Dúvidas do Banco Central

 O temor do mercado financeiro é de que Dias Toffoli tente levantar a liquidação do Banco Master para ajudar Daniel Volcaro, o que traria enorme insegurança jurídica generalizada.

O ministro avocou o processo que corria no TRF1, o que por si só gerou desconfianças, como convocou acareação entre Dniel Volcaro, o dono do Master, Paulo Henrique Costa, o ex-presidente do BRB e Ailton de Aquino, diretor de Fiscalização do Banco Central, sob os protestos da PGR, que reclamou da precipitação, já que os investigados nem tinham sido ouvidos. Neste último caso, o ministro acaba de mandar a PF ouvi-los antes da acareação do di 30.

Mais grave é o conteúdo dos embargos declaratórios apresentados pelo Banco Central ao ato de acareação. Dirigindo-se diretamente a Dias Toffoli, o Jurídico do BC ataca corajosamente Dias Toffoli, usando estes termos:

- "Armadilha processual" e "Constrangimento de entidades públicas", "Alijamento da perspectiva de manifestação institucional regular".

O BC quer que Dias Toffoli explique as razões da acareação.

O BC encaminhou 4 pontos centrais de dúvidas: 

1) Quais são os pontos controversos a serem objeto da acareação? 

2) Em que condição o diretor está sendo intimado: como acusado ou como testemunha? Está sendo chamado como representante do BC ou em caráter pessoal? 

3) Se está sendo chamado em caráter institucional na condição de testemunha, pode ser acompanhado por colegas da área técnica, que ajudem a relatar o ocorrido? 

4) Qual o motivo de se considerar que a acareação é tão urgente que precisa ser realizada durante o recesso judicial, mal tendo começado a correr a investigação e antes mesmo de qualquer depoimento.

Artigo, Vilnei Herbstrith - Voto no Brasil é inconfiável

- O autor é o jornalista cachoeirense Vilnei Herbstrith. O arigo é do Jornal do Povo, Cachoeira do Sul, RS.

O sistema eleitoral brasileiro, que volta a ser testado neste 2026, é apresentado como quem oferece um café forte: mo- derno, eficiente e pronto em segundos, Não se pode negar- o resultado sai rá- pido, tudo ế padronizado, e a máquina não conversa com a internet, o que já ć um alívio num mundo em que até geladeira dá opinião. Funciona. Pelo menos funciona rapido, O problema começa depois. Ou melhor, termina antes. 0 voto brasileiro é eletrônico do tipo DRE, o que significa que ele nasce digital, vive digital e morre digital, Não deixa bilhete, não deixa recibo, e não deixa rastro fisico, O um eleitor aperta os botőes, confirma,e o voto segue para um lugar seguro - tão seguro que ninguếm mais o vê. Há auditorias, é claro. Muitas. Abrem-se códigos, fazem-se testes, impri- mem-se boletins, sortelam-se urnas, conferem-se números, Tudo muito técnico, tudo muito sério, Só há um de- talhe: audita-se o sistema, nio o voto. O voto individual, aquele que saiu do dedo do eleitor, não pode ser revisto, Ele confia e vai embora. Na prática, isso quer dizer que não existe recontagem voto a voto, Se al- guém questiona o resultado, a resposta não vem em forma de pilhas de cédulas sobre a mesa, mas em relatórios, pro- cedimentos e explicações. A validação final depende da confiança nas regras e na autoridade eleitoral, o Tribunal Superior Eleitoral, que assegura: "fun- cionou", E aqui surge o paradoxo demo- crático, O sistema não prova fraude mas tambểm não permite provar que ela não existiu. É como um cofre 

Quando voto pode revisto, confiança deixa de efeito transparência passa pedido adesão que nunca fol arrombado, mas que também nunca foi aberto na frente de ninguềm. Confia-se. Ou aprende-se a confiar. Em outros pafses, a tecnolo- gia convive pacificamen- te com 0 papel. O voto é eletrônico, a apuração é rápida, e o papel fica O ali, quieto, esperando, $ó aparece se alguém NàO duvidar, Não atrapalha. não atrasa, não desorga- ser niza. Serve apenas para encerrar discussões. Um detalhe simples, quase constrangedor de tão ser óbvio. da No Brasil, tentou-se algo parecido. O Con- gresso aprovou a ideia g Ser sob o argumento de que de a confiança na vontade popular não tem preço. ○ projeto, porém, foi barrado pelo Supremo Tribunal Federal, com fundamento constitu- cional, especialmente na proteção ao sigilo do voto, 0 debate terminou ali - não por falta de tecnologia, mas por decisão institucional. 0 resultado é um sistema dito se- guro no aspecto operacional mas frágil do ponto de vista simbólico, Quando não se pode conferir, a dúvida não pre- cisa de prova para sobreviver, Basta existir, E, em tempos de polarização, a dúvida faz campanha sozinha, Demo- cracias maduras não exigem apenas eleições corretas. Exigem eleições comprováveis, inclusive- e sobretudo Para quem perde. - Quando o voto não pode ser revisto, a confiança deixa de ser consequên- cia da transparência e passa a ser um pedido de adesão, E adesão, em polf- tica, nunca é automática. Não é que o sistema seja fraudado. É que ele não deixa provar que nào foi, E onde não há prova visível, a dúvida vota.

Artigo, Ricardo Breier - Sinal de grave alerta

Ricardo Breier é advogado, ex-presidente da OAB do RS e ex-responsável pela área de defesa das prerrogativas dos advogados na OAB nacional.

Este artigo está no Instagram do advogado.

Minha experiência me leva a fazer este alerta.

Os episódios recentes envolvendo o STF expõem um desvio preocupante: a substituição do debate público pela lógica da autoridade incontestável. Decisões excessivamente concentradas, posturas personalistas, ausência de transparência e reações hostis a críticas legítimas não fortalecem a democracia — corroem a sua base.

Quando questionar o Judiciário passa a ser tratado como um ataque ao Estado de Direito, instala-se um paradoxo grave: em nome da democracia, restringe-se o próprio espaço democrático. Não há instituição republicana imune ao controle público, muito menos à crítica fundamentada.

O STF não pode ocupar o lugar de poder salvador nem de instância moral absoluta. A democracia exige autocontenção, limites e exposição permanente ao contraditório. Onde não há debate, há temor; onde há temor, não há democracia plena. Ignorar isso é normalizar o enfraquecimento institucional sob o discurso da proteção.

Osmar Terra faz concurso em dinheiro para quem falar do Rei do Pedágio

 Para cada governador, um legado.

A história tem dessas coisas. Ela dá a cada governador o título que ele merece.

E o dele já foi escolhido: Rei do Pedágio.

O reinado dele se consolida com 58 novas praças de pedágio no Rio Grande do Sul — um legado que entrará para a história e para a sua conta bancária.

Para garantir que este momento seja devidamente registrado, vamos fazer deste perfil o maior mural de protesto do estado. O objetivo é um só: criar um registro histórico, em números, da insatisfação gaúcha.

Nossa meta? É simbólica e poderosa: alcançar 3.687.126 seguidores que não concordam com o alto valor das tarifas (esse é o número de votos de Eduardo Leite no segundo turno de 2022).

E PARA REGISTRAR ESSA CONTRARIEDADE... UM GRANDE CONCURSO!

Vamos premiar os registros mais impactantes desta "homenagem" com troféus e prêmios em dinheiro.

As regras para transformar sua contrariedade em um protesto histórico (e em dinheiro no bolso para os vencedores) serão reveladas em uma publicação:

🗓️ Domingo, 28 de dezembro ⏰ 20h em ponto.

Até lá, suas missões são claras:

1. SIGA O PERFIL: Junte-se ao movimento que vai nomear a história.

2. ATIVE AS NOTIFICAÇÕES: A história não espera por retardatários.

3. CONVOQUE O POVO GAÚCHO: Envie este post para quem também deixará sua "homenagem" neste reinado.

A contagem regressiva para o maior protesto organizado da história do estado começa agora.

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