A CPI dos Pedágios realizará daqui a pouco, 16h, nova oitiva para aprofundar a apuração sobre o modelo de concessões rodoviárias no Rio Grande do Sul. Estão previstos os depoimentos do diretor-presidente da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), Luis Fernando Pereira Vanacor, do diretor-geral do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER), Luciano Faustino da Silva, e do conselheiro do DAER, Luis Roberto Ponte.
A comissão é presidida pelo deputado Paparico Bachi e investiga cerca de 50 inconsistências apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado, envolvendo inconsistências técnicas e possíveis irregularidades, além de buscar esclarecimentos sobre decisões políticas relacionadas à escolha da modelagem, definição de prioridades de obras, alocação de recursos e o calendário adotado.
O deputado Bachi, que pediu a CPI, disse que um dos focos centrais da CPI é a celeridade do processo em período pré-eleitoral, especialmente no Bloco 1, que avançou com pouco espaço para debate público e contraditório. O Bloco 2 contou com mais tempo de discussão, mas o ritmo adotado no Bloco 1 segue sendo alvo de questionamentos.
Entre as principais reclamações apresentadas por empresários e lideranças regionais está o número elevado de pórticos de free flow, com 23 previstos no Bloco 1, além das tarifas projetadas, consideradas altas. Também há críticas à falta de escuta das comunidades na definição das obras e das intervenções previstas.
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