APROBIO participa da Clean Fuels Conference e inicia agenda de abertura de mercados para o biodiesel brasileiro

A Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) participa da Clean Fuels Conference, realizada nos Estados Unidos, um dos principais eventos internacionais dedicados aos combustíveis limpos e à transição energética. A conferência reúne representantes da indústria, investidores e especialistas globais dos segmentos de biodiesel, diesel renovável e combustíveis sustentáveis.


A participação da entidade marca o início de um movimento estratégico de aproximação do setor brasileiro com mercados internacionais, com foco na ampliação de oportunidades comerciais, na atração de investimentos e no fortalecimento da posição do Brasil no cenário global de biocombustíveis.


Durante o evento, são discutidos temas como marcos regulatórios, inovação tecnológica, segurança energética e descarbonização do transporte — áreas nas quais o Brasil se destaca pela escala produtiva, eficiência industrial e uso de matérias-primas renováveis.


Segundo o presidente da APROBIO, Jerônimo Goergen, a agenda internacional passa a ser uma prioridade estratégica do setor. “Em 2026, escolhemos de forma estratégica a agenda internacional como uma das prioridades da APROBIO. O Brasil tem um produto capaz de atender diferentes mercados, tanto o mercado interno quanto o externo, e o biodiesel é uma marca do país, assim como os combustíveis renováveis de forma geral. Ao longo do ano, vamos desenvolver uma série de estratégias focadas na abertura de mercados e no posicionamento do biodiesel brasileiro no cenário global”, afirmou.


Para a APROBIO, a presença brasileira neste ambiente internacional contribui para consolidar o país como um fornecedor competitivo e sustentável de biocombustíveis, além de abrir espaço para parcerias estratégicas e maior integração às cadeias globais de energia limpa.

Prefeito Melo cria "Samu Mental" em Porto Alegre

O prefeito Sebastião Melo sancionou a Lei nº 14.455, que cria de modo pioneiro na Região Sul do Brasil, a Equipe de Saúde Mental do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (ESM-Samu), ampliando a atuação do Samu no atendimento a pessoas em sofrimento psíquico agudo.A ESM-Samu será composta por profissionais especialistas em saúde mental e atuará de forma integrada à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

Atendimentos – A nova equipe poderá realizar atendimento imediato em situações como crises psicóticas, tentativas de suicídio, agitação psicomotora grave e ocorrências relacionadas ao uso abusivo de álcool e outras drogas, sempre conforme avaliação e regulação. A atuação da ESM-Samu contará com atendimento 24 horas.

O prefeito Melo também mandou tocar a criação de seis novos Centros de Atenção Psicossocial 24h, sendo quatro para adultos e dois infantojuvenis, com pelo menos cinco leitos de acolhimento cada. Também estão previstas duas unidades de acolhimento para dependência química, com 15 leitos cada. Equipes e-Multi na Atenção Primária vão fortalecer o cuidado multiprofissional na base do sistema.

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Convulsões costumam causar grande preocupação por surgirem de forma súbita, com perda de controle dos movimentos. São alterações elétricas no cérebro que levam a contrações musculares involuntárias, mudanças de comportamento e, muitas vezes, perda de consciência.



Entender quando representam emergência, como agir nos primeiros minutos e quando buscar ajuda médica é essencial para garantir a segurança da pessoa e evitar condutas inadequadas, como tentar segurar a língua ou colocar objetos na boca.




Quando a convulsão é considerada emergência médica?

A convulsão torna-se emergência quando se associa à longa duração, alteração do nível de consciência e contexto de risco. De modo geral, exige atendimento imediato se durar mais de 5 minutos, se houver crises repetidas sem recuperação ou se ocorrer em alguém que nunca teve episódio semelhante.



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Situações como trauma na cabeça, intoxicação por medicamentos, uso abusivo de álcool ou drogas, gestação e surgimento de sinais de alerta (dificuldade intensa para respirar, lábios arroxeados, febre alta em crianças, confusão prolongada ou fraqueza em um lado do corpo) também justificam acionar o serviço de emergência rapidamente.


Quais tipos de convulsão exigem atenção imediata?

Convulsões generalizadas tônico-clônicas, com quedas, tremores intensos e perda de consciência, são as que mais chamam atenção. Quando se prolongam ou se repetem em sequência, aumentam o risco de falta de oxigênio no cérebro e de lesões físicas por quedas e choques.



O status epilepticus, com crise acima de 5 minutos ou sem recuperação entre episódios, é emergência absoluta e requer medicamentos injetáveis e monitorização hospitalar. Crises febris prolongadas em crianças ou convulsões focais súbitas em adultos sem histórico neurológico também precisam de avaliação urgente, pois podem estar ligadas a AVC, tumores ou infecções do sistema nervoso.



Assista um vídeo do canal Drauzio Varella com detalhes da diferença entre convulsão e epilepsia:



Em quais situações chamar o serviço de emergência?

Deve-se chamar atendimento móvel se a crise durar mais de 5 minutos, se houver crises em sequência sem recuperação, se for o primeiro episódio ou se ocorrer em gestantes, recém-nascidos, lactentes ou idosos frágeis. Convulsões após trauma de cabeça, grande queda ou acidente de trânsito também exigem socorro imediato.


Sinais como dificuldade respiratória importante, coloração arroxeada persistente, ausência de resposta após o término da crise ou ferimentos graves e suspeita de fraturas reforçam a necessidade de transporte urgente a um serviço de emergência.


O que fazer durante uma crise convulsiva?

Ao presenciar uma crise, o objetivo é proteger a pessoa contra quedas e traumas, mantendo a calma e afastando riscos. Não se deve tentar impedir os movimentos, puxar a língua, colocar objetos na boca ou oferecer água e remédios durante a convulsão, pois isso pode causar sufocação e ferimentos.


Algumas medidas simples ajudam a tornar o ambiente mais seguro e a orientar o atendimento posterior: