domingo, 15 de dezembro de 2019

Carlos Vereza

Esse episódio do porta dos fundos, não é algo isolado. Faz parte do projeto da agenda 21 ou progressista.
Está vinculado à ideologia queer, às exposições onde crianças eram levadas a assistir cartuns vagabundos à pretexto de obras de arte, onde pregavam a sodomia, zoofilia, desrespeito à imagens sagradas e até incesto, como defendido pela deputada petista, Erika Kokay.
Está lá, no manifesto comunista, nas teorias de Antônio Gramsci, no Fabianismo, nos vários ativismos. Está nas “ novas famílias” para desconstruir a única e verdadeira família.
Não tem ingênuo nessa estratégia. Começou lá atrás no princípio do século XX, com a Escola de Frankfurt, está na covarde omissão do papa Francisco, na cumplicidade da CNBB.
Está na nossa apatia em assistirmos a tudo como se nada estivesse acontecendo.

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