Banco Digimais assusta mercado financeiro

 O Banco Digimais é o braço financeiro da igreja Uniersal, que tem como braço político o Partido Republicanos e como braço midiático a Rede Record, que em Porto Alegre inclui a Record TV, a Rádio Guaíba e o jornal Correiob do Povo. O Digimais é o nome atual do antigo Banco Renner, comprado por Ediro Macedo em Porto Alegre.

Desde esta manhã existe uma boataria tremenda sobre possível quebra do Banco Digimais, o que poderia desencadear realmente um problema sistêmico para todo o sistema fianceiro brasileiro. 

As especulações começaram quando o mercado soube da disputa judicial envolvendo cerca de R$ 500 milhões ligados ao fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) EXP 1. A discussão envolve operações estruturadas com ativos financeiros que teriam perdido valor após a crise de outras instituições do mercado. O conflito ocorre entre o banco e o empresário Roberto Campos Marinho Filho, da Yards Capital, que participa da estrutura desde fevereiro de 2025, quando o fundo foi criado. Ele busca na Justiça a recompra ou compensação de papéis, enquanto o Digimais contesta a obrigação de assumir esse prejuízo. Parte desses créditos teria sido originada por instituições como Banco Master, Reag e Fictor, que enfrentaram colapsos posteriores.

Até o momento, porém, não há anúncio oficial de intervenção, liquidação ou decretação de regime especial contra o Banco Digimais por parte do Banco Central. A instituição segue autorizada a operar normalmente, sob supervisão regulatório.

Um comentário:

  1. O Que e 500 milhões com os cem bilhões do master....mas o sistema brasileiro de finanças está podre....e dinheiro podre comprando e vendendo dívidas podres....o master e só a pontinha do tapete........para o pedir mais cedo quebrar e porque a coisa está feia...sai de baixo....

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