quarta-feira, 11 de maio de 2016

Artigo, Astor Wartchow - A "Venezuela"!chegou !

    Populismo, messianismo, ufanismo, demagogia e irresponsabilidade fiscal não são práticas recentes. Através dos tempos, são fatos - alternados ou concomitantes - que se repetiram em outras nações.
      Em comum, entretanto, a história universal demonstra e ensina que o desfecho é sempre o mesmo. Descontrole e déficit orçamentário, inflação, desemprego e, principalmente, antagonismo social.
      Neste sentido, é surpreendente que ainda ocorra a repetição destas experimentações político-ideológicas inconsequentes. 
      No processo de ascensão e permanência no poder, tais governantes enfatizam seu discurso pelo divisionismo social, inventando e apregoando conflitos regionais, étnicos, sociais e profissionais (o conhecido “nós contra eles!”).
      Também alimentam a retórica do nacionalismo e do  patriotismo ao afirmar que estariam ameaçados os bens naturais e comerciais da nação pelo capitalismo interno e o imperialismo internacional.
      Evidentemente, é um discurso fértil em nação que tem agudas diferenças socioeconômicas a superar, e, sobretudo, cujo povo nutre sentimentos de baixa-autoestima, reflexo de precárias escolaridade, produtividade e segurança social. 
      É o que está ocorrendo, neste momento, no Brasil, a caminho de ser “a próxima Venezuela”. E nem tanto pelas superáveis questões econômico-financeiras (em que o potencial brasileiro é incomparável, apesar da abundância do petróleo venezuelano).
      A partir de hoje seremos uma “venezuela” do divisionismo e antagonismo social. A irresponsabilidade do governo, de Lula e Dilma especialmente (acredite: ex-presidente e atual presidente da república!), transbordou do drama socioeconômico para uma inquieta e desconfortável convivência social.
      Inconformados com sua retirada do poder, pregam a imobilidade urbana, a revolta e a luta armada (o que significa a expressão “vai ter luta”?), sob a liderança e participação dos “pelegos” sindicais, dos estudantes(?) e, especialmente, do Movimento dos Sem Terra (MST), o braço armado e anarquista do PT. Aliás, organizações que se mantem ativas graças ao dinheiro público, à “irrigação financeira do governo”.
      Então, aprovado o impeachment, acredito que Dilma não sairá espontaneamente do palácio. E se, porém, ela sair, poderão ficar acampados, entretanto, os tais movimentos organizados petistas.
      Para quem duvida desta hipótese, lembro que nas últimas semanas Dilma transformou o palácio (sede do governo brasileiro!) em extensão da sede partidária, fazendo reuniões de mobilização, semeando mentiras e discórdia, tudo decorado com bandeiras e panfletos colados aos vidros e mesas. 

      Reafirmo, a Venezuela será aqui!    

Um comentário:

  1. Será? Na minha opinião já é. Está faltando apenas a distribuição de senhas para comprar alimentos nos supermercados.

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