Entrevista Zucco (copião)

 Pergunta: Então, como está essa perspectiva a respeito das próximas eleições?

Zucco:


Está cedo ainda, né? Estamos em março, ainda tem alguns meses pela frente. É o início. Parece que está tudo se antecipando, mas eu acho que esse começo é bom, porque a gente já tem um norte, mais ou menos, do entendimento de cada um, dos projetos que se apresentam.


Agora, nós vamos ter um planejamento de viajar todo o Estado, percorrer as regiões, dialogar com as federações, as entidades, a sociedade, os gaúchos e as gaúchas, que precisam conhecer o projeto do continuísmo. Na minha visão, empurraram com a barriga os problemas e não conseguiram entregar um resultado efetivo.


Há também o perigo de um retrocesso. A gente sabe que, historicamente, os piores governos foram os governos de esquerda. E nós entendemos que temos a possibilidade de fortalecer uma agenda de desenvolvimento econômico. Não vamos desistir da agenda fiscal, porque é importante pagar as nossas contas, mas a gente precisa olhar para frente, parar de pensar só em pagar boleto do governo federal.


Temos várias propostas, um grupo muito forte, uma liderança política muito forte. Estamos com vários partidos, com craques que estão nos ajudando nas diversas áreas. E temos o entendimento de que esse início está sendo muito positivo. A gente espera, realmente, construir o resultado de um Rio Grande melhor.


Pergunta: O seu plano de governo já está pronto ou, à medida que o senhor faz esses debates, ele está sendo construído?


Zucco:


Claro que não tem como estar pronto agora, em março. A gente ainda tem muito tempo para montar esse plano de governo. Inclusive, temos estratégias para fazer rodadas com cada área: segurança pública, educação, desenvolvimento econômico. Já conversamos e iniciamos uma rodada com a Fazenda.


Mas, como eu disse, esse plano tem que ser construído a várias mãos. Acho que uma grande característica do nosso projeto é justamente o trabalho em grupo. Eu fui líder da oposição, escolhido pelos pares de todos os partidos, e isso mostra que nós temos estatura política, diálogo e propostas.


Então, o plano de governo, no momento oportuno, será apresentado. E, como eu disse anteriormente, a gente acredita que o Rio Grande pode muito mais.

Pergunta: Deputado, no dia 11 o Flávio Bolsonaro vem ao Estado. O que já dá para antecipar dessa agenda?


Zucco:


Olha, nós queremos apresentar um modelo de sucesso, um Estado que conseguiu unir a centro-direita. Nós temos Progressistas, Republicanos, Partido Novo, Podemos. Então, a gente vai poder apresentar para o Flávio que aqui no Estado estamos unidos.

Também vamos levar algumas demandas, como a questão da securitização e até mesmo a renegociação das dívidas. Vamos conversar e mostrar para ele que esse diálogo com o governo federal é fundamental.


Nesse sentido, estamos muito confiantes com a vinda do Flávio. Ele está confirmado para o dia 11 e vai participar de alguns eventos.


Pergunta: Será motociata?


Zucco:


Não. Nós vamos fazer um evento com as mulheres, depois um evento com pré-candidatos dos diversos partidos e, se tudo der certo, o lançamento da pré-campanha. Também vamos nos reunir com empresários. A agenda vai ser intensa.

Dica do editor - Será imperdível e grátis este espetáculo de música e luzes nos jardins do Dmae amanhã, Porto Alegre

Será um espetáculo inédito e gratuito este evento que o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) e a Aliança Francesa Porto Alegre (AFPOA) promoverão, amanhã nesta sexta-feira, 20, no caso a primeira edição do evento Lumières: um show de música e luzes. A programação será às 20h, no Jardim do Dmae, localizado no bairro Moinhos de Vento (rua 24 de Outubro, 200). O repertório reunirá canções francesas contemporâneas e trilhas marcantes da cultura pop, transitando entre cinema, séries e música atual, com obras como Le Festin, Dream a Little Dream (versão francesa), Amour plastique, Balance ton quoi e Dernière Danse. No sábado, 21, o jardim receberá o público normalmente, das 8h às 18h.

História - Localizado no bairro Moinhos de Vento, o jardim abriga o monumento público mais antigo de Porto Alegre: quatro estátuas que representam os afluentes do Guaíba. As esculturas, em mármore de Carrara, foram idealizadas pelo arquiteto italiano José Obino e instaladas na Capital em 1866. São duas figuras femininas, as Ninfas, que simbolizam os rios Caí e Sinos, e duas masculinas, os Netunos, que representam os rios Jacuí e Gravataí.