7 cuidados para prevenir crises de rinite nos dias de calor

A Dra. Raquel Rodrigues, médica otorrinolaringologista do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE), explica que “a rinite é uma inflamação da membrana da mucosa do nariz que provoca sintomas como coriza, obstrução nasal, espirros frequentes e coceira no nariz, olhos ou garganta. Nos períodos de calor, as mais comuns são a rinite alérgica e a vasomotora, que pode ser desencadeada por cheiros fortes, fumaça, mudanças de temperatura ou estresse”. 

 A médica explica mais sobre esses dois tipos de rinite:

 Seguem 7 cuidados recomendados pela especialista:

 - limpe regularmente os filtros do ar-condicionado e as hélices dos ventiladores para evitar o acúmulo de poeira, ácaros e fungos;

- durante o uso do ar-condicionado ou em dias de secura no ar, utilize umidificadores ou uma vasilha com água para manter a umidade ideal;

- mantenha a casa limpa e arejada para evitar a acumulação de alérgenos;

- beba bastante água para hidratar o organismo;

- evite o consumo de bebidas geladas, pois podem irritar a garganta e agravar as crises;

- em dias quentes e muito poluídos, utilize máscara facial nos ambientes externos;

- faça a lavagem nasal regularmente para remover impurezas e hidratar a mucosa. 


Artigo, especial - A fossa moral e o ódio aos cristãos

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano

Mais um espetáculo grotesco protagonizado recentemente por Eduardo Bueno, o "Peninha", como sempre, destilando um ódio visceral. Dessa vez contra os cristãos evangélicos. O episódio não pode ser atribuído a um fato isolado ou um simples "surto" de um personagem histriônico. É o transbordamento de uma fossa moral que há muito tempo infiltra o debate público brasileiro: a ideia de que a fé é uma patologia e o f iel, um cidadão de segunda classe. Ao sugerir que evangélicos não deveriam votar e que deveriam ficar "pastando" nos templos, o sujeito está expondo o DNA autoritário de uma elite que se au toproclama "iluminada", mas que entra em convulsão ao notar que não consegue mais controlar o pensamento das massas através de seus manuais ideológicos. A contradição é gritante. Essa mesma patota que preenche formulários sobre "di versidade", "tolerância" e "Estado Laico" é a primeira a clamar pela cassação de direitos civis básicos quando o grupo em questão não reza pela sua cartilha pro gressista. Para eles, o Estado Laico não é a neutralidade religiosa do governo, mas a expulsão sumária de qualquer valor moral cristão da esfera pública. O que realmente apavora figuras como Peninha não é o templo, o pastor ou a li turgia. O que os assusta é a autonomia moral. O cristão que defende a família, que exige segurança pública e que não aceita ser massa de manobra de engenharia social é o maior obstáculo para quem deseja um povo dependente de migalhas estatais e de validação intelectual acadêmica. Não é de hoje que o "historiador" coleciona episódios lamentáveis. O ataque aos cristãos é apenas o ataque mais recente de uma profusão de intolerância. Em diver sas ocasiões, o tom debochado de Bueno descambou para o preconceito regional, tratando o nordeste e com um desdém que beira o colonialismo intelectual. Para ele, parece que a inteligência do país termina onde começa o seu próprio círculo social. Peninha revelou seu lado mais sombrio ao comemorar o assassinato de Charlie Kirk. Provavelmente sua "democracia" é um clube fechado onde só entram con vidados que pensam exatamente como ele. Quem discorda não merece apenas o debate, merece a aniquilação pública. Contudo, a valentia de Peninha no caso Kirk mostrou-nos um limite bem definido: o saldo bancário. O histérico só ensaiou um pedido de desculpas quando sentiu o peso do cancelamento de seus contratos e a debandada de patrocinadores. É a "éti ca do bolso". Para essa elite, o ódio é livre, desde que não atrapalhe os negócios. A retratação não veio do coração ou da razão, mas do medo de perder o conforto. Agora, com o ataque aos evangélicos, o histérico mostra que a elite "esquerda ca viar" odeia o povo que toma porrada da vida e se mantém de pé porque acredita em algo maior que o governo. Eles odeiam a esperança que não nasce de uma promessa de palanque, mas de uma promessa bíblica. O Brasil real não cabe nos "livros de colorir" de intelectuais de auditório. Ele está nas comunidades, nas igrejas de periferia e nas famílias que acordam cedo para trabalhar enquanto o "profeta do esgoto" grita com a câmera. Atacar a fé do brasileiro é, em última análise, um atestado de falência moral. É a tentativa desesperada de quem perdeu completamente o argumento e agora res ta a tentativa de interditar o eleitor. A democracia que Peninha diz defender é feita, justamente, por aqueles que ele tenta calar.

TCE do RS aponta erros grosseiros no edital das novas concessões rodoviárias

  TCE confirma inconsistências no edital dos pedágios e alerta: irregularidade pode ser sacramentada com edital já na rua 

O deputado Paparico Bacchi, PL, presidente da CPI do INSS, disse ao editor que são muito graves asinformações passadas pelo auditor do TCE do RS, Roberto Tadeu de Souza, que confirmou que o edital das concessões (Bloco 2) foi lançado com inconsistências técnicas e sem a finalização da análise do tribunal, conforme aponta o TCE. Relatos indicam que, dos 50 pontos de atenção, 28 permanecem sem resposta do governo, gerando risco de que falhas técnicas se tornem irregularidades oficiais com o leilão, previsto para 13 de março, ocorrendo antes da correção final, como detalhado no Facebook. 

Inconsistências Técnicas: O diretor confirmou que o edital contém falhas que podem se converter em irregularidades institucionais.

Apressamento do Edital: O governo lançou o edital do Bloco 2 sem a conclusão definitiva da análise técnica pelo TCE, um fato inédito no atual governo, conforme Facebook.

Riscos Econômicos: Apontamentos sobre subestimação de receitas e superestimação de custos, incluindo um custo de capital (WACC) inflado, sugerem impacto direto na tarifa, segundo o PT Assembleia RS.

Pedido de Suspensão: A bancada de oposição na CPI solicitou a suspensão do leilão até que todos os 50 problemas identificados pelo TCE sejam sanados.

O que é esta CPI dos Pedágios

 A CPI dos Pedágios do Rio Grande do Sul, instalada oficialmente na Assembleia Legislativa no final de 2025 e com trabalhos intensos em janeiro de 2026, é uma Comissão Parlamentar de Inquérito criada para investigar possíveis irregularidades nos contratos de concessão de rodovias estaduais, particularmente no programa "RS Parcerias". 

Aqui estão os pontos principais sobre a CPI:

Objetivo: Investigar supostas irregularidades técnicas, jurídicas e financeiras nos projetos de concessão, com ênfase nas tarifas cobradas, no modelo de free flow (pedágio eletrônico) e na instalação de novas praças de pedágio.

Contexto: Nasceu da insatisfação com o plano do governo Eduardo Leite de instalar novas praças de pedágio, elevando o custo de vida e transporte.

Alvos da Investigação: Foca nos blocos de concessão 1, 2 e 3, investigando se o planejamento foi justo e mal desenhado para a população.

Situação Atual (Janeiro/2026): A comissão iniciou oitivas (audiências) com técnicos e secretários. Em depoimentos, auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontaram inconsistências técnicas e a realização de edital antes de um parecer final, algo considerado inédito.

Ações: A CPI aprovou diversos requerimentos, incluindo convocações de secretários de governo e pedidos de informações técnicas, buscando analisar a transparência do processo. 

A comissão foi proposta inicialmente pelo deputado Paparico Bacchi (PL) e conta com forte atuação da Bancada do PT/PCdoB, focando em "apertar o cerco" contra o que chamam de pedágios abusivos. 

CPI dos Pedágios realizará primeira oitiva com técnicos do TCE A

A Comissão Parlamentar de Inquérito dos Pedágios, que investiga os contratos de concessão de rodovias estaduais no âmbito do Programa RS Parcerias, realiza nesta quarta-feira, 28 de janeiro, às 14h, a sua primeira oitiva, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em formato híbrido, na Sala Dr. Maurício Cardoso. A oitiva marca o início da fase técnica dos trabalhos da CPI e tem como objetivo aprofundar a análise dos mecanismos de controle, fiscalização e auditoria aplicados aos contratos de pedágio em vigor no Estado. Serão ouvidos o diretor de Controle e Fiscalização do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RS), Roberto Tadeu de Souza, e a coordenadora do Serviço de Auditoria Estadual de Engenharia e Desestatizações (SAEDE), Marilucia de Ross Moser, ambos formalmente convocados conforme requerimentos aprovados na reunião da Comissão em 5 de janeiro de 2026. Também participarão da oitiva os auditores de Controle Externo Ben-Hur Kummer Bittencourt e Felipe Wagner da Rosa, disponibilizados pelo Tribunal de Contas por iniciativa própria. Durante a reunião, também está prevista a apreciação de requerimentos para a convocação de representantes de órgãos públicos, concessionárias, entidades de classe e movimentos da sociedade civil, ampliando o escopo da investigação sobre a modelagem, execução e impactos dos pedágios no Rio Grande do Sul. A CPI dos Pedágios é presidida pelo deputado Paparico Bacchi e tem como foco garantir transparência, fiscalização rigorosa e acesso à informação, assegurando que os contratos atendam ao interesse público e às necessidades da população gaúcha. As informações obtidas nesta primeira oitiva servirão de base para a definição das próximas etapas dos trabalhos da Comissão.

Saiba mais sobre as novas regras nacionais para tirar a CNH

 A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) tornou público o Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular. O documento estabelece critérios claros sobre trajeto, percurso e forma de avaliação das provas práticas para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), válidos para todo o país. Fica claro o estabelecimento de diretrizes nacionais a serem cumpridas pelos Departamentos de Trânsito (Detrans) de todo o Brasil.

CLIQUE AQUI para saber mais sobre as mudanças, inclusive com bateria de perguntas e respostas. O material é reportagem do jornalita Alex Rodrigues, da Agência Brasil.

Reprovação

Uma das principais mudanças, o fim das faltas eliminatórias automáticas, inverte a lógica de pontuação com que alguns Detrans operavam. Com isso, todo candidato passa a ser avaliado pela soma de pontos decorrentes das infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) cometidas durante o percurso. E condutas que não configuram infração de trânsito, como “deixar o veículo morrer”, deixam de gerar reprovação automática.

“Nos termos da norma vigente, o candidato inicia o exame com pontuação zero, sendo acrescidos pontos conforme as infrações de trânsito constatadas durante a avaliação, de acordo com sua natureza e gravidade”, estabelece o manual.

Para ser aprovado no exame de condução, a nota do candidato não pode exceder os dez pontos.

As infrações são pontuadas conforme a classificação do CTB: leve (1), média (2), grave (4) e gravíssima (6).

Baliza

Outra mudança, já anunciada por alguns Detrans, como o de São Paulo, é o fim do teste de baliza como uma etapa eliminatória da prova prática.

Mudanças

A publicação do Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular se soma às recentes mudanças no processo de obtenção da CNH, incluindo o fim da obrigatoriedade do candidato contratar uma autoescola para ter aulas de direção.  

Pelas novas regras divulgadas no fim de 2025, o curso teórico passou a ser gratuito. O governo fornece ao candidato todo o conteúdo de forma digital, mas também é possível frequentar aulas presenciais em autoescolas.

Anteriormente era obrigatório fazer 20 horas de aulas práticas, agora só duas horas são necessárias. O candidato, caso queira, também pode frequentar uma autoescola ou contratar instrutores autônomos. Para tirar a CNH, o candidato ainda tem que ser aprovado em dois exames.

Confira, abaixo, outras mudanças na prova prática, de acordo com o Ministério dos Transportes.

-O estacionamento permanece na prova prática?
O estacionamento permanece como parte da prova prática. Ao final do trajeto, o candidato deve parar o veículo e realizar o desembarque de forma segura, em conformidade com a legislação de trânsito.

-Todos os Detrans devem seguir as diretrizes da resolução?
Os Detrans devem, obrigatoriamente, seguir as diretrizes nacionais estabelecidas pela legislação de trânsito. Essas regras são únicas para todo o país e não podem ser alteradas pelos estados. No entanto, a prova prática não é idêntica em todos os lugares. Cada cidade tem vias, sinalização e espaços urbanos diferentes.

-Há algum tipo de punição ou responsabilização para o Detran que não implementar ou descumprir as orientações?
Existem diferentes medidas previstas, que começam com apurações administrativas e podem evoluir para um processo de sindicância. Nos casos mais graves, o CTB prevê a possibilidade de intervenção direta no Detran, com a substituição da presidência, mediante processo administrativo aprovado pelo Contran. Essa é a medida máxima de responsabilização prevista em lei para situações de descumprimento das normas nacionais de trânsito.

-É possível utilizar veículos automáticos nas provas?
Sim, é possível fazer a prova prática com veículo automático. Assim como qualquer outro veículo utilizado no exame, ele deve estar em conformidade com as regras de circulação e equipado com todos os itens obrigatórios exigidos pela legislação de trânsito.

Novas regras para o Pix

 Entraram em vigor, ontem, as novas regras de segurança do Pix definidas pelo Banco Central (BC), com foco na recuperação mais rápida dos valores transferidos de forma indevida. Foram reforçados mecanismos de combate a golpes, fraudes e casos de coerção. A principal novidade é a atualização do Mecanismo Especial de Devolução (MED), que passa a permitir o acompanhamento mais eficiente do caminho do dinheiro.

Especialistas estimam que as mudanças podem diminuir em até 40% os golpes considerados bem-sucedidos.

O que muda com as novas regras do Pix

MED passa a ser obrigatório: todos os bancos e instituições de pagamento que operam o Pix devem adotar a versão 2.0 do Mecanismo Especial de Devolução.


Rastreamento do dinheiro entre contas: a devolução não fica mais restrita à conta que recebeu inicialmente o valor. O sistema passa a rastrear transferências para contas intermediárias.


Bloqueio automático de contas suspeitas: contas com denúncia de fraude podem ser bloqueadas de forma imediata, antes mesmo da conclusão da análise.


Prazo menor para devolução: o Banco Central estima que os valores possam ser recuperados em até 11 dias após a contestação, prazo mais curto do que o praticado anteriormente.


Compartilhamento de informações entre instituições: bancos passam a trocar dados sobre o caminho do dinheiro, o que facilita o bloqueio e a restituição dos recursos.


Autoatendimento para contestação: A vítima pode solicitar a devolução diretamente pelo aplicativo do banco, sem necessidade de contato humano.


O que o correntista deve fazer em caso de golpe:

O cliente deve contestar a transação o quanto antes pelos canais oficiais do banco;

a instituição de origem comunica a instituição recebedora em até 30 minutos;

Os recursos são bloqueados na conta do suspeito;

As instituições analisam o caso;

Se confirmada a fraude, o valor é devolvido;

Se não houver indícios, o dinheiro é liberado ao recebedor.

Criado em 2021, o MED é um dos principais pilares de segurança do Pix. Com as novas regras, o Banco Central espera desestimular o uso re