quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Ronaldo Nogueira - Em 2018 o Brasil irá criar 2 milhões de empregos.

Em 2018 o Brasil irá criar 2 milhões de empregos.

Se no Natal do ano passado ofertamos à sociedade brasileira a boa notícia da assinatura do projeto de lei da modernização da legislação trabalhista, fruto do consenso social, e que por isso mesmo teve a presença de 5 das seis maiores centrais sindicais e das 3 maiores confederações patronais brasileiras, neste Natal voltamos a trazer boas novas para o Brasil.

Conforme estudos das áreas técnicas do Ministério do Trabalho, a estimativa oficial de saldo de geração de emprego formal para 2018 é de cerca de 2 milhões de empregos, considerando-se um crescimento do PIB de 3,5%, o que se enquadra dentro da média da expectativa de crescimento previstas por economistas de renome como Marcelle Chauvet, professora titular da Universidade da Califórnia. Além disso, tenho conversado com os maiores empregadores do país, representativos de grande parcela do PIB nacional, e todos têm me dito que um crescimento de 3% na economia no ano que vem já está dado, mas todos apostam em 3,5%.

A sensação de otimismo é generalizada, graças a uma política macroeconômica responsável levada a cabo pelo presidente Temer, assim como a agenda das reformas que não para de avançar. E bem sabemos a importância da expectativa dos agentes econômicos na formação de tendências na economia.

Quando em 2016 eu afirmei que criaríamos um milhão de empregos em 2017, poucos acreditaram. Hoje temos dados do PNAD do IBGE que nos informam a criação de mais de um milhão de postos de trabalho informais, e um saldo de cerca de 300 mil postos de trabalho com carteira assinada.

Só no trimestre de agosto a outubro deste ano foram criadas 590 mil vagas, ou 196,6 mil vagas por mês, ou 6555 por dia,  ou ainda 273 vagas por hora, ou, por fim,  mais de 4 empregos por segundo.

No mesmo período a massa de rendimento real habitualmente recebido em todos os trabalhos atingiu R$ 189,8 bilhões, segundo o IBGE. Descontada a inflação, esse montante foi 4,2% maior que o de um ano antes e 1,4% superior ao de maio a julho deste ano.

Mais emprego, mais renda, espantamos o fantasma da volta da carestia.

O Brasil do desemprego está ficando no passado. O Brasil do futuro é o Brasil do emprego. E o futuro já chegou!


Feliz 2018 a todos, com nenhum direito a menos e muitos empregos a mais. 

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