quinta-feira, 3 de maio de 2018

Marcelo Aiquel - O aluguel na "invasão"


        Não precisava cair o prédio. Não precisava morrer gente.
         Não precisava de nada disso para expor a bandalheira comandada pelo tal de Guilherme Boulos, o caricato candidato á presidência da República pelo PSOL.
         Ele é o coordenador do MTST, movimento que tem como objetivo principal invadir prédios desocupados, para moradia temporária de pessoas sem teto, na capital paulista.
         O que não se sabia (pelo menos este “detalhe” a mídia nunca divulgou) é que o “movimento social” cobrava um aluguel dos invasores/moradores.
         E, por menor que fosse este valor de aluguel, tem-se aí configurado um crime, pois o “movimento” coordenado pelo referido cidadão do PSOL (só podia ser do braço do PT, né?) cobrava aluguel de algo que jamais lhe pertenceu.
         Mas, o pior vem a seguir:
         Com a cara de pau peculiar aos esquerdistas em geral, o coordenador e candidato criticou o Presidente Temer (que segundo o seu PSOL, é um “golpista”) por ter comparecido para prestar solidariedade às vítimas; ao mesmo tempo em que “buscou livrar seu rabo” de qualquer responsabilidade, declarando que a ocupação não era do movimento de coordena, mas sim de outro, similar.
         Ora, qual a diferença entre uma ocupação e outra?
         Por acaso, ao cobrar aluguel (de algo que não é seu), o ilustre defensor dos sem teto garante serviços de eletricista (para evitar curtos-circuitos nas precaríssimas e perigosas instalações elétricas dos prédios invadidos), instalador hidráulico, ou brigada contra incêndio?
         Com certeza, não!  Porém, o resultado da cobrança recheia o seu bolso. Ou alguém imagina que o líder do MTST banca sozinho as despesas do movimento, que incluem a segurança pessoal do coordenador (no caso, ele mesmo).
         Além disso, o referido cidadão criticou o “golpista”, mas não foi transmitir a esperada solidariedade aos sobreviventes do pavoroso incêndio, preferindo permanecer em Curitiba (onde não deve ter invadido o hotel, ou local, em que se hospeda) para fazer coro contra a Justiça brasileira, que não se cansa de “perseguir” o injustiçado ser mais honesto do planeta.
         Lembre-se disto quando for votar, em outubro. Afinal, este sujeito este é o candidato escolhido pelo PSOL!
         Reflita bem, antes de apertar o botão da famigerada e inconfiável urna eletrônica (um grande sucesso no 3º mundo).

Um comentário:

  1. Lembremos ainda que o Psol, de Marcelo Freixo do Rio, embolsou a grana que arrecadou para o pedreiro Amarildo
    e até agora não prestou contas. O PSol, rabo do cachorro pulguento PT, segue seus métodos, embolsando recursos
    públicos ou dos desvalidos, enquanto prega uma discurso de
    moralidade.

    ResponderExcluir