Afastamentos do trabalho

 Em 2025, o Brasil registrou um recorde no número de afastamentos do trabalho, ultrapassando a marca de 4 milhões de licenças, impulsionado principalmente por questões de saúde mental e dores físicas relacionadas a condições de trabalho. 

Os dados do Ministério da Previdência Social indicam um cenário onde problemas musculoesqueléticos e transtornos psíquicos lideram o ranking de pedidos de auxílio-doença. 

Aqui estão as principais causas de afastamento do trabalho no Brasil em 2025:

Dorsalgia (Dores nas costas/Coluna): A causa número um, com mais de 237 mil benefícios concedidos, incluindo hérnia de disco e lombalgias.

Transtornos Mentais e Comportamentais (Saúde Mental): Recorde histórico com mais de 546 mil afastamentos (aumento de 15% sobre 2024).

Ansiedade: Principal transtorno mental dentro das licenças de saúde mental.

Depressão: Episódios depressivos estão no topo dos afastamentos por saúde mental.

Síndrome de Burnout (Esgotamento Emocional): Alto impacto, com o Brasil ocupando posições de destaque no ranking mundial.

Lesões no Ombro/Distúrbios Musculoesqueléticos: DORT (Doença Osteomuscular Relacionada ao Trabalho).

Fraturas e Acidentes de Trabalho: Quedas e acidentes que resultam em fraturas de membros.

Doenças do Sistema Respiratório: Infecções agudas das vias aéreas superiores, sinusite.

Arboviroses (Dengue e outras): Surtos sazonais que geram licenças curtas e de média duração.

Doenças do Sistema Digestivo: Gastrites e outras complicações, muitas vezes associadas ao estresse. 


Análise, Felipe Vieira - Infraestrutura é desenvolvimento. E o desenvolvimento do Rio Grande do Sul começa pelo interior

Felipe Vieira é jornalista da Band TV


A concessão dos aeroportos de Passo Fundo e Santo Ângelo ao ECB Group não é apenas um contrato. É um sinal claro de visão estratégica para o Rio Grande do Sul.


Serão R$ 102 milhões em investimentos ao longo de 30 anos, sendo aproximadamente R$ 35,9 milhões destinados ao Aeroporto Lauro Kurtz, em Passo Fundo, e R$ 66,24 milhões ao Aeroporto Sepé Tiaraju, em Santo Ângelo. Recursos aplicados em ampliação de terminais, novos pátios de aeronaves, reforma de pista, melhorias operacionais e modernização da infraestrutura.


Mas o impacto vai muito além das obras.


Passo Fundo é referência nacional em saúde, polo regional de serviços e centro importante do agronegócio do Norte do Estado. Melhorar seu aeroporto é fortalecer a mobilidade de médicos, empresários, produtores e investidores.


Santo Ângelo é a porta de entrada das Missões Jesuíticas, patrimônio histórico e cultural de projeção internacional. É eixo estratégico do Noroeste gaúcho, região fortemente ligada ao agronegócio e com potencial turístico ainda subexplorado. Um aeroporto mais moderno significa mais voos, mais visitantes, mais integração logística e mais dinamismo econômico.


Acompanho a trajetória de Erasmo Carlos Battistella. Seu empreendedorismo sempre esteve ligado à ideia de que o desenvolvimento regional exige infraestrutura sólida e gestão profissional. Ele entende que logística não é detalhe técnico — é base para competitividade.


O Brasil precisa parar de enxergar aeroporto regional como custo. Aeroporto é porta de entrada de negócios, de tecnologia, de turismo e de renda.


Quando se investe em mobilidade aérea no interior, incentiva-se o crescimento econômico, fortalecem-se cadeias produtivas e cria-se ambiente mais atrativo para empresas e investidores.


O Rio Grande precisa de menos discurso e mais execução.

Esse é um passo concreto na direção certa.


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