O mais novo conselheiro do secretário de Estado da Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy Jr. (RFK Jr.) fez a declaração de que seus netos não receberão nenhuma vacina se depender dele. A citação reflete as visões gerais de membros e conselheiros do círculo de RFK Jr., que é o atual secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA no governo Trump.
As políticas e visões de RFK Jr. sobre vacinas têm sido um tópico de intenso debate:
Mudanças nas Recomendações de Vacinas: Em janeiro de 2026, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS), sob a liderança de RFK Jr., ajustou o cronograma de vacinação infantil dos EUA, reduzindo o número de vacinas universalmente recomendadas de 17 para 11. Vacinas para rotavírus, COVID-19, gripe, meningite, hepatite A e hepatite B passaram a ser recomendadas apenas para crianças de alto risco ou por meio de "tomada de decisão clínica compartilhada".
Posicionamentos Públicos: Durante as audiências de confirmação em 2025, Kennedy negou ser "antivacina", mas questionou a segurança e a eficácia de certas vacinas e a influência da indústria farmacêutica nas agências de saúde.
Críticas e Consequências: Especialistas em saúde pública criticaram as mudanças e declarações, alertando que a redução nas taxas de vacinação pode levar ao ressurgimento de doenças infecciosas que antes estavam controladas.
A declaração mencionada ("Meus netos não receberão nenhuma vacina se depender de mim") está alinhada com as preocupações mais amplas sobre a segurança das vacinas expressas por indivíduos no círculo de influência de RFK Jr. e ilustra o ceticismo em relação ao cronograma de vacinação tradicionalmente recomendado pelas autoridades de saúde dos EUA.
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