XP, BTG Pactual e Nubank são alvos de uma ação civil pública, movida pela Abradecont, acusados de usar o FGC como "chamariz" para vender CDBs do Banco Master, omitindo riscos. A ação, na 6ª Vara Empresarial do Rio, aponta propaganda enganosa e pede indenização de R$(100milhões, alegando que as corretoras líderes na distribuição deR$ 35,6 bilhões em títulos, ignoraram a saúde financeira do emissor.
Pontos principais da ação judicial:
A acusação: O instituto Abradecont alega que o FGC foi usado para vender uma percepção de "risco zero", atraindo investidores conservadores para produtos de alto risco, caracterizando publicidade enganosa.Volumes: A XP liderou a distribuição com R 26 bilhões
O caso envolve um dos maiores resgates da história do FGC.
Defesa das instituições:
A XP classificou a ação como "oportunista" e pontuou que os investidores estão sendo ressarcidos, eliminando o dano. O Nubank afirmou que encerrou a oferta em 2024 e não utiliza assessores. O BTG não se posicionou.Andamento: O processo foi encaminhado ao Ministério Público do Rio de Janeiro para análise de possíveis fraudes coletivas e violações de normas do consumidor. A ação busca criar um novo padrão de conduta, obrigando as corretoras a informarem o risco real, sem focar apenas na garantia do FGC.
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