Dica do editor - BID veio com nova missão para tocar R$ 1 bi no financiamento da infra social de Porto Alegre

Dica do editor - BID veio com nova missão para tocar R$ 1 bi no financiamento da infra social de Porto Alegre 

Representantes da Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão (SMPG) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) deram início, na manhã desta terça-feira, dia 25, à primeira missão do Programa Poa+Social, que tem financiamento previsto de cerca de R$ 1 bilhão. As reuniões ocorrerão até amanhã, quinta-feira, 27, na sede da Caixa Econômica Federal, no Centro Histórico. O Poa+Social foca no desenvolvimento e na recuperação da infraestrutura social de Porto Alegre, visando aprimorar os serviços ofertados à população nessa área. O financiamento engloba US$ 161 milhões e será destinado não apenas a áreas de proteção social, mas também em obras e melhorias de equipamentos para saúde, educação, entre outras áreas.





FGTS

Os trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e foram demitidos sem justa causa poderão sacar os recursos depositados pela empresa antes da dispensa. Na sexta-feira, o governo federal publicará medida provisória liberando os recursos.

A medida beneficiará 12,1 milhões de trabalhadores dispensados desde janeiro de 2020 até a data da publicação da MP e injetará R$ 12 bilhões na economia. Segundo o Ministério do Trabalho, os valores serão creditados na conta cadastrada no FGTS em duas etapas. Na primeira etapa, será depositado valor até o limite de R$ 3 mil da parcela depositada pelo empregador anterior. Se o valor for superior, o saldo restante será liberado numa segunda etapa, 110 dias após a publicação da MP.

A liberação ocorrerá apenas nessas duas fases.

Depois desse prazo, os trabalhadores que optarem pelo saque-aniversário e forem demitidos não poderão acessar o saldo, que permanecerá retido.

Padilha assume o ministério da Saúde. Articulação Política e Secretaria Geral também mudarão de ministros.

O presidente nomeado Luiz Inácio Lula da Silva demitiu na tarde desta terça-feira, dia 25, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, iniciando a reforma no primeiro escalão do governo. Para comandar a Saúde, que tem um orçamento de R$ 239,7 bilhões, Lula escolheu o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT).

O Centrão queria o cargo e a verba, mas o PT não consentiu e quis ficar com tudo para si. Nas mudanças em andamento, o Centrão não levará nada, o que agravará a situação do governo no Congresso.

Novas mudanças, que continuarão nos próximos dias.

Além disso, ao deslocar Padilha, que cuidava da articulação política do governo, Lula abre espaço para uma nova troca justamente na área que trata da difícil relação do Palácio do Planalto com o Congresso, agravada por causa do impasse em torno do pagamento das emendas parlamentares. O mais cotado para a cadeira ocupada pelo ministro é o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).

A presidente do partido, Gleisi Hoffmann, deve comandar a Secretaria-Geral da Presidência.