Artigo, Ruy Gessinger - Papos com minha netinha

“Vô, tu votou no vô brabo de cabelo amarelo ou no vô bonito de cabelinho branco?”

Respondi que só podem votar os que moram no império chamado USA. Lá tudo é diferente.

“ E porque essa briga, vô?”

“ Porque quem ganhou vai ser quase  o rei da Terra.”

Convidei então minha perguntadora a ficar quietinha e deixar eu de novo explicar.

 Nosso planeta é um milagre quase incompreensível. Por mais que procuremos nos confins do Universo, ainda não achamos vida tal como a conhecemos na terra.

A natureza foi evoluindo, surgindo todas as formas de vida durante milhões e milhões de anos

 Até que apareceu um mamífero que não tinha o aparato bélico de outros animais. Pior , ele tinha pela frente os enormes homens de Neanderthal. Diz a história que os Sapiens cruzaram com as fêmeas de seus primos mas, ao fim e ao cabo, os esterminaram. Os Sapiens eram mais fracos que quase todos outros mamíferos. Não sabiam correr, nem subir em árvores altas, nem lutar contra os leões. Sentiam frio. As crias custavam a ficar adultas. Um canídeo leva três meses para se desmamar. Um bebê sapiens precisa de ao menos um ano para engatinhar.

Inobstante isso, o criador, colocou uma inteligência diferenciada nos demais seres vivos. Os animais de qualquer espécie nascem com uma memória. Ninguém precisa ajudar uma novilha a parir.Ela sabe o que fazer. Não precisa da parteira ou do médico. 

Começou a faltar comida dada uma multiplicação da população humana em escala geométrica.Optaram pela agricultura, mas as áreas nunca eram suficientes; havia que enxotar os demais humanos  e os escravizar ou exterminar.

“Dá um exemplo, vô”!

Roma foi, durante uma época , a dona do então conhecido mundo.  Todavia com o tempo os “ bárbaros “ suplantaram os romanos e os impérios foram se sucedendo.

Hoje temos um império que pode apagar a luz de qualquer país, quando quiser. Essa potência se deu ao luxo de tomar territórios de seus vizinhos e até de ilhas distantes. Inclusive tem à disposição um presídio extra nacional que é Guantanamo. 

“ Bah vô, tu tá contra os Estados Unidos?”

“ Não , querida ,estou a favor do Brasil onde moramos.”

 Olha só :o Presidente brabo não deu a mínima para nosso presidente. Facilitou o passaporte até para os uruguaios,  mas teu avô , para ter o visto, tem que dar um monte de informações. Só quando eu tiver oitenta anos não precisarei de visto…

“ Bah,vô….”

“ Tá guria, fica fria, o Brasil ainda é o melhor lugar para se progredir.Mas o vô bonito não vai dar mole para o Brasil.Podes crer.  ”.

( Estranhei o silêncio estridente quando da  posse do novo Ministro do STF)  


Supremo reafirma segurança tributária no setor de tecnologia, fortalecendo o processo de transformação digital no Brasil

7 ministros são favoráveis à incidência do ISS nas operações de licenciamento de uso do software, assegurando a competitividade no setor e diminuindo a desigualdade de acesso no Brasil 

São Paulo, 11 de novembro de 2020 - Nesta quarta-feira (11), o Supremo Tribunal Federal (STF) prosseguiu no julgamento das ADIs 1945-MT e 5659-MG, colhendo mais um voto favorável à incidência do ISS nas operações com software. Agora, o resultado está em 7 votos pela inconstitucionalidade da incidência do ICMS contra 3 votos no sentido inverso. Na sequência, o ministro Nunes Marques, único que ainda não votou, pediu vista dos autos, paralisando o julgamento. 

Segundo o doutor Saul Tourinho Leal, assessor jurídico da ABES - Associação Brasileira de Empresas de Software e advogado que se dedicou à causa, é preciso reconhecer a importância da segurança jurídica a respeito da tributação incidente sobre os serviços de tecnologia da informação como fator indispensável para alavancar a inovação tecnológica através da transformação digital, salientada pela OCDE como um caminho para o Brasil crescer. 

"No mundo contemporâneo que vivemos, muito bem definido pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman, como um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir, e assim como a água, tudo muda muito rapidamente. Bauman traz o conceito da transformação de um mundo sólido, é fato inquestionável que estamos em um mundo gasoso, levando-nos a rever periodicamente conceitos, modelos e formatos de negócios, no qual a tecnologia, a inovação é ponto central de tudo isso. Uma nação não será competitiva se seu povo não tiver acesso de qualidade ao conhecimento, a educação, e às inovações tecnológicas", indica Rodolfo Fücher, presidente da associação. 

A maioria formada no Supremo entendeu esse aspecto mutável do software. Uma vez encerrado o julgamento, o segmento continuará sua transformação, aumentando a competitividade do Brasil. 

"É um momento de alívio para o setor, já que se fosse decidido fazer a cobrança por ICMS correríamos o risco do aumento de custo ao acesso à tecnologia por empresas brasileiras. A transformação digital, que ficou extremamente em evidência durante a pandemia, permite a sobrevivência de diversos segmentos econômicos como indústria, alimentação, comércio e, inclusive, o home office, seriam afetados", explica Manoel Antonio dos Santos, diretor jurídico da ABES. 

Além da importância do caso para a economia, há o aspecto da competitividade do Brasil em relação ao resto do mundo. "É comprovada a necessidade do uso da tecnologia para assegurar melhor desempenho e certamente maior competitividade para o mercado brasileiro. Conforme estudo da ABES/IDC, o crescimento esperado para o setor de TI em 2020 é de 4%", completa o presidente. 

Mesmo com os progressos significativos na melhoria do acesso à internet no Brasil, a OCDE aponta que, até 2018, 23% das pessoas adultas nunca tiveram acessado a rede. Falando também em negócios, pouco mais da metade das empresas brasileiras, com 10 funcionários ou mais, tiveram o seu próprio site em 2019. Além disso, praticamente 25% dos estudantes brasileiros ficaram sem aula durante todo o ano de 2020, aumentando ainda mais o gap social brasileiro. 

"Com a decisão do STF contra a tributação por ICMS ainda temos a chance de avançarmos digitalmente de forma menos desigual, que é um dos principais objetivos da ABES, pois teremos a oportunidade de aumentar a produtividade em diversos setores da economia", aponta Fücher. 

Derrubada do Veto à desoneração da folha 

A decisão favorável sobre a desoneração da folha de pagamento, com a derrubada pela Câmara dos Deputados do Veto nº 26/2020 sobre o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, no dia 4 de novembro, também está sendo considerada uma vitória para o segmento. 

Isso permite manter a opcionalidade de usar a alíquota do CPRB a 4,5% para o setor de TI no lugar de 20% de contribuição no total da folha. Ou seja, quando o custo da folha de pagamento é alto, o que normalmente ocorre no segmento tecnológico, torna-se menos custoso pagar os 4,5% sobre o faturamento. 

"Ambas as decisões irão trazer mais investimentos externos ao Brasil, que estavam represados devido a indefinição da carga tributária para o setor e também por conta do custo relacionado a folha de pagamento", finaliza Rodolfo Fücher. 

Sobre a ABES 

ABES, Associação Brasileira das Empresas de Software, tem como propósito contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos. Nesse sentido, tem como objetivo assegurar um ambiente de negócios propício à inovação, ético, dinâmico e competitivo globalmente, sempre alinhado a sua missão de conectar, orientar, proteger e desenvolver o mercado brasileiro da tecnologia da informação. 

Desde sua fundação, em setembro de 1986, a ABES busca ser relevante para seus associados e referência nacional e internacional do setor de tecnologia. Atualmente, a entidade representa aproximadamente 2 mil empresas, que totalizam cerca de 85% do faturamento do segmento de software e serviços no Brasil, distribuídas em 22 Estados brasileiros e no Distrito Federal, responsáveis pela geração de mais de 208 mil empregos diretos e um faturamento anual da ordem de 63,7 bilhões em 2019. 



Artigo, Renato Sant'Ana - Nosso nebuloso sistema de votação

É só para comparar. Ninguém dirá que não houve fraude nas eleições dos Estados Unidos: é um sistema de votação imperfeito, sem que falte quem queira fraudá-lo. Contudo, sem confirmação probatória, ninguém poderá afirmar que Trump foi derrotado por causa da fraude.

Agora, lá, é possível fazer a recontagem dos votos. Já no Brasil, só resta ao cidadão curvar-se a uma falsa urna e fazer sua profissão de fé - na incerteza de que seu voto não será desviado.

Como é que podemos aceitar tão passivamente um sistema de votação que, não deixando vestígios, impede a revisão por meio da recontagem?

"Oh, mas a urna nem está ligada na internet!" Sim, a vulnerabilidade está no tráfego dos dados, basicamente entre os tribunais (mais grave, portanto, nas eleições estaduais e nacionais).

O cibersistema é seguro até que a segurança seja quebrada. E ninguém vai dizer que só existem vestais colaborando no processo eleitoral.

Ao articuladinho que gosta de falar em "teoria da conspiração", faço lembrar um, apenas um (recente) episódio de fraude eletrônica.

Em 03/11/2020, hackers invadiram os "servidores" do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e criptografaram todos os processos em tramitação na casa e muito mais, além de bloquearem o acesso às caixas de e-mail dos ministros daquela corte.

Mas o problema do momento é a falcatrua paroquial.

O furo que mais preocupa nestas eleições de 2020 está em que mesários têm certo controle sobre quantos não vão comparecer, ainda mais com a determinação de que eleitores idosos votem às primeiras horas.

Velho que não votou pela manhã, remotamente comparecerá à tarde.

E se alguém votar em nome dele e não houver flagrante do delito, ninguém poderá posteriormente provar a fraude.

Embora óbvio, convém enfatizar: não se trata de lançar injusta suspeita sobre pessoas, mas de apontar a inconsistência do sistema.

Querem ressaltar que a maioria dos mesários é honesta? É o que eu acho! Só não há como ocultar que o sistema atual deixa ampla margem a fraudes.

Aí cabe alertar os narcisistas que curtem dar uma de cético - seja por preguiça de se esclarecer, seja por ignorância - e teatralizam uma atitude crítica: os que gostam de dizer "não adianta nada votar!".

Tenham a certeza de que há uns quantos que, em surdina, fomentam o pessimismo: é para ocuparem o espaço que o pessimista não ocupa.

Tem mais, aqueles que, neste ano, não comparecerem para votar vão cooperar para o risco de fraude.

E se a fiscalização for frouxa, maior será a margem para desvios.

A lei manda imprimir o voto, o que é tecnologicamente muito fácil.

E se, apenas em 2020, o contribuinte já entregou em torno de R$ 2 bilhões para o fundão eleitoral e mais R$ 1 bilhão para o fundão partidário (R$ 3 bilhões somados), então não é por falta de dinheiro que seguimos com a farsa da urna eletrônica.

Em suma, temos um sistema eleitoral que é mais do que imperfeito. Mas é o que temos. Para mudar, é preciso que haja vontade esclarecida e atitude ativa por parte de um grande contingente da sociedade.

De que lado estaremos?

Nunca, em tempo algum e no que quer que se imagine, foram os omissos que promoveram transformações positivas.

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo. 

E-mail sentinela.rs@uol.com.br


Professora lulopetista mente, calunia, injuria e difama Bolsonaro em aula de Rio do Sul, SC

 O colégio tirou nota para dizer que vai "corrigir o erro", que a professora é bem avaliada pela comunidade e pelos alunos e que a a conversa foi "descontextualizada". Os alunos protestaram e o caso veio a público.

O colégio particular COC, Rio do Sul, SC, deu espaço para “ensinar”, durante disciplina de redação, que o presidente Jair Bolsonaro “armou” o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco. A afirmação foi feita durante aula virtual conduzida pela professora Tanay Gonçalves Notargiacomo.

O Jornal da Record divulgou o vídeo ontem a noite.

Ao falar sobre violência na política, a professora garantiu que Bolsonaro não foi vítima de crime político no decorrer da campanha eleitoral de 2018. Apesar de o então candidato ter sido esfaqueado por um homem que foi filiado ao Psol, ela definiu o caso como protagonizado por “popular”, um mero “civil” da sociedade. Bolsonaro levou uma facada? Levou. Foi uma violência? Foi. Mas não foi praticada por político”, disse a professora do COC de Rio do Sul, cidade do interior de Santa Catarina.

Sobre o caso da vereadora assassinada em março de 2018, a situação foi diferente (ao menos na visão da professora). Indo contra todas as investigações, ela garantiu que Marielle foi vítima de violência política armada pelo homem que é o atual presidente da República:

- O que o Bolsonaro armou, né, para matar Marielle Franco… ele, sendo um político, matando uma outra política… isso, sim, é uma violência política”, “ensinou” a professora.

Conheça a Foton

  A Foton Caminhões, presente no Brasil desde 2010, é responsável pela produção, importação e distribuição dos caminhões da marca Foton no País. Além disso, responde pelo fornecimento das autopeças e por todos os serviços de pós-venda, incluindo as revisões e manutenções.

Na China, a Foton Motor Group, fundada em 1996, no distrito de Changping, Pequim, possui joint-ventures firmadas com companhias importantes, como a Cummins, ZF e a Daimler, sendo apontada como uma das maiores e mais valiosas companhias chinesas.

Atualmente a Foton vende cerca de 600 mil veículos por ano globalmente, 90% deste volume de veículos comerciais, com exportações para mais de 100 países e um volume que passa das 60 mil unidades. No mundo a empresa conta com 40 mil colaboradores, duas mil concessionárias e, no ano passado, o faturamento foi de US$ 7,5 bilhões. A filial brasileira é a quinta unidade industrial da Foton fora da China. A marca já conta com fábricas na Tailândia, Vietnã, Quênia e Argélia em construção.

Para mais informações, acesse: www.fotonmotors.com.br


A suspensão da CoronaVac

 A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), suspendeu os estudos clínicos da vacina contra a covid-19 CoronaVac. O anúncio foi feito na noite desta 2ª feira (9.nov.2020). O imunizante é desenvolvido no Brasil pelo Instituto Butantan, de São Paulo, em parceria com a biofarmacêutica chinesa Sinovac Biotech.


Segundo a Anvisa, suspensão ocorre por causa de 1 “evento adverso grave” do dia 29 de outubro, mas não informou o que teria acontecido. Com a interrupção dos testes, nenhum novo voluntário poderá ser vacinado com o imunizante.


O Butantan afirma que foi “surpreendido” pela decisão da Anvisa. Diz que está “apurando em detalhes o que houve com o andamento dos estudos“. Declara estar à disposição para esclarecimentos da agência. Realizará uma entrevista para jornalista na 3ª feira (10.nov), às 11h, na sede do instituto.


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que “lamenta ter sido informado pela imprensa e não diretamente pela Anvisa, como normalmente ocorre em procedimentos clínicos desta natureza, sobre a interrupção dos testes da vacina CoronaVac”.


A Anvisa define como 1 evento adverso grave:


qualquer suspeita de transmissão de agente infeccioso por 1 dispositivo médico;

internação hospitalar do paciente;

morte;

evento que coloca o indivíduo sob risco imediato de morte;

incapacidade ou invalidez persistente;

anomalia congênita ou defeito de nascimento;

evento clinicamente significante.

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Os estudos da CoronaVac foram interrompidos no mesmo dia em que o governo do Estado paulista anunciou que 120 mil doses de vacina chegaram a São Paulo até 20 de novembro.


A CoronaVac está na 3ª fase de testes –a última para garantir a eficácia do imunizante. Em caso de reprovação pela Anvisa, a vacina não poderá ser aplicada no Brasil.


Segundo estudos apresentados pelo governo de São Paulo, 35% dos 9.000 voluntários tiveram reações leves, como dor no local da aplicação, e nenhum efeito colateral grave durante os testes. O resultado significa que a vacina tem “excelente perfil de segurança”, de acordo com o presidente do Instituto Butantan Dimas Covas. “É a vacina mais segura, no momento. Não no Brasil. No mundo”.


ANÚNCIO DA ANVISA

Eis a íntegra da nota da agência:


“Após ocorrência de Evento Adverso Grave* a Anvisa determinou a interrupção do estudo clínico da vacina CoronaVac.  O evento ocorrido no dia 29 de outubro foi comunicado à Anvisa, que decidiu interromper o estudo para avaliar os dados observados até o momento e julgar sobre o risco/benefício da continuidade do estudo.   


Esse tipo de interrupção é prevista pelas normativas da Anvisa e faz parte dos procedimentos de Boas Práticas Clínicas e esperada para estudos clínicos conduzidos no Brasil.  


Com a interrupção do estudo, nenhum novo voluntário poderá ser vacinado. A Anvisa reitera que, segundo regulamentos nacionais e internacionais de Boas Práticas Clínicas, os dados sobre voluntários de pesquisas clínicas devem ser mantidos em sigilo, em conformidade com princípios de confidencialidade, dignidade humana e proteção dos participantes.


A Anvisa mantém o compromisso com o Estado brasileiro de atuar em prol dos interesses da saúde pública.  


*De acordo com a RDC 09/2015 são considerados eventos adversos graves:   


a) óbito; 

b) evento adverso potencialmente fatal (aquele que, na opinião do notificante, coloca o indivíduo sob risco imediato de morte devido ao evento adverso ocorrido); 

c) incapacidade/invalidez persistente ou significativa; 

d) exige internação hospitalar do paciente ou prolonga internação; 

e) anomalia congênita ou defeito de nascimento; 

f) qualquer suspeita de transmissão de agente infeccioso por meio de 1 dispositivo médico; 

g) evento clinicamente significante”.

RESPOSTA DO INSTITUTO

“O Instituto Butantan esclarece que foi surpreendido, na noite desta 2ª feira, com a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e que está apurando em detalhes o que houve com o andamento dos estudos clínicos da CoronaVac.


O Butantan informa ainda que está à disposição da agência reguladora brasileira para prestar todos os esclarecimentos necessários referentes a qualquer evento adverso que os estudos clínicos podem ter apresentado até momento.


Amanhã (10.nov), as 11h, haverá uma entrevista na sede do instituto”.

Artigo, Marcelo Ott, Jornal do Comércio - Dicas para equilibrar as finanças em 2020

Estamos chegando ao final de mais um ano, e este com toda certeza foi diferente, histórico e estará presente em nossa memória de forma definitiva. O ano de 2020 apresentou incontáveis desafios para todos os setores da economia, e o isolamento social pode ter sido o mais impactante de todos.

Mas quero destacar um em especial: enfrentamos a suspensão e a redução dos contratos de trabalho, o que afetou diretamente no orçamento das famílias. A medida veio de forma rápida com o objetivo de apoio aos diversos setores da economia para manutenção do emprego e da renda.

Mesmo assim, atingiu muito as empresas e famílias, que precisaram rapidamente revisar suas contas e planejar as finanças para os meses seguintes. E para quem não fez, sempre há tempo de dar o primeiro passo (e urgente!) para buscar o equilíbrio ainda em 2020.

Vamos às dicas. Primeiro ajuste o orçamento identificando o quanto ganha e quando recebe, além de conhecer os gastos: quanto, quando e como. Faça disso um hábito e registre toda e qualquer movimentação financeira que tenha. Identifique também os grupos de despesas: as fixas, as variáveis, as adicionais e ainda as extraordinárias.

Observe se seu padrão de vida está adequado ao seu orçamento, caso contrário, promova os ajustes necessários. Outra dica importante: substitua dívidas caras pelas mais baratas e estabeleça objetivos para realização de algum sonho. Para isso utilize uma técnica chamada Meta SMART, construída de forma a se considerar cinco atributos: S (Específico), M (Mensurável), A (Atingível), R (Relevante) e T (Temporal).

O Objetivo SMART garante um detalhamento do que é fundamental para que possamos estabelecer os passos seguintes. E na sequência elabore seu plano de ação para atingir o objetivo proposto: o quê e por quê? quem? onde? quando? como? e quanto vai custar?

Todos estes passos de nada adiantam se não tivermos compromisso, responsabilidade e controle.

Um planejamento financeiro dotado destes princípios certamente atingirá os objetivos propostos. E será apenas uma questão de tempo. Portanto, ainda é possível dar o primeiro passo em 2020: sonhe, planeje e execute.

A pandemia vai passar e saia bem dela você também.

Coordenador dos cursos Técnico em Administração e Técnico em Finanças do Senac-RS