Banco Digimais assusta mercado financeiro

 O Banco Digimais é o braço financeiro da igreja Uniersal, que tem como braço político o Partido Republicanos e como braço midiático a Rede Record, que em Porto Alegre inclui a Record TV, a Rádio Guaíba e o jornal Correiob do Povo. O Digimais é o nome atual do antigo Banco Renner, comprado por Ediro Macedo em Porto Alegre.

Desde esta manhã existe uma boataria tremenda sobre possível quebra do Banco Digimais, o que poderia desencadear realmente um problema sistêmico para todo o sistema fianceiro brasileiro. 

As especulações começaram quando o mercado soube da disputa judicial envolvendo cerca de R$ 500 milhões ligados ao fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) EXP 1. A discussão envolve operações estruturadas com ativos financeiros que teriam perdido valor após a crise de outras instituições do mercado. O conflito ocorre entre o banco e o empresário Roberto Campos Marinho Filho, da Yards Capital, que participa da estrutura desde fevereiro de 2025, quando o fundo foi criado. Ele busca na Justiça a recompra ou compensação de papéis, enquanto o Digimais contesta a obrigação de assumir esse prejuízo. Parte desses créditos teria sido originada por instituições como Banco Master, Reag e Fictor, que enfrentaram colapsos posteriores.

Até o momento, porém, não há anúncio oficial de intervenção, liquidação ou decretação de regime especial contra o Banco Digimais por parte do Banco Central. A instituição segue autorizada a operar normalmente, sob supervisão regulatório.

Artigo, especial - A guerra fria interna da direita

Artigo do Observatório Brasil Soberano

 Há uma pergunta simples que qualquer liderança relevante da direita deveria con seguir responder com clareza: apoia ou não apoia Flávio Bolsonaro como candida to presidencial do campo? Essa definição não é trivial, porque organiza alianças, orienta a base, sinaliza compromissos e delimita prioridades. Ainda assim, a mera cobrança dessa posição passou a produzir um desconforto que ultrapassa o razo ável para um ambiente político que se pretende maduro e preparado para disputar poder nacional. Em vez de uma resposta objetiva, o que surge é um deslocamento do debate. A dis cussão deixa de girar em torno da definição solicitada e passa a se concentrar no comportamento de quem fez a pergunta, como se exigir clareza fosse, por si só, um ato de hostilidade ou deslealdade. A base que busca direção acaba assistindo a um embate sobre forma e sensibilidade, enquanto o conteúdo permanece suspenso, envolto em indignação que não resolve a questão central. Apoiar explicitamente um candidato em ano eleitoral significa assumir custos, ali nhar discursos, ajustar estratégias regionais e aceitar as consequências públicas de uma escolha. Permanecer numa zona de ambiguidade preserva margem de mano bra e mantém portas abertas em diferentes direções, permitindo observar o cenário antes de se comprometer. É uma posição compreensível no curto prazo, mas que se desgasta à medida que o calendário eleitoral avança e as circunstâncias passam a exigir definições concretas de cada ator relevante. Essa estratégia, no entanto, tem prazo. Estar em cima do muro não é um local con fortável durante um ano eleitoral, sobretudo quando a base cobra coerência entre o discurso passado e o posicionamento presente. A pressão por definição cresce, os espaços intermediários se estreitam e a neutralidade prolongada começa a ser interpretada não como prudência, mas como cálculo político. O desconforto aumenta quando isso ocorre dentro de um movimento que construiu sua identidade criticando a política feita por meio de evasivas e conveniências mo mentâneas. Durante anos, a direita denunciou a classe política que tratava questio namentos legítimos como ataques e convertia cobranças em ofensas pessoais para evitar responder ao mérito das perguntas. Reproduzir essa dinâmica internamente compromete a coerência do discurso e alimenta desconfianças que poderiam ser evitadas com uma declaração clara. É isso que irrita quem acompanha de perto: não é a divergência em si, que faz parte de qualquer campo político vivo, mas a recusa em admitir que ela existe. Nenhum campo político se consolida se suas lideranças não suportam perguntas diretas so bre seus compromissos, e a dificuldade em responder acaba dizendo mais do que qualquer nota pública cuidadosamente redigida. Estamos em ano eleitoral, e definições não podem ser adiadas indefinidamente sem produzir efeitos práticos sobre a coesão e a credibilidade do campo. Quando a escolha não é afirmada de maneira explícita, ela acaba sendo revelada pela se quência de gestos, omissões, alianças e prioridades assumidas ao longo do tempo. A pergunta continua simples; o ambiente que se formou ao redor dela é que revela a tensão real. E o tempo não costuma ser generoso com quem aposta no silêncio quando o momento exige posição. Crítica não é ataque, silencio não é leal

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