladrão seu lugar é na prisão!” De lá para cá nada mudou e o povão já proferiu sua sentença: “é o tal ladrão que vitimou quase 25 milhões de brasileiros”.

Volto a afirmar, duvido e faço pouco que essa decisão absurda seja mantida, contudo vejo, por outro ângulo, que Fachin destruiu o sonho da “esquerdalha” de se unir para enfrentar Bolsonaro. A decisão do Mandarim Carmem Miranda, no dizer de Roberto Jefferson, disseminou a cizânia entre aqueles abutres do tipo FHC, Ciro, Dória, Marina et caterva. Estão todos andando a esmo como baratas tontas. Isso é bom e melhor do que isto somente se no próximo pleito eleitoral nos livrarmos de toda essa escumalha.

Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPR-MME é advogado


QUEM FISCALIZA O STF?

Tenente-Coronel Zucco

Deputado estadual/PSL


“A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela não há a quem recorrer”.

A frase de Rui Barbosa (1849-1923) é mais atual do que nunca. A hipertrofia do STF e a judicialização da vida brasileira têm causas variadas. Mas, sem dúvida, a indicação política para ocupar a mais alta corte do país contribui decisivamente para o descrédito da instituição.

O constrangedor episódio patrocinado pelo ministro Edson Fachin soma-se à coleção de sentenças permeada pelo teor político e não jurídico. Foi geral a postura de constrangimento à postura de Fachin por colegas e juristas. É preciso lembrar que Fachin foi indicado pela ex-Presidente Dilma Rousseff.

Há pouco tempo Alexandre de Moraes também protagonizou um capítulo dantesco ao se arrogar a função de vítima, investigador, julgador e carrasco do deputado federal Daniel Silveira por ofensas nas redes sociais. Extrapolando suas funções, o ministro determinou a prisão em flagrante do parlamentar, ignorou o Ministério Público e inaugurou um comportamento inédito e lamentável.

O STF é um poder que não se submete à fiscalização alguma, ao contrário do Executivo e Legislativo. Goza de privilégios únicos, vive numa bolha de prosperidade em plena pandemia de miséria e mortes. Basta conferir as notícias sobre as compras milionárias para comprovar.

  O episódio que anulou as decisões no âmbito da Operação Lava-Jato fazem do Brasil motivo de chacota. No Exterior dizem que criamos termos como “ex-corrupto, ex-condenado e ex-criminoso” no maior escândalo de corrupção do mundo. Depois de anos de tramitação, Fachin “descobriu” a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Por que só agora, em decisão monocrática e apesar de o tema ter sido alvo de julgamentos superior? O que acontecerá com os valores devolvidos por réus, como o ex-ministro Antônio Palocci, que restitui R$ 15 milhões?  E o Sítio de Atibaia, o triplex do Guarujá e as palestras superfaturadas não ministradas serão apagados dos livros de História?

O povo disse “não” à corrupção ao eleger Jair Bolsonaro, cuja administração é fetiche do STF que insiste em se imiscuir no governo. A concentração de poder fez dos ministros seres supremos de mandato vitalício e salários privilegiados.

O impeachment dos ministros é o único remédio constitucional, mas a admissibilidade é prerrogativa do Senado. Lá, vários estão sob investigação, outros já são alvos de ações penais. Logo, só resta ficarmos vigilantes, denunciar os absurdos e rezar para que o bom senso, um dia, retorne à suprema corte verde-amarela.


Decisão judicial pode balizar jurisprudência que irá proteger os produtores de soja no Brasil

Juíza da Cidade de Acréuna (GO) suspende liminarmente um contrato milionário de entrega de soja firmado entre um produtor rural e a empresa Gavilon do Brasil, por quebra das regras de compliance.

 

Para não perder 200 mil sacas de soja, prejuízo que iria inviabilizar a continuidade de suas atividades, o produtor rural ingressou com pedido judicial de suspensão do contrato, por violação das regras de compliance. 

 

Como o pagamento da safra iria ocorrer um mês após a efetiva entrega dos grãos, tempo suficiente para que houvesse a manobra da insolvência, resultando em um possível calote no produtor rural, a exemplo do que já ocorreu em diversos casos notórios divulgados na Imprensa, o produtor não teve alternativa e precisou recorrer aos tribunais. 

 

A empresa Americana Gavilon está associada a diversas notícias sobre falhas na contabilidade e rombo de milhões de dólares. Da mesma forma, gigantes como a Seara, AFG Brasil S/A e Cotia Trading, já haviam causado prejuízos milionários após pedidos de recuperação judicial, causando prejuízos incalculáveis aos produtores. A empresa é investigada por fraudes contábeis nos Estados Unidos e responde diversos processos na justiça Brasileira, inclusive.


FALA, BELMONTE! Memórias do Cronista Esportivo

Jornalista e radialista com mais de quatro décadas de experiência, vencedor de prêmios importantes como o Bola de Ouro, concedido em nível nacional, e o Prêmio ARI de Jornalismo em mais de uma oportunidade, João Carlos Belmonte está lançando um livro memorialista. 


Furos de reportagem, bastidores do rádio gaúcho, a cobertura das Olimpíadas em Los Angeles e os mundiais de seleções, entre 1970 a 1994, além da conquista do Grêmio em Tóquio e as excursões do Inter pela Europa, entre outros temas que interessam aos amantes do rádio e do futebol, estão registrados ao longo de 120 páginas ilustradas.


A previsão de início das vendas é para a segunda quinzena de março. “FALA, BELMONTE! Memórias do Cronista Esportivo” será comercializado pela loja online da editora ( https://www.farol3.com.br ), e diretamente com o editor do livro (informações sobre preço e reservas, remessas, podem ser obtidas por e-mail: cacobelmonte@gmail.com).