quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Artigo, Marcelo Aiquel - Holodomor - A verdade que a canalha esconde

         Por mais que eu queira me esforçar para buscar uma vida mais saudável e prazerosa, com menos rancor e ódio, é praticamente impossível silenciar diante de tamanha hipocrisia de alguns delirantes.
         Existiu uma tragédia pior que o holocausto nazista da 2ª guerra, quando vários milhões de judeus foram impiedosamente mortos pelas tropas alemãs do IIIº Reich. O assassinato destes judeus é fato notório (ou seja, algo que dispensa qualquer comprovação), apesar de radicais iranianos negarem a sua existência até hoje, através de seus fundamentos fanáticos e inacreditáveis.
         Pois, não é que ao lado destes iranianos encontramos centenas de simpatizantes do comunismo, que simplesmente ignoram a maior catástrofe da humanidade, comandada por Josef Stalin na URSS, com o assassinato de muitos milhões de ucranianos entre os anos 1920 e 1950.
         Mas, bem mais grave do que o assassinato em massa do povo indefeso, é a posição absolutamente canalha e cúmplice das pessoas que “fecham os olhos” ou fingem não saber sobre o genocídio ucraniano.
         Ora, estúpidos, vão estudar um pouco! E quando falo em estudar, me refiro a conhecer a verdadeira história do mundo e não à modorrenta cartilha marxista, com seu ensinamento próprio para enganar néscios.
         Não foi o MEC, sob o comando bolivariano do PT, quem escreveu a história real da humanidade. E, na resenha oficial (a verdadeira), inexiste um só recanto do universo que tenha tido sucesso – ou mesmo um mísero progresso – por meio da ideologia comunista. Apesar da “lavagem cerebral” e da “imposição da mentira” propaladas pelos simpatizantes deste regime radical de esquerda, que aliciam jovens e incultos, com a falsidade de seus dogmas.
         É através de mentiras como estas, que os hipócritas defensores do comunismo escondem carnificinas do quilate do HOLODOMOR – o genocídio ucraniano.
         Ficam evidentes os motivos: o autor intelectual do morticínio no leste europeu foi (ninguém menos do que) Josef Stalin, o ídolo dos comunistas, o ditador russo.

         E quando falamos sobre ditaduras, fica a pergunta aos “sábios” bolivarianos: Ditadura militar é um pesadelo, mas a do proletariado (Stalin, Fidel, Maduro, entre outros) vale e é justa?a

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