segunda-feira, 1 de março de 2021

Fui PRESO HOJE 28/02 por cometer o "crime" de estar TRABALHANDO

Me jogaram no CHÃO , coloraram ALGEMAS, taparam minha BOCA, eu estava GRITANDO o motivo, me colocaram num camburão da Polícia Militar como se eu fosse um BANDIDO, o Pociial Civil que me jogou no chão sem eu oferecer qualquer resistência, só estava gritando por socorro para as pessoas que passavam no local perplexas, alegou simploriamente que eu tinha "mordido o coleca" MENTIRA DESCARADA, fui tratado como um marginal pelos envolvidos. Sou um EMPRESÁRIO Lorenciano e gero empregos para o Município, pago meus impostos em dia, nunca tive problemas com Polícia, sempre fui um homem honrrado, quem me conhece sabe...

Vim de família pobre e através do meu trabalho conquistei minha loja à quatro anos, meus clientes são fiéis, estão sempre na loja e sabem quem sou.... .

Estou tremendamente abalado psicologicamente com tudo isso, estava trabalhando numa boa com minhas funcionárias, atendendo meus clientes quando chegaram. Desde ontem tivemos muito movimento na loja, com todos os cuidados, cerca de 1,5m de distanciamento, colocamos duas mesas na porta da loja para barrar a entrada, ou seja, tudo nos conformes da legislação (Decreto Estadual)

Isso é uma vergonha para todo o nosso Estado, é esse o exemplo que devemos dar as futuras gerações? Prender quem está trabalhando?

Engraçado que os bandidos que cometem crimes como tráfico, roubo, estelionato etc.... Estão na sua maioria nas ruas de boa.... (para não pegarem covid no presídio)

E nós trabalhadores é que temos que ficar aprisionados, reféns de uma política falida!

Amanhã tenho cinco boletos para pagar (fornecedores), num total de R$ 8.944, 75 gostaria de saber se o Governo Estadual vai pagá-los para mim, assim como todas as outras despesas da loja, que somam cerca de R$ 15.000,00 mensal

MARQUEI amigos e clientes para me ajudarem a compartilhar esse ABSURDO.

Peço para que todos COMPARTILHEM

VAMOS tornar São Lourenço famosa por essa brutalidade.

Leonardo sechaus

Sorveteira eskimó

 

 

 

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