Este artigo é do Obsearvatório Brasil Soberano
Ontem a imprensa perdeu mais uma grande oportunidade de encerrar o assunto que dominou o noticiário: a candidatura do Bolsonaro. Mesmo com tanta coisa acontecendo – como as investigações da roubalheira do INSS, o caso do Banco Master, a escalada da violência e o caos nas contas públicas –, nada disso interessa muito. Até porque tudo isso pega no queridinho do Planalto. Sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas afirmou que não vai mudar. Mas, pelo visto, o assunto ainda não vai mudar, e isso não tem mais nada a ver com o governador de São Paulo. Após a declaração, os famosos colunistas, es pecialistas, analistas e demais bocas e canetas de aluguel ainda falavam em existir alguma chance de Tarcísio sair candidato. Isso poderia ser explicado pelas palavras do próprio Tarcísio, que, ainda aparen temente incomodado com o assunto, arrematou: “a candidatura de Flávio está se consolidando”. Um gerúndio que ainda pode ser usado como bengala para as análises e comentários desse pessoal – um fio de esperança. Mas agora Tarcísio é apenas um coadjuvante no projeto nacional da elite política, f inanceira e midiática do país. E a frase que sintetiza o medo real que motiva essa elite também está nas declarações do governador: “carrega o sobrenome do pai”. Até mesmo Lula e o PT tentaram fazer de Tarcísio o escolhido, através da psicologia reversa, querendo levar a crer que não temiam o sobrenome Bolsonaro na urna. Lula mandou o recado: “peça para ele não desistir”. Na cabeça deles, o bolsonarismo com praria a ideia de que “se Lula está falando pro Flávio seguir, então é melhor o Tarcísio”. Claro que a turma do “queremos o voto dos bolsonaristas sem o Bolsonaro” apro veitou a fala de Lula para – com ares de professores de Deus - repetir que Tarcísio deveria ser o indicado. Eles também não perdem uma. Está posto: Flávio é o candidato, Tarcísio é carta fora do baralho, mas o objetivo do establishment seguirá o mesmo. Tudo que puder ser feito para descredibilizar, diminuir e colocar em xeque o nome de Flávio Bolsonaro continuará sendo feito. É parte da desconstrução e desumanização do indicado do ex-presidente. Foi assim que fizeram – e ainda fazem – com Jair Bolsonaro o tempo todo. A tática é velha: esconder virtudes, sufocar conquistas, desviar o foco do que realmente importa. O desespero tem razão de ser. Já imaginou o pessoal que se serve do país passar 4 anos ou mais sem o poder político e a manipulação habitual? Já imaginou passar 4 anos ou mais sem o faturamento bilionário com propaganda estatal? Eles pen sam nisso todos os dias. Eles nunca esqueceram do cara que chegou à Presidência da República pelas mãos do povo, e não pelas costumeiras influência e articulação desses grupos. E que atrapalhou seus planos de seguir se servindo do Brasil. Com Flávio crescendo nas pesquisas rapidamente e com projeções de vitória no segundo turno que os institutos de pesquisa não têm como esconder; não caindo nas cascas de banana que são jogadas todos os dias e demonstrando que está a cada vez mais preparado para a missão delegada pelo maior líder da direita, o sistema vai atacar de todas as formas possíveis. O desafio fica maior a cada dia para quem quer deixar tudo como está. E os cala frios que o sobrenome Bolsonaro causa crescem na mesma proporção. • Sobrenome em disputa: O nome Bolsonaro como ameaça eleitoral real ao sistema político tradicional. • Engenharia da desmoralização: Uso coordenado da mídia e de analistas para enfraquecer candidaturas fora do controle do establishment. • Medo da perda de poder: Pânico das elites diante da possibilidade de mais um ciclo sem acesso ao aparelho estatal e à verba pública. Pág. 1 Flávio carrega o sobrenome que tira o sono dos parasitas do poder.
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