segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Artigo, Marcelo Aiquel - A estratégia do PT


                   É muito óbvia a única e desesperada estratégia do PT neste segundo turno das eleições: permitir que a fraude aconteça sem maiores dúvidas.
                   Assim como fizeram com a Dilma em 2014, querem novamente galgar a chave do cofre para completar o “assalto ao dinheiro público” iniciado quando chegaram ao poder (e não “tomar o poder” como deseja agora o inescrupuloso José Dirceu).
                   Com o apoio da grande mídia, e a participação sempre efetiva dos parceiros Ibope e Datafolha para criarem pesquisas que passam longe da realidade, o PT paga para inflar enganosamente os percentuais do candidato Haddad, a fim de dar-lhe índices muito maiores do que tem, com o fito de favorecer a fraude nas “confiáveis” urnas eletrônicas.
                   O problema reside no altíssimo nível de apoio popular (votos) do seu concorrente. Como “meter a mão” em tamanha diferença?
                   O PT gastou uma parte significativa do dinheiro que “roubou” dos brasileiros para fazer vingar esta estratégia. Mudou o discurso e até sua cor para conseguir eleger outro poste.
                   Conseguirá? Eu creio que não, porque o antipetismo é maior do que uma repulsa ao Bolsonaro. Como o movimento #ELENÃO, aliás, estrelado por artistas dependentes dos incentivos da Lei Rouanet, além de alguns “defenestrados” no primeiro turno, estes, sedentos por um cargo. Afinal, vale tudo para não perder a “boquinha”.

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