Dica do editor - Se você é trabalhador informal, saiba que novos impostos você terá que pagar

Desde o dia 1o de janeiro, ontem,  trabalhadores informais e autônomos que prestam serviços de forma contínua enfrentam novas obrigações fiscais e um aumento na carga tributária devido à implementação da reforma tributária e mudanças no Imposto de Renda (IR). Principais Mudanças e Impactos Obrigatoriedade de Nota Fiscal Eletrônica (NFS-e): A principal mudança é a obrigatoriedade, a partir de 1º de janeiro de 2026, de emissão da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) por meio do Emissor Nacional para todos os profissionais autônomos que se encaixam nas regras, incluindo pedreiros, empregadas domésticas e vendedores que trabalham continuamente.Novos Tributos (IBS e CBS).  A emissão da nota fiscal acarreta a cobrança automática do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substituirão, respectivamente, o ICMS/ISS e o PIS/Cofins no futuro. A alíquota inicial do IBS sobre serviços deve variar entre 2% e 5% sobre o valor bruto do serviço, dependendo da atividade.Necessidade de CNPJ: A partir de julho de 2026, pessoas físicas que contribuírem com CBS e IBS deverão ter um CNPJ. Isso afeta profissionais liberais, transportadores autônomos de cargas e produtores rurais.Aumento da Faixa de Isenção do IR: Em contrapartida, para trabalhadores formais e informais que se regularizarem, a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) foi ampliada para quem ganha até R\(5.000pormês.Anteriormente, o limite era de R$ 3.036 mensais. 

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