quinta-feira, 29 de março de 2018

Artigo, Marcelo Aiquel- A hipocrisia sem fim

Artigo, Marcelo Aiquel- A hipocrisia sem fim


         Não vou repetir novamente a definição de hipócrita. Já o fiz e, só “não vestiu a carapuça” quem é muito dissimulado.
         Pois, agora, vitimizados como costume (“eles” adoram se fazer de coitadinhos), a “turma da hipocrisia” mostrou que a sua falsidade não tem limites.
         Por exemplo: ontem, o Lula e a Gleice Hoffmann, ao lado dos truculentos defensores da ditadura venezuelana, resolveram – mais uma vez – posar de vítimas e denunciarem um atentado (com sinais claros de haver sido um “auto atentado”; um “teatro”) sofrido pela caravana que faz campanha política do ser mais honesto do planeta, o “perseguido”, o injustiçado duplamente condenado. Campanha esta, totalmente ilegal, afrontando a Lei Eleitoral.
         E não é que – assim, de repente – atirar ovos virou crime contra a fome.  Mas, nunca nenhum cretino achou ruim quando o alvo foi o prefeito João Dória.
         E o discurso de um líder comunista (feito em encontro das esquerdas), onde o canalha “sugeriu” a morte de cada pessoa de direita? Aí, a incitação à violência era admitida? Não soube de nenhum protesto da “narizinho” ou de seu guru Lula...
          E quando o “general” Stédile (deve ter algo aí que a teoria de Sigmund Freud explique) ameaçou pegar nas armas para defender o energúmeno? Todos (“eles”) aplaudiram, esquecendo-se da campanha do desarmamento. É muita hipocrisia....
         Falando em “eles” e “nós”, é saudável lembrar quem deu início (aqui no Brasil) nesta odiosa divisão de classes. Quem não quiser lembrar, será “ficha 1” para vestir o uniforme de hipócrita.
         Exemplos não acabam. São tantos, que faltaria espaço para nominá-los, um a um.
         Porém, esta hipocrisia galopante aparece em cada fala (ou escrito) dos bolivarianos: são sempre as mesmas palavras repetidas, dignas de uma “lavagem cerebral” perfeita.
         Uma “lavagem cerebral” que começa cedo (nas escolas ou nos acampamentos – no caso do movimento social chamado MST), e atinge muita gente com discernimento suficiente para enxergar. Se esta “lavagem” não der certo, daí se paga um sanduba de mortadela e um suco qualquer.
         Sim, porque há os hipócritas conscientes e os hipócritas comprados.
         E, nenhum deles conhece limites!


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