segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Artigo, João Luca - Excertos da história

- O autor é administrador de empresas no RS.

 

Os dinossauros dominaram a Terra há 225 milhões de anos. A teoria mais aceita para sua extinção é a de que um asteroide tenha caído sobre a terra.

 

Em 1789, a Bastilha, prisão de presos políticos em Paris, que mantinha apenas sete presos e que também servia de depósito de armas e pólvora, foi tomada pela população local, dando origem ao conhecido evento "Queda da Bastilha".  Um símbolo da Revolução Francesa contra o poder absolutista (nenhuma alusão a cortes absolutistas dos nossos dias...) e os privilégios das castas da sociedade francesa na época.

 

Em novembro de 1889, aconteceu o último momento de glória da monarquia brasileira: o baile da Ilha Fiscal. Na ocasião, a família imperial e a elite comemoravam as bodas de prata da princesa Isabel e do Conde d'Eu. O que Dom Pedro II não imaginava é que poucos dias depois ele seria destronado e a monarquia seria extinta do Brasil. Este evento, por sua vez, teria sido uma tática de mostrar que a coroa brasileira estava firme e forte. Em suma, seria uma forma de tentar provar que tudo estava caminhando bem na realeza.

 

O que esses excertos nos mostram? Eles nos mostram que estamos numa encruzilhada histórica em que precisamos saber ler o que está acontecendo e não o que parte da imprensa está nos querendo dizer, ou parte das supostas "autoridades", ao arrepio de provas irrefutáveis que tentam omitir ou esconder, nos aplicam.

 

Os exemplos nos mostram que a história adora uma repetição. A semelhança entre a França à época da Bastilha e o Brasil Império são muitas: uma elite burlesca e míope, arrogante, que se achava superior sob todos os aspectos e dona da verdade.

 

O que temos hoje de melhor? Elites que se acham intelectualmente superiores, acima do bem e do mal, que criam regulamentos e os colocam acima da Constituição, soltam ladrões condenados a mais de 30 anos em 3 instâncias, elites que pregam o socialismo, mas que em férias vão para Nova Iorque? Ex-presidiários que deram migalhas para o povo e bilhões para os banqueiros, contando com o apoio da imprensa que corromperam?

 

Que País queremos para os nossos filhos? Um país que prende jornalistas e deputados por "crimes" de opinião e que se continuar nesse caminho, vai acabar como uma Venezuela, uma Cuba, uma Argentina? Vamos acreditar em eruditos, lordes, seres superiores, mas que as vezes se comportam como os répteis? Ou queremos ser a segurança alimentar do planeta?

A escolha é sua. E, não se preocupe com a forma. É tempo de olharmos a essência.

Deus nos ajude!!!


Um comentário:

  1. Magnífico o conteúdo, curto e grosso, deste artigo. De parabéns o seu autor. Quem lê o artigo e não o interpreta com realismo verdadeiro, é um energúmino e mau patrióta.

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