sexta-feira, 1 de março de 2019

Ministro diz que nunca foi do Instituto Igarapé

Em 2004, o atual ministro, que substituiu Gustavo Bebiano, foi chefe de operações do primeiro contingente brasileiro no Haiti - Força de Manutenção de Paz. 

George Soros, ao lado, é um dos financiadores do Instituto Igarapé. Soros financia algumas iniciativas da esquerda brasileira. CLIQUE AQUI para saber mais sobre quem recebe dinheiro de Soros no Brasil.

O youtubber gaúcho Leandro Ruschel, atualmente trabalhando e vivendo nos EUA, postou comunicado no Facebook do editor, ontem a noite, no qual reproduz comunicado expedido pela assessoria do ministro que ocupa a secretaria Geral do governo Bolsonaro, explicando a participação que ele teve no Instituto Igarapé, fundado por Ilona Szabó, desconvidada por Sérgio Moro. Ilona iria para uma das suplências do Conselho |Nacional de Política Criminal e Penitenciária (leia nota mais abaixo). Ilona foi crítica dura de Bolsonaro. Num post recente, ela avisou: "Quando Bolsonaro diz que quem pensa diferente é inimigo, mostra que não está à altura do país".

O general Floriano Peixoto Vieira Neto, que assumiu a Secretaria-Geral da Presidência no lugar de Gustavo Bebiano, nega que tenha sido "senior fellow" (associado sênior, em tradução livre) do Instituto Igarapé em 2016 e 2017. Ele fez uma palestra no Igarapé.





O nome do ministro e a página com um perfil dele foram retirados do site do instituto. O general afirma, via sua assessoria de imprensa, que nunca recebeu remuneração e nem manteve contribuição exclusiva com o Instituto Igarapé e que sua relação "foi pontual e acadêmica".

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