segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Artigo, Luís Milman - A ideologia da destruição

Artigo, Luís Milman - A ideologia da destruição
As catástrofes políticas, sociais e econômicas que caracterizam todos os regimes comunistas estão delineadas nos escritos de Marx. Porém, o marxismo não é uma doutrina insepulta, mas uma forma de religião ativa pagã, que provoca um pandemônio cognitivo, inviabiliza o senso crítico e devasta os padrões morais do sujeito que adere a ele. Para Marx, a força das ideias era puramente destrutiva e seus efeitos deveriam ser sentidos em todos os aspectos da vida: destruir a economia de trocas livres, devastar a noção de indivíduo, destroçar as formas de organização política e social burgueses, pulverizar os costumes e a religião. Tudo está ao alcance do mainstream ideológico marxista, que o crente no materialismo dialético passa a professar depois de ter se convertido a esta confissão. Os regimes marxistas ruíram na Europa depois de quase um século de opressão e miséria. A vertente católica comunista da Teologia da Libertação impregnou, no entanto, a Igreja da América Latina e penetrou na política partidária do continente, com a ajuda da Universidade e de intelectuais devotados à causa, como os seguidores dos frankfurtianos, dos pós-modernistas e dos desconstrucionistas. E essa vertente culturalista foi bem sucedida. No plano teológico, a caridade, a filantropia e a salvação da alma deram lugar ao apoio à luta armada no campo e à luta de classes. Já a percepção dominante no mundo ocidental tornou-se relativista e permissiva. Padrões estéticos foram redefinidos para dar abrigo à vulgaridade e à banalidade alegadamente de extração popular da arte pop e da indústria do entretenimento, cuja referência é a destruição de valores milenares. A cultura no sentido estrito deu lugar, por um lado, ao lixo esquerdista presunçoso produzido por intelectuais orgânicos nas cátedras acadêmicas de humanidades e, por outro, ao vale-tudo que, em nome da mitificação do gosto das massas, circula nos meios de comunicação. A criminalidade, a depravação e a toxicodependência tornaram-se fetiches na música e nas artes cênicas. A publicidade comercial e a propaganda política fazem descer a inteligência do público ao nível do retardo patológico. É difícil aceitar que uma criança normal possa aceitar ser exposta à indecência e à idiotia da programação diária de TV. Mas o problema é que isto ocorre em larga escala. A família, que já havia sido alvo dos ataques de Marx, foi transformada em vilã num enredo que apregoa a sua substituição pela promiscuidade. Anarquistas como Foucault, marxistas como Marcuse e hedonistas como Lacan transmutaram a sexualidade em exercício de taras,das quais de destaca a ideologia de gênero, em nome de uma liberação urfeminina e da luta contra a dominação do macho. A sexualidade foi despida do encanto, do pudor e do recato, passando a ser praticada como parte essencial da luta politica contra a opressão que está, segundo a ideologia destrutiva, em todo lugar. O resultado disto tudo, no Ocidente pós 2ª Guerra, foi o surgimento de uma mentalidade emasculada em todos os setores da vida, delineada pela hipertrofia de comportamentos bizarros e extravagantes e pelo apelo a super-direitos abstratos. Por outro lado, nada do que se alicerça nos valores judaico-cristãos pode dar, nessa perspectiva, origem ao belo ou ao justo. Tudo que provêm da tradição deve ser destruído. A naturalidade com que se reproduzem, na mídia e na escola, clichês infanto-juvenis sobre opressão, igualdade e diversidade infesta a concepção contemporânea de mundo com um cavalar complexo de culpabilização do ego, alimenta constantes dissonâncias cognitivas e faz com que mesmo a forma mais inocente de se expressar seja alvo de autopoliciamento. Nessa perspectiva, na história do Ocidente nunca tantos foram vítimas de exclusão, opressão, preconceito e ódio como são os gays, os muçulmanos, os negros, os índios ou os latinos de hoje. A ideia é organizar politicamente indivíduos negros pela cor ou latinos pela procedência, muçulmanos pelo ressentimento e gays pelos seus hábitos na cama. E depois mobilizá-los para a luta destrutiva. A vitimização tornou-se norma de conduta e os neologismos formados com a palavra "fobia" injetam, na vida social, o sintagma de combate de estudantes profissionais e hordas sectárias e de seus modelos, os psicóticos nihilistas.


4 comentários:

  1. Um resumo perfeito dos dias atuais! Parabéns ao articulista!

    ResponderExcluir
  2. Dúvidas que martirizam a mente das pessoas de bem:
    “Afinal de contas, por que o PT tanto quer conquistar o poder?”
    “Seus dirigentes já não conseguiram galgar os postos políticos mais almejados?”
    “Poderiam ser considerados insaciáveis pelo poder, talvez pelo locupletamento ilícito, ou estariam a mando de 'forças estrangeiras ocultas', leia-se COMUNISTAS?”

    Poderiam ter mudado a cara do Brasil, colocando em prática os discursos que tanto aplicaram em suas campanhas políticas.
    Entretanto, o que fizeram?
    Se esbaldaram com o dinheiro público. Beneficiaram aos “cumpanheros” com cargos, dinheiro em cuecas (para não descrever a longa lista) e impunidade aos seus crimes. Presentearam amigos ditadores com bilhões de reais, entregando-lhes obras modernas (metrô de Caracas, Porto de Mariel, dentre outras), anistiando dívidas históricas.
    Abriram as fronteiras para o tráfico de armas e drogas, além da entrada de milhares (se o montante não chegou aos milhões) de estrangeiros, sem controle de suas reais intenções.
    A descrição pode se tornar quilométrica, colocando o prato da balança entre o que fizeram de bom e de ruim ao País totalmente desnivelado, com tendência de permanecer em local que poderíamos chamar de caótico.

    E tinham o maciço apoio popular.
    Controlavam (seja por aparelhamento ou corrupção) praticamente todas as instituições e os meios de comunicação.
    E querem continuar nesta sanha devoradora dos recursos do povo?
    Não sossegam enquanto não acabarem com toda a dignidade de nossa gente?
    Não interrompem a escalada de violência, de terrorismo, de desagregação moral e social?
    O que querem esses esquerdistas afinal?
    Acabar com o Brasil de uma vez por todas, tal como conseguiram fazer com a Venezuela?
    As perguntas aí estão.
    As respostas, com argumentos aceitáveis e não ofensivos, certamente jamais virão.

    ResponderExcluir
  3. para esta patifaria existe dinheiro para sustenta-la.

    Os criadores e colaboradores deste crime contra a sociedade ocidental cristã, veio das mentes podres dos judeus.

    na internet fica fácil de pesquisar TODOS os judeus que fundaram e colaboraram e colaboram até os dias atuais em difundir o comunismo para destruir a sociedade cristã. só idiotas não enxergam esta obviedade.

    Se autoproclamaram vítimas para esconderem seus crimes.

    ResponderExcluir
  4. O comentário deste Ultra 8 é, como tudo que sai deste sujeito, profundamente antissemita. Convenhamos, tudo tem um limite. Neste caso este limite já foi ultrapassado de longe.

    ResponderExcluir