quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Fala de Marlon Santos

RESPOSTA E DESAFIO DO MARLON
Boa tarde pessoal.Eu estou aqui na minha propriedade, aqui atrás fica minha lavoura, uma fruta chamada Frisális. Como vê, eu to no interior de Encruzilhada do Sul, trabalhando e fazendo a colheita.
Ao mesmo tempo, eu me deparei com uma matéria do Jornalista Polibio Braga, que eu não costumo ler.
Mas, até então, e creio que ainda admirador do Polibio, não sei se foi ele que escreveu ou ele simplesmente fez com que fosse reproduzido algum texto que mandaram para ele, mas eu não costumo responder este tipo de coisa, porque eu não gostaria, assim, que a minha popularidade se espraisse para um tipo de matéria insensata como a que ele fez. De qualquer maneira, como vou ser Presidente da Assembleia e devo uma explicação também para os meus pares e a população gaúcha não sabe isso diretamente que o Polibio Braga escreveu, porque além de um retrocesso jornalístico, demonstrou total imperícia.
Logo o Polibio, um cara que todo mundo espera dele notícias centradas e não aquassadas, sem fundamento, que ele fez.
Primeiro, o que quero dizer para o Polibio é o seguinte: Polibio, cara, só fala de mim aquilo que tu me pergunta e por mais homem público que tu sejas, é de muito bom alvitre um jornalista da tua envergadura, criar vergonha na cara e pesquisar bem o que anda escrevendo, porque não é de hoje que o senhor vem atirando pedra em gente séria, desnecessário essas colocações suas. Mas assim, quando me chamam de ladrão, picareta todo esse tipo de coisa eu não costumo revidar, porque até isso eu encaro como critica política, o momento que a gente está vivendo e tudo mais.
Mas como o senhor falou que eu teria sido acusado de assédio, aí fica uma coisa complicada, porque eu sou uma pessoa muito respeitadora e penso que o senhor está completamente descomprometido com a verdade no seu blog. Claro que o senhor quer popularidade para o seu blog, embora eu ache que não precise disso. Como seu leitor, eu fiquei bastante surpreso com tamanha indignidade sua, despropositura e falta de compostura.
Eu posso lhe afirmar o seguinte:
1º Nunca fui acusado de tal caso por ninguém, outra se o senhor quiser saber sobre minha vida pregressa, dos meus sentimentos. Sou um livro aberto.
Eu posso ir com o senhor na casa das poucas namoradas que eu tive e o senhor conversa com o pai delas e as mães respectivas, e vê o qual é a imagem que eu tenho com eles e com certeza mágoas tive, e o senhor não pode dizer que não teve né? Mágoas sentimentais pra lá e pra cá e que alguma pessoa possa ter saído falando alguma coisa do senhor, assim como pode ter falado alguma coisa de mim também, é claro. Afinal de contas, quem está na chuva se molha. Agora o senhor botar uma foto antiga na sua coluna, o senhor da a entender tipo dando tapa escondendo a mão, um tipo de morde assopra, característica de jornalista que não tendo o que falar resolve falar o que bem entender. O senhor distorceu uma reportagem da Rádio Guaíba. De propósito? Não sei.
O senhor que é meu Hors Concour nos comentários econômicos, o senhor que já noticiou coisas de grandes responsabilidades e envergadura que eu fiz, deveria saber que no mundo este tipo de informação é improcedente.
É o que se espera de um jornalista como o senhor. Eu gostaria de desafiar o senhor para uma coisa, antes que o senhor fale de qualquer processo que eu tenho e não é segredo para ninguém, eu já fui processado por improbidade, já fui processado por pensão, nada disto rolou, mas quem tá na chuva se molha, e é bem verdade que processo não quer dizer penalidade. Agora eu desafio o senhor a ir comigo no Fórum, no Tribunal de Justiça e vamos lá e fazemos uma live, ao vivo para ver o que se passa e vamos filmar o que está ali no processo para o senhor poder então tirar suas conclusões.
Agora não me venha fazer o que o senhor costuma fazer com alguns colegas meus, atirando pedrinha para todo lado. Vai até a Assembleia no meu gabinete, toma um cafezinho, vem aqui me ajudar a colher, aqui no sol, colher frutinhas de Fisófilis no sol. Colocar, enfim, semente na terra, no olho do sol, vê como é bom.
Eu não preciso da política não, Polibio. Eu estou na política para proteger o Centro Mediúnico de Cachoeira do Sul. Eu nunca neguei isso, porque gente assim no estilo pederasta, no estilo predador é que faz esse tipo de coisa, tentando desmoralizar a moral da gente.
Eu sou uma pessoa, Polibio, que sei do meu passado de cor e salteado; não nasci puro, ainda não sou, sei muito bem disso, mas não sou desse tipinho não que fica dando tapa e escondendo a mão, não sou, e te convido mais uma veza fazer parte do meu dia a dia por uma semana, para ti ver o que é bom para a tosse.
Pegar no olho do sol, acordar cedo, escrever livros, estudar. Estou indo para a 4ª faculdade, viu,Polibio, isso não é só uma, são quatro.
Estou indo para a terceira especialização. Fui filho de pobre, fui pobre até pouco tempo. Não ganhei dinheiro na política, não; pelo contrário só perdi.
Agora, cara, não tenta fazer água, bicho, não tenta fazer negociata ás minhas custas por que esse tipo de coisa doida não tem fundamento cara. Para uma pessoa da tua envergadura, tu terias que ter até vergonha de chegar em casa, rapaz, falando bobagem de alguém que lida com mulheres, com crianças, senhoritas, moças, com senhores, com todo tipo de pessoa o tempo todo, com multidão, Polibio; eu não fico atrás de um blog para falar nada, eu posso sair na rua com muita tranquilidade.
Então é muito difícil, assim, ver que alguém como tu, que tem uma responsabilidade tamanha, ficar aí, escrevendo coisinha truncada, dando a entender, fazendo de conta que foi outro que escreveu e não foste tu. Sabe, não cola cara, não cola. Estou te falando assim como teu leitor, teu admirador. É hora de crescer, Polibio. E assim, ó, Polibio, quando a gente cresce e amadurece, a gente vai largando de mão certas coisas. Isso parece que é coisa de quem não lê, e eu sei que não está combinando contigo isso, mas no mínimo tu tens que filtrar as coisas que chegam para publicar. Porque afinal de contas, estar na política não é só um cargo eletivo e eu penso o seguinte:
Responsabilidade meu velho, responsabilidade, vergonha na cara, isso não faz mal para ninguém. Eu não sou daqueles                 Polibio que fica respondendo coisinha bagaceira desse tipo, agora, respondo por que tenho um certo respeito por ti, porque sou teu leitor.
Mas cara, assim, ó, eu penso também que, sabe, nós temos um tipo de tendência a gostar do sofrimento, nós temos um tipo de tendência também de enxergar nos outros o que nós somos. É nessa visão desbravante e até depravada de ver nos outros o que somos, às vezes a gente faz exatamente o que tu fez, às vezes a gente enxerga no outro alguém que assedie, mas isso está intocado dentro da gente, às vezes é a gente o problema não é o outro.
Eu te vejo sempre dando pau nas pessoas como se ninguém fosse importante no mundo, como se ninguém tivesse moral nenhuma. Só tu né, só tu.
Bicho, não é assim, não é desse jeito que funciona Polibinho. O jogo é outro.
Porque olha, moral, bicho, é uma coisa que a gente custa para conquistar, e tu conquistaste, mas vou te dizer assim, a tua está por um fio cara.
Porque quando tu começas enxergar podre em todo mundo e só tu não tem podre, não, meu velho, isso está errado cara. Isso é quando tu transferes para os outros a imagem tua, o teu ressentimento, as coisas que tu por elas padece e provavelmente também a tua imagem que tu tem do Rio Grande do Sul como tu colocas, que eu disse como um caloteiro que eu recomendo que não seja paga a divida do Rio Grande do Sul. Eu sou aquele mesmo, Polibio, que tu colocaste na tua coluna, uma vez, que colocou os 12% na saúde, pela primeira vez na história do Estado; eu sou aquele mesmo que desbaratou a quadrilha de adubo, aquele mesmo que desbaratou um monte de porcaria por aÍ afora, aquele mesmo. Não mudei. Eu não sei se tu entendeste que é a mesma pessoa e tu podes ter certeza que tu não vai encontrar 2 tipos de água neste pote aqui, não, viu; pode ter certeza que não, eu não sou este tipo de pessoa, eu não sou assim com tu descreveu.
E quando eu falo que o estado do Rio Grande do Sul não precisa pagar a divida que ele tem, não é para dar calote meu querido.
É para não fazer como gente que olha sempre pelo retrovisor, como tu, que, por exemplo, não sabe que essa porcaria da divida do estado, ela foi calculada em cima da tabela Price meu velhinho. Sabia disso? Pois é, ninguém fala. Tu com a tua envergadura devia falar, mas tu não sabes. Então estou te falando. Vê se fala aí, também. Porque isso é inconstitucional. E nós já pagamos e repagamos essa divida.
Agora, se todo mundo fizer exatamente como o teu pensamento, deixa como estar, vamos pagando assim como bem se entende, como bem entender, vamos cumprir esse contrato.
Isso é contraproducente, o gaúcho não aguenta mais. É muito fácil se alinhar com essa maioria de poderosos, né Polibio, e dizer assim:
­­­- Não, o gaúcho tem que pagar essa divida. Essa divida ninguém deve aqui, bicho, isso já foi pago.
Então, reveja, reveja conceitos, e tu ficas sabendo, Polibio que eu tenho multidão de gente que sabe exatamente do que eu estou falando, que me conhece pessoalmente, não conhece só de um blog, só livezinhas no face book.
Eu to aqui, Polibio ó: olha só onde eu estou meu velho, eu estou aqui no meio das bostas dos cachorros, eu estava ali no olho do sol agora. Tu viste que a minha cara está toda queimada, aqui. Pois é, eu estava colhendo para fazer uns trocadinhos, para pagar a mão de obra dos meus funcionários no final do mês sabia.
E tu? Que tu tá fazendo de bom, para nós?
Fala para nós, aí, meu velho; fala o que tu está fazendo de bom?
Pois é, então reveja conceitos, atualiza fotos, que essas tuas fotos ai estão com arquivo praticamente ultrapassado. Eu te convido, também, a tu ir no sábado, lá no Centro Mediúnico em Cachoeira, para ver a responsabilidade que eu tenho, que minha equipe tem de coração, voluntariamente, para ti ver o trabalho que se faz lá. Vem comigo, aqui, também cara, pôr do sol, bem no olho do sol fazer o trabalho pesado que o homem do campo faz; vem para cá, para ver assim como é duro trabalhar de monte, mesmo no recesso, e enquanto o cara trabalha fica ai um monte de debochados falando um monte de bobagenzinhas sobre o cara.
Vai lá na Assembleia, para tu ver o que eu faço lá também, ver o que a minha equipe faz.
Isso é convite de amigo, Polibio, não é convite de alguém que está aqui tentando te jogar para as macegas. Não, não é desse jeito.
Eu gostaria que tu revisses né, esses conceitos aí, retirasse essa tua bobageira que escreveu aí. E, sim, estou sendo processado, eu estou sendo processado sim. Eu fui vitima de perseguição política em Cachoeira, todo mundo sabe disso não é novidade.
Os processos né, todos doutamente tocados por pessoas competentes como o meu advogado, e gente que me conhece na essência, tu pode falar qualquer coisa de mim, bicho, mas não fala esse tipo de bobagem. Eu tenho muito respeito pelo ser humano, tu vai ver que tem muitos amigos meus que são amigos teus, e eu os convoco a falar para ti de quem se trata, quem sou.
Sem querer ser o melhor, Polibinho, eu não sou o melhor; agora, bicho, do jeito que tu estás indo, além de tu fazer cálculos à imagem dos outros pela tua, do jeito que tu está indo Polibio tu vais perder muito leitor.
Não faz isso, cara, tu tens muita importância Polibio Braga, tu tens muita importância nesse contexto todo da política, mas, cara, de fuxico tu não entende meu, tu não vem para cá tirar água.  Espero que tu recebas o meu abraço, um bom Ano Novo, e enfim, isso aqui não vai ficar só por ai.
Eu espero que a gente, no entanto, tenha, sim, esse entendimento bacana, a altura de gente decente, e se entenda daqui para frente. Não é uma ameaça, é só um convite para que tu ao invés de escrever bobagem consultes antes de escrever cara.
Ah mas o fulano que falou tal coisa, mas se fulano falou tal coisa, um cara da tua envergadura cabe saber se fulano falou a verdade, para não ficar publicando bostinhas no teu blog.
Não vale a pena isso. Eu imagino que alguém falasse isso de ti, com que cara tu chegaria em casa.
Então, eu não sou como os outros não, viu, que se escondem assim, que resolvem simplesmente cruzar os braços, eu não sou desse jeito não.
Eu assumo as minhas coisas, eu mato no peito, eu não fico me escondendo.
A vocês todos que entraram aí desculpa por estar importunando-os com este tipo de assunto, mas quando o cara vai ter ainda mais como agora, há um cargo de Presidente da Assembleia, não é por ai.
Eu gostaria de convidar, inclusive, o Polibio Braga para estar presente no dia da minha posse na Assembleia Legislativa, dia 01 de fevereiro.
Polibio, eu vou deixar uma cadeira lá na frente, escrito Polibio Braga, meu amigo Polibio Braga convidado especial em público; vai ter uma cadeira lá. Ninguém vai sentar nela, vai estar escrito: Ao meu amigo, escritor Polibio Braga.
Ali tu vais ter várias pessoas que poderão então te inteirar de minha personalidade ou de minha índole, de meus processos, dos meus trabalhos, de meus excessos, de meus arrobos, e daquilo que eu tenho de melhor:
Gostar das pessoas, ser franco e direto.

                Beijo Polibio.

Um comentário:

  1. Esse "cara" tem 3 faculdades em vias de 4 !! ( que faculdades?)É, o ensino no Rio Grande vai de mal a pior !!!

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