o Cenário global de oferta de grãos segue apertado.

 Os novos números do USDA, divulgados ontem, trouxeram novas revisões baixistas para os estoques globais de soja e, em menor magnitude, do milho. As projeções continuam incorporando as perdas da safra de soja na América do Sul: a safra brasileira foi revisada para baixo em 7 milhões de toneladas, bem como a da Argentina (-1,5 milhão de toneladas) e do Paraguai (-1 milhão de toneladas). Em relação ao trigo, as exportações da Rússia e da Ucrânia foram revisadas para baixo em 3 e 4 milhões de toneladas, respectivamente, quedas parcialmente compensadas pela oferta da Austrália e da Índia. Porém, o relatório enfatiza que o conflito militar em curso aumentou significativamente a incerteza a respeito das condições de oferta e demanda de bens agrícolas no mundo, e que a leitura de março é uma avaliação ainda inicial desses impactos. De fato, a Rússia e a Ucrânia respondem, juntas, por 28,5% das exportações globais de trigo e 18,6% de milho, de forma que eventuais problemas de produção e/ou comercialização resultantes do conflito afetarão sensivelmente a disponibilidade desses produtos no mercado global. 

Como funciona

 O programa Mais Crédito Juro Zero funciona em três etapas. Na primeira, é possível retirar até R$ 4 mil, caso o interessado preencha os requisitos: ser microempreendedor formal ou informal, estar inscrito no Cadastro Único de Políticas Públicas do Governo Federal (CadÚnico) e não possuir débitos de tributos municipais. A avaliação do crédito será feita pelas operadoras de crédito cadastradas. 


Já na fase dois, é possível que o mesmo empreendedor retire mais R$ 5 mil para injetar no seu negócio, desde que tenha quitado as parcelas anteriores e esteja inscrito ou tenha finalizado no mínimo um curso de capacitação empresarial oferecido pela prefeitura em parceria com instituições de educação, como o Sebrae. Na terceira e última etapa, para retirar até R$ 6 mil, além de ter quitado o empréstimo anterior, a pessoa deve estar formalizada, com inscrição regular no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).


Para solicitar o microcrédito, os microempreendedores devem entrar em contato com as operadoras de crédito habilitadas, fornecer documentação necessária e aguardar análise. 


As operadoras habilitadas são o Banco do Empreendedor, Cresol, Imembuí Microfinanças, Sicoob e Sicredi. Mais informações no site.

O que disse Nagelstein

"Gente, bom dia a todos. Primeiro lugar, muito obrigado, é o Valter que 'tá' falando, pelo apoio que tive e rapidamente queria fazer duas ou três reflexões com vocês. A primeira delas: fica cada vez mais evidente que a ocupação que a esquerda promoveu nos últimos quarenta anos da universidade, das escolas, do jornalismo e da cultura produzem os seus resultados. Basta a gente ver a composição da Câmara: cinco vereadores do PSOL, muitos deles jovens, negros, quer dizer, o eco àquele discurso que o PSOL foi incutindo na cabeça das pessoas. Pessoas... vereadores estes sem nenhuma tradição política, sem nenhuma experiência, sem nenhum trabalho e com pouquíssima qualificação formal. Então, essa é a primeira reflexão que eu queria fazer."

Nota de Valter Nagelstein

Sou neto de uma negra e de um judeu fugido da guerra, circunstâncias que jamais omiti e que trago como partes de mim, com orgulho, como mostra um poema que fiz aos meus avós em 2009 - e que foi publicado na minhas redes sociais então, e trazido a esse absurdo processo.


Recebo a sentença com profunda tristeza, porque mostra exatamente o que tenho denunciado, o judiciário e a educação tomados por ideologia. Isto sim põe a democracia em risco, porque criminalizam a nossa forma de pensar e impõem aos nossos filhos o que é certo ou errado segundo a visão de militantes.


Recorrerei junto com meus advogados e sigo acreditando na justiça imparcial, aquela que aprendi a ver o meu pai, como magistrado, perseguir e aplicar.

Veja e ouça, agora, ao vivo, "Boa tarde, Brasil !", com Júlio Ribeiro. Rádio Guaíba.

 

Entrevista, João Darzone, advogado - Pedimos que o TJRS considere-nos amicus curiae no caso das máscaras para crianças

ENTREVISTA

João Darzone, advogado.

O senhor protocolou petição, ontem a noite, pedindo que o Tribunal de Justiça do RS inclua seus clientes como amicus curiae no âmbito do agravo apresentado pela PGE contra a decisão da juiza Silvia Fiori, que suspendeu os efeitos do decreto estadual, cujo fulcro foi acabar com o uso de máscaras por parte de crianças.
Sim. A ação é de iniciativa de duas entidades: Unidos - Associação Unidos pela Educação e Liberdade, São Leopoldo, e Associação de Pais pela Escola Livre de Doutrinação, Porto Alegre.

O que visa a iniciativa das duas entidades ?
Colaborar com o melhor esclarecimento da questão suscitada por uma entidade de natureza privada, acolhida pela magistrada de primeiro grau, que não poderia ter prosperado do modo como prosperou, porque deveria ter sido fulminada ab initicio.

No agravo com pedido de efeito suspensivo protocolado pela PGE no domingo, os procuradores não levantaram esta questão de competência.
E é fulcral. O artigo 95 da Constituição Estadual veda expressamente a competência de juizo singular para tratar de questões relacionadas com decretos ou leis estaduais. Isto cabe apenas ao TJRS.

O amicus curiae pode intervir no processo ?
Jáintervimos. O objetivo é auxiliar a melhor decisão por parte do Poder Judiciário. Nós levantamos não apenas esta questão processual de competência, mas, além disto, falamos e listamos pelo menos 50 estudos científicos que fulminam a exigência absurda de máscaras por parte de crianças.

Mas vocês não poderão percorrer caminhos diferentes da PGE ?
Não, porém poderemos apresentar embargos de declaração e também agravos em relação a intervenções nossas. 

Como fica ?
No primeiro e no segundo graus seguem as ações. Vamos aguardar pela intervenção da PGE, que tem prazo para agir.

Vilmar Lourenço ingressa no PP do RS

 Parlamentar será o sétimo integrante da bancada no Legislativo e destacou que será um soldado do partido para que a sigla atinja os objetivos traçados para as eleições deste ano


O deputado estadual Vilmar Lourenço filiou-se ao Progressistas em ato realizado na tarde desta terça-feira (8) na sala José Francisco Gorski da Assembleia Legislativa gaúcha. Eleito em 2018 pelo PSL, Lourenço ingressa na nova legenda dentro da chamada janela de migração partidária, que vale de 01 de março a 01 de abril de 2022.


Com a filiação de Lourenço, o Progressistas ganha mais uma cadeira no Legislativo, somando sete parlamentares. O presidente estadual do Progressistas, Celso Bernardi, saudou a chegada de Lourenço ao partido e disse que o deputado qualifica ainda mais os quadros progressistas. “Éramos seis, agora somos sete votos a favor do Rio Grande do Sul. A filiação é uma formalização de direito, pois Vilmar já faz parte da família progressista por seus valores, ideais e posições”, declarou. 


Representando a bancada, o deputado Marcus Vinícius de Almeida ressaltou a convergência de Lourenço com os propósitos do partido. “Tínhamos a expectativa do teu ingresso, pois sempre te mostraste parceiro, caminhando conosco pelo Rio Grande e mostrando o desejo de fazer parte desta família. O desafio de 2022 é grande e é muito importante contarmos contigo”, afirmou.


O deputado Vilmar Lourenço se disse motivado com a decisão, ressaltando que irá trabalhar incansavelmente para que o partido se fortaleça ainda mais e consiga conquistar o principal objetivo da legenda em 2022: a vitória nas eleições para o Governo do Estado. “Há pelo menos 15 anos o Progressistas já deveria ter voltado ao comando do Piratini. É momento de somar, e serei um soldado do partido neste sentido”, disse o parlamentar, que é pré-candidato a deputado federal.


Também participaram do ato de filiação os deputados Marcus Vinícius de Almeida, Sérgio Turra, Adolfo Brito e Issur Koch; o prefeito de Sapucaia do Sul, Volmir Rodrigues; o presidente do PP de Sapucaia do Sul, Alexandre da Rosa, lideranças partidárias e colaboradores da bancada. 


Histórico


Vilmar Lourenço nasceu em 1956, em Santa Cecília, Santa Catarina. Foi militar, eletricitário e, desde 1988 vive em Sapucaia do Sul. Em 1995, fundou, ao lado da recém-formada advogada e hoje vice-prefeita do município, Imília de Souza, a Lourenço e Souza Advogados. A empresa tem matriz em Sapucaia do Sul e filiais em 15 cidades. 

Com um trabalho voltado para a reconstrução econômica do Estado, Lourenço é autor de mais de 30 projetos de Lei, tendo como destaque o que cria o Estatuto da Pessoa com Câncer no RS. Já integrou as Comissões de Agricultura, Educação, Saúde, Defesa do Consumidor, além da Comissão Especial de Acompanhamento das vacinas contra a Covid no RS e a CPI dos Medicamentos.


Projetos de Lei apresentados pelo deputado e já sancionados:


Política Estadual de Pessoas Desaparecidas – Lei 15305/2019

Estatuto da Pessoa com Câncer no RS – Lei 15446/2020

Dia do Pastor Evangélico – Lei 15340/2019

Dia da Doença de Parkinson – Lei 15375/2019

Política Estadual de Atenção Integral ao Parkinson – Lei 15623/2021

Primeiros socorros em Pré-natal – Lei 15618/2021

Política de Atenção às mulheres vítimas de violência (botão de pânico) – Lei 15.685/2021