Com base em áudios vazados de uma reunião interna do chavismo, divulgados no final de janeiro de 2026, Delcy Rodríguez, vice-presidente da Venezuela e, no contexto do vazamento, atuando como líder interina, relatou que ela, Diosdado Cabello (ministro do Interior) e Jorge Rodríguez (presidente do parlamento) receberam um ultimato dos Estados Unidos.
Aqui estão os pontos principais relatados sobre o incidente ocorrido após a captura de Nicolás Maduro por forças americanas no início de janeiro de 2026:
O Ultimato: Em um áudio gravado cerca de uma semana após a captura de Maduro, Delcy Rodríguez alega que os EUA deram ao círculo íntimo do governo chavista apenas 15 minutos para obedecer às ordens americanas, sob pena de morte ("Nos dieron 15 minutos o nos mataban", relataram fontes e vídeos vazados).
O Contexto: O ultimato ocorreu imediatamente após a captura de Nicolás Maduro pelas forças dos EUA. As ameaças, segundo o áudio, começaram no primeiro minuto após a prisão do ex-presidente.
Ameaça Específica: Delcy mencionou que ela, seu irmão Jorge Rodríguez e Diosdado Cabello foram os alvos diretos desse ultimato, sendo colocados sob pressão para cooperar com os EUA ou sofrer as consequências.
Reação: Apesar do discurso interno duro, a situação revelou uma enorme pressão sobre o alto comando chavista para manter o poder, com Delcy adotando uma postura de tentar negociar para evitar a asfixia econômica e a violência total do regime.
Observação: As informações baseiam-se em áudios e vídeos vazados relatados pela imprensa internacional e local da Venezuela no final de janeiro de 2026, ocorridos no contexto de uma suposta operação militar dos EUA na Venezuela.
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