A Coluna Nikokolas Ferreira, que é como eu chamo a marcha iniciada em Paracatu, interior de Minas, no início destasemana, e liderada pelo jovem deputado, aproxima-se velozmente de Brasília.

São 240 quilômetros no total,mas agora, 16h deste sábado,dia 24,  faltam apenas70 quilômetros.

Ao meio dia deste domingo, amanhã, milhares de manifestantes esperam pela  marcha na Praça Cruzeiro, o marco zero de Brasília.

Ao longo da BR-040, milhares de outros brasileiros marcham ao lado da estrada,despertados pelo jovem deputado Nikolas Ferreira, que atendeu o clamor das rãs à procura de alguém que as liderasse,indo para as ruas para defender justiça e liberdade, com ênfase para a liberdade de Bolsonaro e de todos os perseguidos políticos que são subjugados pela tirania de um só homem, o ministro Alexandre de Moraes.

O carrasco está a postos para usar qualquer falta de atenção para provocadores e infiltrados, osmesmos que fizeram o serviço no 8 de janeiro de 2022.

Mas há também gente muito pior, que contando com empurrões verdadeiros ou interpretados, poderão asté mesmo atentar contra a vida  do líder, como Adélio Bispo, um ex-aativista do Psol, fez com Bolsonaro.

Por isto mesmo o deputado Nikolas Ferreira, desde hoje, já é escoltado por mais seguranças e passou a usar coletes à prova de bala.

O deputado gaúcho Luciano Zucco, que é candidato a governador do RS, e que esteve na marcha para Brasília, publica, hoje, no meu blog, um artigo intitulado "O Despeartar de Uma Nação". Vale a pena ler. Vão lá.

Eis alguns trechos mais emblemáticos do artigo do deputado gaúcho - 

Eu não acompanhei essa caminhada à distância. Eu caminhei. Eu senti. Eu vivi cada trecho dessa estrada.

Mas quem estava ali, passo a passo, já percebia que algo diferente estava acontecendo. Não era apenas um deslocamento físico. Era um movimento de consciência. E, à medida que os quilômetros avançavam, o Brasil acordava junto.

E foi ali, longe dos gabinetes refrigerados, que eu vi algo que não se encontra nos relatórios oficiais: o brilho no olho das pessoas. Gente comum, trabalhadores, famílias inteiras, idosos, jovens, crianças, todos com a bandeira do Brasil nas mãos. Pessoas que não pediam favores, não pediam cargos, não pediam privilégios. Pediam esperança. Pediam justiça. Pediam que o país voltasse aos trilhos.

Por onde passávamos, o sentimento se repetia. Abraços apertados. Palavras de incentivo. Gente à beira da estrada dizendo: “não desistam”, “sigam em frente”, “o Brasil precisa disso”. Motoristas buzinando, caminhoneiros levantando o braço, pessoas saindo de casa apenas para acenar. Não era militância organizada. 

Essa caminhada cresceu porque tocou numa ferida aberta. As pessoas sentem que o país está sendo conduzido por um caminho perigoso, marcado por corrupção, escândalos sucessivos e pela perda de referências morais. Sentem que as instituições se distanciaram do cidadão comum. Sentem que a justiça deixou de ser cega e passou a escolher lados. E sentem, sobretudo, que há brasileiros presos injustamente pelos atos de 8 de janeiro, sem individualização de condutas, sem provas concretas, sem humanidade.

Mas essa caminhada não é sobre passado. Ela é sobre futuro. 

Por fim, ensina Luciano Zucco - 

Neste domingo , nossa caminhada chega ao seu destino físico. Mas o seu verdadeiro apogeu não está em Brasília. Está no coração de milhões de brasileiros que despertaram. Que perderam o medo. Que decidiram caminhar juntos.


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