Artigo, Marcus Vinicius Gravina - Os presos de 8 de janeiro e a CPMI

- O autor é advogado, RS.

Sem a abertura de CPMI não haverá justiça aos manifestantes do 8 de janeiro, na praça dos três poderes de Brasília.

Os outros inquéritos existentes (chapa branca), que tentam justificar a desnecessidade de mais esta investigação no Congresso Nacional,  estão comprometidos desde o nascedouro.  Carimbados pela falta de isenção, do prejulgamento e do excesso da maldade humana de quem ordena prisões de cidadãos comuns: homens, mulheres, filhos agarrados as suas mães em prantos, todos desarmados.  

Foram conduzidos a um campo de concentração de prisioneiros, pasmem, pelo Exército brasileiro, a quem imploraram, durante meses, por auditoria no processo da apuração de votos de urnas suspeitas e não auditáveis utilizadas na eleição presidencial de 30 de outubro de 2022.  

Por esta razão passaram a ser atacados e apontados como terroristas e antidemocráticos. A origem de todos os incidentes posteriores, tachados de  atentatórios ao Estado Democrático de Direito vem de um coquetel de denúncias de suspeitas de fraudes nas urnas eleitorais e de tratamento desigual à fiscalização  da campanha dos candidatos (tempo de propaganda em horário regulado). Incluem-se neste rol as provocações de ministros togados e de Estado: “perdeu mané”, “eleição não se ganha, se toma” e de que seria usada munição letal para dissolver aglomeração de manifestantes. Isto, e mais as prisões  do Secretário Anderson Torres e comandante da polícia militar de Brasília, também deverão ser tema para a CPMI.

Só restava provar a fraude, que o mundo inteiro comentava em sua imprensa livre. Chegou ao ponto de ser demonstrada em cadeia de TV por um, argentino expert no campo da computação eletrônica ou cibernética as “falhas grotescas” cometidas.

Pois, os fatos acima, simplesmente, relembrados são fiéis ao do conhecimento e domínio públicos. 

Disso resultou que a competente equipe do Exército requisitou  o “código-fonte das urnas eletrônicas” da contagem de votos para o seu trabalho, diretamente ao TSE. 

Foi, peremptoriamente, negada a essencial fonte de esclarecimento da lisura ou correção dos dados referentes a contagem dos votos.  Os especialistas das FFAA foram mandados de volta ao quartel, sem concluírem a missão aguardada com confiança e expectativa pelo povo ordeiro e mobilizado  nas ruas e em frente a quartéis do Exército de todo o Brasil. 

Jamais aquela gente poderia acreditar que a ação de apurar presumíveis  irregularidades no  resultado da eleição  - impedida de ser cumprida - iria se converter em uma blitz ou operação de prisão de pessoas que cantavam o hino nacional, diariamente, e seriam  conduzidas pelos Exército e não pela Policia Militar a um calabouço e depois, a dois presídios da capital federal, onde muitos ainda se encontram.

Não tiveram a individualização dos supostos crimes, nem audiências de custódias e acesso a advogados.  Mas, passaram a ser tratados como, criminosos, vândalos, golpistas, antidemocráticos, por alguns órgãos da imprensa partidarizada e mercenária.  Um destes órgãos da desprezível imprensa nacional,  publicou dia 17 editorial condenando à criação CPMI, certamente, com receio de indenizações a que estará sujeita a pagar a  inocentes, a quem imputou crimes e tiveram suas imagens expostas.

Excluídos, dentre os presos, os verdadeiros criminosos de outra bandeira, infiltrados que romperam os procedimentos ordeiros de patriotas durante meses, para incriminá-los nos atos do dia 8 de janeiro, quero dizer que a maioria dos presos representa milhões de compatriotas que não puderam ir a Brasília protestar contra a negativa do TSE, que impediu a auditoria conclusiva do número dos votos do segundo turno dos dois candidatos, pelo Exército, em nome das FFAA.  

Cumpre ao Congresso Nacional conceder todos  os meios de defesa a quem foi preso e está sendo tolhido em seus legítimos direitos de provar sua inocência, livre de censuras ou coerções tirânicas.

Senhores, Deputados e Senadores, REDIMAM-SE de seus pecados omissivos impatrióticos, em todo este episódio -  a chave da soltura de mais de mil brasileiros inocentes está em suas mãos, é a CPMI de 8 de janeiro de 2023, cuja a causa dos incidentes tiveram origem na nebulosa apuração dos votos da eleição de presidente da República, de 30 de outubro de 2022 e de provocações públicas do tipo: “perdeu mané, não amola” e “eleição não se ganha, se toma”.

Na dúvida pro societate: CPMI, já!

Caxias do Sul, 18.03.2023


 

Dica do editor - Veja a programação da final do STU National 2023, Orla do Guaíba, Porto Alegre

As semifinais femininas e masculinas das categorias street e park, do STU National 2023, foram realizadas na tarde deste sábado, 18, na pista de skate da Orla do Guaíba. A competição reuniu neste sábado mais de 100 skatistas nas baterias classificatórias de street e park. 

Programação para este domingo: CLIQUE AQUI.


STU National 2023 - `Programação de hoje

 As semifinais femininas e masculinas das categorias street e park, do STU National 2023, foram realizadas na tarde deste sábado, 18, na pista de skate da Orla do Guaíba. A competição reuniu neste sábado mais de 100 skatistas nas baterias classificatórias de street e park. 

Programação para este domingo:


19/03 - Domingo

11h às 12h: Final Street Feminino

- 14h às 15h15: Final Park Feminino

- 15h15 às 16h30: Final Paraskate

- 16h30 às 17h45: Final Street Masculino

- 17h45 às 19h: Final Park Masculino

- 19h às 20h: High Jump BV

- 20h: Premiação

Prefeitos da Serra chamam Leite às falas e ele acabva defendendo as vinícolas do RS

O prefeito de Bento Gonçalves, Diogo Siqueira, após a reunião, afirmou ter havido certo atraso a nível estadual de posicionamentos e ações mais firmes que buscassem preservar a imagem da região e do setor vitivinícola. “Tanto que essa reunião foi chamada por nós (a Amesne). Mas acreditamos que a partir de agora há o alinhamento.”

O governador Eduardo Leite manteve atitude covarde durante toda a primeira parte dos capítulos iniciais da atual temporada de lacração contra as vinícolas, os vinhos, os trabalhadores e o povo da Serra do RS, com ênfase para Bento e Garibaldi.

Só ontem, quando já ciruclavam rumores de que PF e Brigada isentariam as vinícolas pelo caso do trabalho escravo é que ele se animou, ainda assim porque foi chamado às falas pelos prefeditos da Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste (Amesne). Na pauta da reunião estava o alinhamento de discursos e medidas diante do caso de trabalho análogo à escravidão descoberto na cidade.

Após o encontro, Eduardo Leite demonstrou apoio ao setor e voltou a definir a situação encontrada em Bento Gonçalves como fato isolado. “Estamos aqui para defender o que é a característica da Serra Gaúcha e do setor Vitivinícola. Um povo forjado no suor, no esforço e que sabe o valor do trabalho. Justamente por isso fica indignado quando alguém trata o trabalhador de forma indevida”, declarou.

Opinião do editor - O TAC das Vinícolas não tem mais valor algum e precisa ser cancelado

O corajosos delegado federal Adriano Medeiros do Amaral e o oficial da Brigada Rodrigo Fausto Mendes, podem até ser levados a recuar do que disseram ontem, mas o que disseram está gravado para sempre nas redes mundiais de computadores.

Acossadas por uma selvagem campanha de assassinato de reputação conduzida pela RBS e pelo lulopetismo, inclusive Ministério do Trabalho, as vinícolas Salton, Garibaldi e Aurora não souberam ou não puderam defender-se na hora certa. Sob pressão, sem defesa eficaz (o próprio governo estadual apenas ontem dignjou-se defendê-las) as empresas cometeram erros de grande monta na administração da crise, que teve claro conteúdo político, mas também econômico - de mercado. 

Foi um erro, portanto, o TAC apressado que lhes foi imposto pelo Ministério Público, comprometendo-se a pagar R$ 7 milhões por crimes que não cometeram, como se viu agora. O TAC é a aceitação da acusação para diminuir a punição. Aliás, este é um case para quem trabalha com gestão de crise: tudo feito de forma equivocada.

Vai ser difícil juntar todas as penas, mas este TAC precisa ser desfeito de imediato, com ampla retratação por parte das autoridades envolvidas no caso.

Governo chinês pede agenda mais enxuta para Lula da Silva. Ele viajará dia 26 para Pequim.

O governo chinês pediu agenda mais enxuta para Lula da Silva, que queria assinar 30 acordos. Agora, onúmero ficará entre 15 a 20 (CLIQUE AQUI para ver informação completa do site Poder360).

Segundo o Itamaraty, a viagem de Lula da Silva e da comitiva brasileira, formada por ministros e parlamentares, será realizada entre os dias 26 e 31 deste mês. 

A visita foi agendada para Pequim e Xangai, e se reunirá com o presidente chinês Xi Jinping. A agenda do presidente ainda está sendo fechada pelo Palácio do Planalto.

A Agência Brasil de hoje fornece detalhes da missão, mas não diz se a presidente deposta Dilma Roussef irá junto. Dilma é a candidata do governo lulopetista à presidência do Brics (CLIQUE AQUI para verificar informação completa da agência, hoje).

Militares no RN

  Políticos da oposição pedem intervenção federal no EStado governado pela lulopetista Fátima Bezerra, que perdeu o controle da situação.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), enviou, nesta sexta-feira (17), pedido ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uso das Forças Armadas no Rio Grande do Norte. O estado tem sofrido com ataques violentos de criminosos a prédios públicos, comércio e veículos.Pacheco atendeu solicitação feita pelo senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), que pede o emprego das Forças Armadas com base no Artigo 142 da Constituição. O artigo prevê operações da Garantia da Lei e da Ordem (GLO). A autorização para acionar as Forças Armadas é competência da Presidência da República.

500 agentes da Força Nacional estão no estado para reforçar a segurança pública após os ataques violentos. O envio dos agentes foi autorizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, diante de pedido feito pelo governo estadual.

Pelo menos 43 pessoas foram presas, suspeitas de participar nos ataques criminosos praticados em 14 municípios desde o início da semana.