Hoje pela manhã, na sede da CNN em New York, o edifício Hudson Yards, o clima era de velório.
Mais: de pânico.
A razão: a Netflix, que defende transgêneros e a volta de Obama, esperada pela esquerda como compradora da Warner Brothers, dona da CNN, desistiu oficialmente da compra.
O motivo do pânico -que acabou indo ao ar hoje pela manhã nos noticiários da CNN e CBS- é mais do que justificado: o novo dono do maior império midiático do mundo agora é a Paramount, de David Ellison, conservador e cuja família é totalmente alinhada a Donald Trump.
A Netflix desistiu oficialmente quando sua oferta de 72 bilhões de dólares foi superada pelos 81 bilhões da Paramount.
Há muito, Trump tem rotulado a CNN como um dos veículos que mais dissemina notícias falsas nos EUA, e tem afirmado sua intenção de reformular totalmente a empresa.
A compra, evidentemente, promete demissões brutais em toda a empresa.
Trump é apoiado integralmente por Ellison, agora dono de uma enorme rede de franquias, que inclui, além da CNN, dezenas de outras como O Senhor dos Anéis, Batman, Superman e DC Comics.
O comunicado oficial foi feito hoje pelo Departamento de Justiça americano e pela Netflix, e manchetes se alastraram pela mídia de esquerda afirmando que 'Trump e seus aliados pretendem transformar a emissora em canal pró-MAGA.'
Os reflexos dessa guinada nos rumos da mídia mundial vão se espalhar por todo o mundo, e inclusive no Brasil, onde a CNN poderá, sob uma orientação conservadora, virar uma pedra no sapato da rede globo, conhecida por seu 'jornalismo' de ocasião e alugado a quem paga mais.
Fato é que a nefasta onda woke estimulada pela esquerda, que invadiu o mundo, vai agonizar.
Para alívio do planeta, cansado desse lixo.
A própria Netflix deverá, a partir de agora, rever suas posições duvidosas, diante da realidade...e da concorrência.
Good news, especialmente no caso do Brasil, em ano eleitoral e sujeito a uma imprensa totalmente comprada por lula e seus asseclas.
Quem viver verá
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