Capítulo I

O Processo

CAPÍTULO II
Fundamentos legais
A acusação, a defesa. TEM QUE APROFUNDAR.

CAPÍTULO III
O pecado original
A questão da liberdade de expressão.
TEM QUE APROFUNDAR.
O interrogatório na delegacia.

CAPITULO III
Títulos que precisam ser substituídos
A Delegada Andrea Matos, filha do ex-juiz federal Rocha Matos
A mascara respiratória.
- Aprofundar a época da Covid. Ver livro do ministro.

CAPÍTULO IV
Títulos que precisam mudar.
O interrogatório
A delegada Andrea Matos....

CAPÍTULO V
Minha opção pela mídia digital
Acho que dá para passar algumas experiências e um histórico melhor sobre minha incusão no jornalismo digital.
- O caso da censura, inclusive do canal de You Tube.

REVISTO ATÉ 9/1/2026-------


CAPÍTULO V
Assassinato de Reputação. O papel jogado pelo MPRS.

CAPÍTULO V-A
O advento da mídia digital

CAPÍTULO VI
Luciana Genro mentiu ao investir contra Polibio Braga

PESQUISAR https://www.jusbrasil.com.br/busca?q=polibio+braga

CAPÍTULO VII
Luciana Genro mentiu no caso da Operação Rodin

CAPÍTULO VIII
NOVA CORJA E TOMANDO NA CUIA
A história de como empastelei os blogs sujos surgiram para assassinar minha reputação

CAPÍTULO IX
Os governos do PT contra a liberdade de imprensa em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e no Brasil.

CAPÍTULO X


É obrigação esclarecer até onde vão os vínculos de Lulinha com o acusado de liderar desvios no INSS

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Era evidente que a Polícia Federal (PF) não poderia ignorar as menções ao filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que surgiram ao longo das investigações sobre os descontos fraudulentos em aposentadorias pagas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), trama desarticulada pela Operação Sem Desconto. O jornal O Estado de S.Paulo noticiou na quarta-feira que a PF informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que está investigando Fábio Luís. 

Não se trata de condenação antecipada, mas do dever de esclarecer se houve malfeitos ou então descartar qualquer ilegalidade

Não poderia ser diferente diante dos indícios que surgiram a partir de um depoimento, mensagens de WhatsApp obtidas de telefones apreendidos, dados de passagens aéreas e anotações encontradas no curso da apuração. O espantoso seria se, a despeito dos elementos descobertos, a instituição não buscasse esclarecer os fatos. A PF é uma instituição do Estado brasileiro e já demonstrou, em várias oportunidades, como na Operação Lava-Jato, independência na condução de investigações que desagradam ao governo de plantão. 

A PF vai averiguar a possibilidade de Lulinha ser sócio oculto do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, em negócios com o governo federal – não necessariamente no escândalo das aposentadorias. Antunes, preso desde setembro, é suspeito de ser o líder do esquema que desviou valores bilionários de beneficiários do INSS por meio de descontos não autorizados. A hipótese é de que essa ligação se daria por meio da empresária Roberta Luchsinger, que firmou contrato de consultoria no valor de R$ 1,5 milhão com Antunes para prospectar negócios com o governo. Ela é próxima de ambos.

Em um depoimento ao longo da investigação, o empresário Edson Claro, ex-sócio de Antunes, relatou ter ouvido do Careca do INSS a referência a valores repassados a Fábio Luís, inclusive na forma de uma mesada de R$ 300 mil mensais. Em um diálogo no WhatsApp, Antunes orientou um funcionário a fazer um depósito de R$ 300 mil para Roberta, cujo destino final seria “o filho do rapaz”. Em outras conversas, Roberta – que também foi alvo de buscas – demonstra a Antunes preocupações sobre um envelope encontrado pela PF com o nome de Lulinha, que teria ingressos para um show.

Ao que parece, até aqui não teriam sido detectados indícios do envolvimento do filho de Lula com a fraude no INSS. Seriam outros negócios. Na representação ao STF, a PF afirma que, até agora, não foi encontrada relação direta de Lulinha com os desvios nas aposentadorias. Ressalva que Fábio Luís foi citado em conversas “por terceiros e (por) vínculos indiretos”. 

Só não é possível negar que os elementos trazidos à tona são nebulosos e exigem explicações, o que será possível pelo amplo direito à defesa. Cabe à PF, de forma republicana e livre de pressões, conduzir as apurações necessárias, com rigor e responsabilidade, para elucidá-los. Não se trata de condenação antecipada, mas do dever de esclarecer se houve malfeitos ou então descartar qualquer ilegalidade. “Se tiver filho meu metido nisso, ele será investigado”, disse Lula, em dezembro. Também é preciso que, no momento adequado, os detalhes da investigação sejam conhecidos pela sociedade, com ampla transparência.