domingo, 10 de junho de 2018

Nove de junho - O dia mundial da infâmia no futebol.


A seleção de futebol da Argentina protagonizou neste sábado (09/06) o mais escandaloso, vergonhoso e abjeto episódio do esporte em todos os tempos.

Ao negar-se a entrar em campo para enfrentar, em jogo amistoso, a seleção de um país livre e democrático, o Estado de Israel, cedendo a pressões dos criminosos representantes de um país que não existe (Palestina), e dos governos terroristas que os apoiam, desonraram o mais popular esporte do mundo, e deveriam ser impedidos de disputar a Copa do Mundo.

É triste ter que me manifestar nestes termos em relação a um país com o qual tenho uma grande identidade, muitos e queridos amigos, e também laços familiares, mas minha condição de sionista e defensor do direito do povo judeu  em viver numa terra que é sua, por pleno direito, e de resistir à violência da qual é vitima, assim o exige, sendo um dever moral.

A lamentável decisão da AFA sinaliza a existência, e permanência, de um antissemitismo latente em setores da sociedade argentina, o que explica aquele sido aquele  o país que mais acolheu ex-criminosos de guerra nazistas depois da Segunda Guerra Mundial, sob a proteção de Juan Domingo Perón, um dos ícones da esquerda latino-americana e, em período mais recente, ter deixado impunes os autores e mandantes do atentado terrorista à sede da AMIA, associação judaica em Buenos Aires, que fez centenas de vitimas inocentes.

A atitude asquerosa dos jogadores argentinos, autorizada pela AFA, ante o silêncio do povo daquele país, acaba por chancelar a ação de assassinos covardes, os terroristas "palestinos", que disparam diariamente, a partir de esconderijos localizados em creches, escolas, hospitais e asilos, mísseis contra a população civil israelense, usando crianças, idosos e doentes como escudo humano para evitar a retaliação das Forças de Defesa de Israel.

A ação correta da FIFA, se é que pode-se esperar algo de uma entidade envolvida em uma espiral de escândalos de toda ordem, seria penalizar a Seleção argentina, impedindo sua participação no mundial, pela atitude grotesca e absolutamente antidesportiva praticada contra a Seleção de Israel.

É inadmissível uma seleção esportiva negar-se a jogar contra outra motivada por questões políticas e ideológicas. Essa é a antítese do esporte, e a própria negação de sua finalidade.

Quando lembramos o célebre episódio ocorrido durante a Primeira Guerra, onde uma batalha entre britânicos e alemães foi interrompida para a celebração do Natal e, após, a disputa de uma partida de futebol entre soldados dos dois exércitos, mais asco ainda nos causa a atitude argentina.

A mera possibilidade da seleção argentina vir a ter que enfrentar a seleção de Israel, oficialmente, durante o mundial, e repetir o gesto vexatório praticado, já é motivo mais do que suficiente para a exclusão da Argentina da Copa do Mundo de 2018.

A decisão vergonhosa dos jogadores argentinos, se tolerada pelo governo do país e pelo seu povo, também apequena aquela nação, e deve ser repudiada com toda a veemência por aqueles que acreditam ser o esporte um instrumento de concórdia, e não objeto de manifestação das mais torpes ideologias políticas.

Assim, cabe-nos dizer, em alto e bom som: argentinos, voltem para casa. Argentina, fora da Copa!

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