sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Quebra-quebra, vandalismo, incêndios e pilhagens marcaram protestos contra reforma trabalhista em Brasília

Vários grupos de esquerda marcaram para esta quarta-feira (24/05) uma manifestação em Brasília contra as reformas trabalhistas e da Previdência do governo Temer. Estavam presentes movimentos sindicais como CUT, partidos de estrema-esquerda e grupos como MST, o “exercito do Stédile” como disse Lula.

Em pouco tempo a manifestação revelou-se um grande ato de terrorismo, com a destruição de bens públicos. Vários ministérios foram severamente depredados. Os extremistas, inclusive, colocaram fogo no prédio do Ministério da Agricultura, fazendo com que o prédio fosse evacuado pelas autoridades. Pessoas foram presas por portar armas brancas, e outros portavam bolinhas de gude que são usadas em bombas caseiras ou para atirar e ferir a polícia.

Conforme o portal G1, “pastas e documentos foram retirados dos ministérios da Cultura e do Meio Ambiente, que dividem o mesmo prédio na Esplanada. Edifícios foram evacuados, e há registro de dano e vandalismo em vários deles.”

Várias vidraças dos prédios foram quebradas, com a destruição do interior dos edifícios. Documentos, computadores, móveis e obras artísticas estão entre os bens públicos destruídos. Na rua, os extremistas colocaram fogo em banheiros químicos que tinham sido colocados lá justamente para receber a manifestação.

É evidente que o caos gerado em Brasília não um “acidente” provocado por “gente infiltrada”, como sugeriu a Band News. Os movimentos de esquerda foram a Brasília com o propósito deliberado de provocar um ato terrorista, com grande destruição do patrimônio público. Causar o terror e o caos é uma estratégia antiga das esquerdas, como se por meio da destruição algo de bom pudesse ser criado.

Não podemos temer chamar as coisas pelo seu verdadeiro nome, e o que houve nesta quarta-feira em Brasília é sim terrorismo. Não estranha que na era PT a esquerda tenha feito uma grande movimentação para que atos de “movimentos sociais”, mesmo que violentos, fossem retirados da lei antiterrorismo, aprovada para as Olimpíadas do Rio. É habitual para esses “movimentos sociais” usar táticas próprias de grupos terroristas, por isso lutaram para que as leis se tornassem coniventes com suas ações criminosas.

Reforma Trabalhista

Toda essa confusão ocorre apenas um dia após a leitura, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, do parecer de Ricardo Ferraço (PSDB-ES) sobre a reforma trabalhista. Em seu parecer o senador Ferraço sugere a aprovação da reforma trabalhista proposta por Temer.


Apesar de toda a crise na qual está envolvido o governo Temer, a reforma trabalhista é fundamental para que a iniciativa privada possa gerar mais empregos e aumentar sua produção. É insustentável que os trabalhadores continuem em pleno século XXI submetidos a uma lei – a CLT- de forte inspiração no regime fascista de Mussolini.

Nenhum comentário:

Postar um comentário