quinta-feira, 3 de junho de 2021

Artigo, Fábio Jacques - A sinalização da CPI.

Será que podemos aprender algo com os interrogatórios da CPI da pandemia?

Creio que sim.

Os ataques e as tentativas de desmoralização dos interrogados quando não respondem exatamente o que Renan Calheiros quer ouvir, e que assim mesmo ele diz que ouviu, nos prova que há grande possibilidade de aprovação da PEC do voto impresso auditavel.

Alguém perguntará o que tem a ver a CPI e a PEC?

A CPI tem-se mostrado uma tentativa desesperada de criminalizar o presidente Bolsonaro, o que se denota no carinhoso acolhimento do ex-ministro Mandetta, do diretor do Instituto Butantan ou do diretor da Anvisa que, corretamente, não pode validar o uso de qualquer medicamento que não tenha em sua bula a indicação para determinada doença, e o tratamento de inquisição espanhola com aqueles que não respondem exatamente o que o Renan Torquemada quer ouvir. Nunca, na história deste país, se viu interrogatórios tão agressivos e desmoralizantes como os das doutoras Mayra Pinheiro e Nise Yamaguchi.

Acontece que tanto uma como a outra, mantiveram algum relacionamento com o presidente ou com seus ministros e era necessário arrancar delas alguma coisa que incriminasse o governo federal de modo a denegrir sua imagem arrancando-lhe alguns votos de indecisos, ou criar um documento que gerasse alguma possibilidade de pedido de impeachment.

Ora, se Lula, agora com a possibilidade de ter como vice o jovem facínora filho do facínora sênior Renan Calheiros, promovido de presidiário a candidato a presidente pela facção esquerdopata da suprema corte, ganhará, segundo as pesquisas feitas pelos institutos também esquerdopatas, até mesmo em primeiro turno, não haveria qualquer necessidade de tanto esforço em acabar com a possibilidade de Bolsonaro de concorrer à reeleição.

Qual a leitura a ser feita de todo o esforço para desmoralizar Bolsonaro? Simplesmente porque eles não têm certeza de que poderão manipular as urnas conforme seu desejo. Assim, com a terrível ameaça da aprovação da PEC do voto auditavel, a única saída e alijar Bolsonaro da disputa.

Pobre do país se cair novamente nas mãos de políticos como estes senadores inquisidores. Se puxar a capivara do presidente e do relator da CPI, estaremos diante das insondáveis confissões das velhas virgens de bordel. É descomunal a imbecilidade de alguns deles, como, por exemplo, o especialista de Wikipedia Otto Alencar. Esta criatura é tão vil e tão mal-intencionada, que seu único propósito é arrasar os currículos das doutoras. Da Mayra ele tomou um pau quando teve que reconhecer que o vírus da Chicungunha é mesmo vírus, o que ele esqueceu de ler no Google. Já a doutora Nise foi mais compassiva e deixou passar em branco a maior parte das ofensas que a remeteram ao curso primário por incompetência segundo o especialista de cordel.

Fiquei esperando que uma delas lhe perguntasse quais os exames clínicos altamente especializados ele fez com o senador Marcos do Val quando lhe receitou a Hidroxicloroquina. Não perguntaram, talvez por compaixão porque o decrépito especialista em virologia de almanaque que não sabia que o vírus da Chicungunha é, na vida real, um vírus, e que o protocolo de seu tratamento prescreve a Hidroxicloroquina como fármaco para uso em tratamento precoce, é digno de pena.

O tempo está passando e 2022 já está visível no horizonte. Cada dia aumenta o desespero. A demonstração de força nas ruas foi, além de pífia, regada por pão com mortadela e vale combustível, segundo vídeos que pululam na internet, além de incitação ao assassinato por parte de vários psicopatas.

O objetivo é apenas um: alijar Bolsonaro da disputa eleitoral. Ameaças de meliantes nas ruas, ataques virulentos na CPI dos horrores e batalha desesperada do Barroso para impedir que os votos sejam auditados não estão surtindo os resultados esperados.

Tudo indica que este ataque coordenado vai se intensificar. Vão tentar de todos os modos trapacear nas eleições enganando os eleitores com a burla dos resultados. Vão tentar destruir tudo para tomar novamente o poder, destruir o país e se locupletar novamente com o dinheiro do pobre pagador de impostos.

Tá mais do que na hora de Bolsonaro agir e gritar ao mundo: agora podem me chamar de ditador, e colocar as tropas nas ruas para acabar de vez com estas corruptas hostes infernais.

Fabio Freitas Jacques. Engenheiro e consultor empresarial.


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