Oposição anuncia atos públicos para o dia 1o. Em Porto Alegre, comício será no Parcão.

A oposição anunciou a convocação de uma ampla mobilização nacional diante da grave crise institucional que o país enfrenta, intensificada pelas denúncias envolvendo integrantes do Supremo Tribunal Federal e por fatos recentes que colocam em xeque a credibilidade da mais alta Corte do país.

Com ato central marcado para a Avenida Paulista, em São Paulo, a mobilização também ocorrerá simultaneamente em todo o Brasil, alcançando capitais e cidades do interior. 

O movimento, denominado “Acorda Brasil”, busca canalizar a indignação popular e reforçar o clamor por transparência, respeito à Constituição e responsabilização das autoridades.

Em Porto Alegre, a manifestação está marcada para o domingo, 1º de março, às 15h, no Parcão.

Para o deputado federal Luciano Zucco (PL-RS), a mobilização vai muito além de um único escândalo. “Não se trata apenas do caso do Banco Master, que por si só já representa um dos maiores escândalos de promiscuidade entre poder político, econômico e institucional que o país já viu. O que estamos assistindo é uma sucessão de crises: a CPI do roubo dos aposentados, os Correios completamente quebrados, denúncias de corrupção em série. Para onde se olha, há indícios de irregularidades, descontrole e falta de responsabilidade. O Brasil vive uma crise profunda, moral, institucional e econômica, e a sociedade precisa reagir”, afirmou.

Dica do editor - Portugal restringe uso de redes sociais por menores de até 16 anos

O Parlamento de Portugal aprovou, ontem, quinta-feira, uma legislação para restringir o acesso de menores de 16 anos a redes sociais, plataformas de vídeo e apostas online. A medida exige consentimento parental para jovens entre 13 e 16 anos e proíbe o uso por menores de 13, utilizando a Chave Móvel Digital para verificar idades, visando proteção contra danos cognitivos e psicológicos. 

As principais características da proposta portuguesa incluem:

Idade Mínima Digital: Fixada em 16 anos para acesso autónomo a redes sociais e plataformas de partilha de vídeos.

Consentimento Parental: Necessário para jovens entre 13 e 16 anos.

Proibição: Crianças com menos de 13 anos não poderão aceder a estas plataformas.

Verificação de Idade: Os provedores de tecnologia devem implementar sistemas compatíveis com a Chave Móvel Digital (DMK).

Multas: Empresas que ignorarem as restrições podem enfrentar multas de até 2% da receita global.

Abrangência: Plataformas como Instagram, Facebook e TikTok estão incluídas, mas o WhatsApp foi inicialmente excluído da restrição. 

A iniciativa, liderada pelo Partido Social-Democrata (PSD), reflete uma tendência europeia de proteção de menores face aos danos cognitivos e riscos de segurança online, como o cyberbullying. 

A aprovação ocorreu com 148 votos a favor e 69 contra, prevendo-se uma fase de debate na especialidade para modificações antes da votação final.