Dica do editor - Saiba tudo sobre o virus Hipah, que poderá ser a próxima pandemia

 O vírus Nipah (NiV) é um patógeno zoonótico raro e altamente letal, transmitido principalmente por morcegos frugívoros (gênero Pteropus) para humanos ou hospedeiros intermediários como porcos. Identificado em 1999, causa infecções respiratórias graves e encefalite fatal, com alta taxa de mortalidade. Não há vacinas ou tratamentos específicos aprovados, focando-se no manejo de suporte. 

Aqui está um resumo detalhado sobre o vírus Nipah:

Transmissão: Ocorre pelo contato direto com morcegos infectados, seus fluidos corporais (saliva, urina), ou consumo de alimentos contaminados por eles (como seiva de palmeira). A transmissão de pessoa para pessoa ocorre através de contato próximo com secreções de infectados.

Sintomas: Os sintomas variam de infecções assintomáticas a infecções respiratórias agudas (febre, dor de cabeça, dor muscular, dor de garganta) e encefalite fatal (convulsões, coma).

Risco de Pandemia: Embora perigoso, o risco de uma pandemia global é considerado baixo, pois o vírus não se espalha com tanta facilidade quanto o vírus da COVID-19 e surtos tendem a ser localizados na Ásia.

Situação no Brasil: Não há registro de circulação do vírus Nipah no Brasil. As espécies de morcegos que transmitem o vírus não são nativas do território brasileiro.

Prevenção: Inclui evitar contato com morcegos e porcos doentes, não consumir frutas parcialmente comidas por animais e seguir normas de higiene em áreas de surto. 

Fique atento a informações oficiais e evite desinformação sobre a chegada do vírus ao Brasil. 

Artigo, Diogo Chiuso, Não É Imprensa - #OsProtocolosDeJesséDeSouza

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Jessé Souza é mais um retrato deprimente de um vício crônico da intelectualidade brasileira. 

O debate político exige método, prudência e responsabilidade, mas nossos “intelectuais” estão sempre comprometidos com uma deprimente intoxicação ideológica. 

Para Jessé, os judeus são responsáveis pelos crime de Jeffrey Epstein. 

“Ele matava e violava meninas e meninos, americanos e de outros lugares, por uma autorização tácita e às vezes explícita do poder do lobby judaico no mundo”.

Na lógica de Jessé de Souza, se Jeffrey Epstein é judeu, logo os judeus são culpados pelos crimes de Epstein.

É a sociologia baseada nos Protocolos dos Sábios de Sião.

Mas uma idiotice nunca é dita sozinha. Para Jessé de Souza,

“o holocausto judeu foi cafetinado pelo sionismo, com a ajuda de Hollywood e de toda a mídia mundial, dominado pelo lobby judaico para acusar de antissemitismo qualquer crítica a Israel”.

O ambiente intelectual brasileiro é ritualístico. O camarada começa decorando clichês sobre “luta de classes”, “ideologia dominante”, “forças ocultas”, “lobbies”, “máquinas de manipulação”, e termina sempre na mais cretina repetição de teorias conspiratórias.

Mas este episódio é menos sobre Jessé Souza e mais sobre a burrice do ambiente intelectual brasileiro atual. 

Num país que virou um manicômio ideológico, é razoável que qualquer idiota presunçoso e iletrado suba no caixotinho de suas redes sociais para proclamar seu antissemitismo e arregimentar uma legião de retardados mentais com delírios persecutórios. 

Porque a estupidez também pode ser criminosa. 


Adaptação escolar: 5 dicas para tornar as primeiras semanas mais tranquilas


Entre expectativas e emoções, crianças precisam de acolhimento, rotina e parceria entre escola e família

 

Com as aulas já em andamento, muitas crianças ainda estão vivenciando o processo de adaptação à nova rotina escolar. Esse período, naturalmente cheio de expectativas, também pode despertar emoções diversas, já que envolve novos professores, desafios acadêmicos e mudanças no convívio social. Por isso, o acolhimento e a parceria entre escola e família continuam sendo fundamentais para o desenvolvimento emocional e o fortalecimento de vínculos.

 

De acordo com Angélica do Carmo, especialista em Orientação Educacional da Rede Santa Catarina, instituição que conta com oito colégios em cinco Estados, mesmo crianças que já frequentavam a escola podem demonstrar sensibilidade nas primeiras semanas. “As crianças estão reorganizando suas emoções para se sentirem seguras novamente”, explica.

 

Dados da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) indicam que processos de transição, como mudanças de rotina ou de ambiente social, estão entre os principais fatores que podem desencadear ansiedade infantil, especialmente em crianças menores. A entidade destaca que a previsibilidade e o acolhimento emocional contribuem para o desenvolvimento socioemocional e para o desempenho escolar.

 

Para favorecer uma adaptação mais tranquila, as escolas costumam adotar estratégias específicas, como entrada gradual, rotina organizada e atividades lúdicas. Essas ações ajudam a criança a se familiarizar com o espaço e a criar relações de confiança com educadores e colegas. Conforme ressalta Angélica, “quando a criança se sente acolhida, segura e confiante, a aprendizagem acontece de forma muito mais tranquila”.

 

A participação da família também é essencial nesse processo, especialmente quando a adaptação ainda está em construção. Algumas atitudes simples no dia a dia ajudam a tornar essa fase mais leve e segura para a criança:

 

• Reforce a rotina e a previsibilidade

Manter horários organizados para acordar, se alimentar, estudar e descansar ajuda a criança a se sentir mais segura no dia a dia.

 

• Mantenha o diálogo aberto

Crie espaço para que a criança fale sobre sentimentos e dúvidas, validando as emoções com acolhimento.

 

• Transmita segurança na despedida

Evite prolongar o momento ou sair escondido. Demonstre tranquilidade e confiança.

 

• Valorize a escola como um lugar seguro

Fale de forma positiva sobre professores, colegas e a rotina escolar.

 

• Confie no tempo de adaptação

Mudanças de comportamento nas primeiras semanas são naturais e tendem a diminuir conforme a criança cria vínculos.

 

Outro ponto fundamental é a forma como os responsáveis se referem à unidade escolar. Ao transmitir confiança na instituição e nos profissionais, a família reforça a sensação de segurança emocional da criança. “A criança observa e sente como os adultos de referência reagem à escola, e isso influencia diretamente suas emoções”, destaca a especialista.

 

Sinais do processo de adaptação

Durante as primeiras semanas, é comum observar comportamentos como ansiedade antes de ir à escola, maior agitação, choro no momento da despedida, irritabilidade, medo do desconhecido ou cansaço ao final do dia. Também podem ocorrer regressões pontuais, como maior necessidade de colo ou alterações no sono. Essas reações tendem a diminuir gradualmente, conforme a criança cria vínculos, compreende a rotina e se sente pertencente ao ambiente escolar.

 

Apesar de a maioria das reações ser considerada parte do processo natural de adaptação, alguns sinais exigem atenção, como sofrimento intenso e prolongado, recusa persistente em frequentar a escola, queixas físicas recorrentes sem causa médica, isolamento excessivo ou mudanças bruscas de comportamento. Nessas situações, o recomendado é que família e escola dialoguem para avaliar a necessidade de acompanhamento especializado.

 

Durante os primeiros dias letivos, o papel da escola também envolve observação individualizada e construção de vínculos afetivos. Atividades em pequenos grupos, escuta ativa e planejamento pedagógico baseado nas necessidades observadas ajudam a respeitar o ritmo de cada estudante. A especialista em Orientação Educacional da Rede Santa Catarina reforça que cada criança vivencia o retorno às aulas de maneira singular e que comparações devem ser evitadas.

 

“O acompanhamento atento, aliado ao diálogo aberto entre família e escola, favorece não apenas a adaptação, mas também o desenvolvimento emocional e acadêmico ao longo do ano letivo. A adaptação não é apenas da criança, é de todos nós. É um tempo de construção de confiança, vínculos e segurança emocional”, reforça Angélica do Carmo.


 


Suzana Kakuta é a nova secretária do Desenvolvimento Econômico de Porto Alegre

O prefeito Sebastião Melo anunciou, há pouco, o nome de Susana Kakuta para o comando da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Eventos de Porto Alegre. Kakuta foi indicada pelo presidente do PL da Capital, deputado Luciano Zucco. A bancada de verdadores do Partido apoiou tudo.

A nova secretária saiu há pouco da chefia do sistema Sesi-Senai-IEL e já ocupou outros cargos relevantes, como presidente do Badesul.

O que diz Zucco.

- Susana Kakuta é um nome técnico, altamente qualificado e com grande experiência na área de inovação e desenvolvimento. Temos a convicção de que ela reúne todas as condições para impulsionar o crescimento econômico de Porto Alegre, atrair investimentos e ampliar oportunidades para quem produz e empreende na nossa cidade.

Especialista em Gestão da Inovação e com mais de 30 anos de atuação profissional, Susana Kakuta possui uma trajetória reconhecida nacionalmente. Seu último cargo exercido foi o de diretora-geral do SESI, SENAI e IEL, instituições ligadas ao Sistema FIERGS, onde demonstrou sua capacidade de liderança e visão estratégica.


Ao longo da carreira, Susana também foi CEO de importantes parques tecnológicos, como o Tecnosinos – onde liderou projetos de expansão internacional – e o Pradotech, participando ativamente da concepção e implantação de iniciativas voltadas à inovação. É ainda cofundadora de startups como a Biosens, deeptech da área da saúde, e a Startup Academy, uma plataforma dedicada à formação de gestores e empreendedores, o que reforça seu profundo conhecimento sobre o ecossistema de inovação e empreendedorismo.


À frente da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Eventos, Susana Kakuta terá como missão principal fortalecer o ambiente de negócios da capital, ampliar políticas de incentivo ao empreendedorismo, modernizar processos de licenciamento, fomentar o turismo e, consequentemente, atrair novos investimentos para Porto Alegre, consolidando a cidade como um polo de desenvolvimento e inovação.

CPI constata que Leite deixou EGR fora das consultas para leilão de novos pedágios

 Durante a oitiva desta segunda-feira da CPI dos Pedágios, presidida pelo deputado Paparico Bacchi, o diretor-presidente da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), Luís Fernando Pereira Vanacor, afirmou que a empresa não participou da definição dos trechos nem da modelagem das obras que compõem os Blocos 1 e 2 das concessões rodoviárias.


Segundo o depoimento, o Governo do Estado não buscou a EGR como alternativa, nem a provocou formalmente para a realização das obras. Para o deputado Paparico Bacchi, a informação é relevante para os trabalhos da CPI, pois evidencia que decisões com impacto direto no bolso do gaúcho foram tomadas sem a participação da empresa pública responsável pela gestão de rodovias pedagiadas no Estado.


Durante a mesma oitiva, ficou registrado que o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER), sob a direção-geral de Luciano Faustino da Silva, também não teve participação ativa e direta na construção da modelagem das concessões dos Blocos 2 e 3. Conforme o próprio relato, o papel do órgão limitou-se ao fornecimento de dados técnicos quando solicitados e à cessão pontual de dois engenheiros à Secretaria responsável, sem envolvimento direto na formulação do modelo.


O DAER é o órgão que conhece a malha rodoviária do Estado, sua realidade regional e suas especificidades técnicas. A ausência de participação efetiva em concessões dessa magnitude representa um risco institucional desnecessário e ajuda a explicar as inconsistências já identificadas, especialmente a baixa eficiência do modelo e o elevado custo tarifário projetado ao usuário.