O que um especialista em microbiota intestinal come em um dia

 Um especialista em microbiota intestinal foca em uma dieta rica em diversidade vegetal, fibras e alimentos fermentados para nutrir as bactérias benéficas, visando aumentar a produção de ácidos graxos de cadeia curta e reduzir a inflamação. O objetivo é consumir uma grande variedade de plantas (meta de 30 tipos diferentes por semana) e evitar ultraprocessados. 

Aqui está um exemplo de um dia alimentar baseado nas recomendações de especialistas:

Café da Manhã (Foco: Probióticos e Fibras Solúveis)

Kefir ou Iogurte Natural: Fonte de probióticos vivos.

Frutas com Polifenóis: Mirtilos (blueberries), framboesas ou amoras.

Aveia ou Sementes: Farelo de aveia (fibra solúvel) ou sementes de chia/linhaça. 

Lanche da Manhã (Foco: Polifenóis)

Uma maçã com casca ou um punhado de nozes/amêndoas. 

Almoço (Foco: Diversidade e Fibras)

Salada Colorida: Folhas escuras (rúcula, espinafre), tomate e cenoura.

Proteína Vegetal: Lentilha, grão-de-bico ou feijão (ricos em amido resistente).

Grãos Integrais: Arroz integral, quinoa ou farro.

Gordura Saudável: Azeite de oliva extra virgem. 

Lanche da Tarde (Foco: Prebióticos)

Banana verde ou biomassa de banana verde (fonte de amido resistente).

Alguns especialistas sugerem 2 kiwis, que melhoram a motilidade intestinal. 

Jantar (Foco: Digestão Leve e Fermentação)

Legumes Assados: Brócolis, couve-flor, aspargos ou alcachofra (ricos em prebióticos).

Proteína Leve: Peixe ou frango orgânico (evitando frituras).

**Fermentado: ** Uma pequena porção de chucrute (sauerkraut) ou kimchi. 

Pilares Diários do Especialista:

Hidratação: Água abundante ao longo do dia.

Variedade: Comer alimentos de diferentes cores (arco-íris de vegetais) para diferentes tipos de fibras.

Evitar: Açúcares refinados, adoçantes artificiais e alimentos gordurosos processados.

Ritmo: Alguns especialistas, como Asun González, sugerem jantar cedo (por volta das 16h) para aumentar o tempo de jejum, embora a alimentação vegetal seja o foco principal. 


Artigo, especial - Lulinha e a República dos Amigos

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano.

 Mais um capítulo da crônica sobre a influência dos herdeiros do poder foi escrito com uma operação da Polícia Federal contra o Grupo Fictor. A empresa, que se vendia como um titã do agronegócio e da energia, é hoje o epicentro de uma in vestigação sobre fraudes bancárias que teriam drenado mais de R$500 milhões dos cofres públicos, atingindo especialmente a Caixa Econômica Federal. Mais que isso, segundo a polícia, a empresa trabalhava para o Comando Vermelho. Com uma recuperação judicial que arrasta dívidas de R$ 4 bilhões, a Fictor não é apenas um caso de má gestão — é o tal grupo de investimentos que iria comprar o Banco Master quando Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez, em novembro. Coincidentemente, a operação da Polícia Federal trouxe à tona o nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Apontado como um “consultor”, ele teria sido o elo que, em 2024, permitiu que o grupo orbitasse as esferas mais altas de Brasília, transformando o ex-sócio Luiz Phillippe Rubini em figura presente no Conselhão do Lula e em grupos parlamentares do Senado voltados aos BRICS. A defesa de Fábio Luís, como era de se esperar, classifica essa relação como “mera amizade”. No entanto, é uma amizade de altíssimo valor de mercado, ca paz de garantir a empresários sob suspeita de fraude um trânsito que o cidadão comum, ou o empresário honesto, jamais sonharia ter. É mais uma ramificação de uma rede de gentilezas e facilidades. Lulinha ainda nem conseguiu explicar as questões que envolvem seu nome no escândalo do INSS. Com seus sigilos bancário e fiscal quebrados, Lulinha está sob uma lupa por sua proximidade com o já famoso “Careca do INSS”, apontado como chefe da quadrilha que saqueou aposentadorias e pensões de milhões de pessoas com descontos indevidos em folhas de pagamento. O que os investigadores buscam esclarecer é a natureza de um suporte fi nanceiro que parece ir muito além do afeto: mensagens e registros indicam passagens e estadias em Portugal custeadas pelo empresário, além de uma espécie de “mesada” recorrente e repasses de dinheiro para uma amiga ínti ma de Lulinha, a lobista Roberta Luchsinger. Em ambos os casos, há a coincidência de envolverem amigos do filho de Lula em escândalos que receberam a visita da Polícia Federal. De um lado, uma empresa acusada de rombos milionários e lavagem de dinheiro para uma facção; de outro, o grande esquema que sangrou o bolso de idosos que dependem de cada centavo da previdência. No centro de ambos, o filho do pre sidente desfruta de uma generosidade empresarial que inclui viagens, suporte f inanceiro e acesso facilitado, sempre blindado pelo argumento de que não há “relação formal” ou contrato assinado. Para o brasileiro que aguarda meses por uma perícia médica ou que vê o dinheiro público virar fumaça em fraudes ban cárias, o sentimento é o de assistir ao mesmo filme em looping. É a percepção de que, quando o sobrenome é Lula, a amizade deixa de ser um sentimento para se tornar uma commodity estratégica, onde o acesso ao Estado não depende de mérito ou técnica, mas de quem consegue um lugar à mesa nos círculos de po der, mas o prejuízo do banquete fica sempre com quem está do lado de fora, seja na fila do INSS ou pagando a conta da próxima fraude bancária.

Nota do PT do RS

A Comissão Executiva Estadual do PT Gaúcho, reunida no dia de hoje, reafirma a disposição de continuar conversando com as instâncias partidárias, em especial com a Direção Nacional do Partido. 

Nosso objetivo é criar as melhores políticas e eleitorais para a reeleição do Presidente Lula, prioridade absoluta do PT. 

Neste sentido também esta instância reafirma decisão do seu Encontro Estadual realizado no dia 30/11, que por unanimidade dos seus 400 delegados/as aprovou a indicação de Edegar Pretto ao governo do Estado e de Paulo Pimenta e Manuela ao Senado. Por entender ser esta a melhor alternativa para ajudar a reeleger o Presidente Lula e também derrotar o ciclo neoliberal no nosso Estado. 

Nesta eleição polarizada por dois projetos de Nação e pela defesa da democracia e soberania, não há espaço para candidaturas que não façam uma defesa do nosso Governo Lula e que não se contraponham as privatizações e ao desmonte do nosso Estado.

Em respeito à decisão democrática do partido e fundamentalmente pela importância da vitória do Lula no RS, entendemos que a candidatura do companheiro Edegar Pretto por ser a mais ampla (seis partidos) e que tem o compromisso da defesa do nosso governo, é melhor opção para construção da vitória do campo democrático popular.


Porto Alegre, 25 de março de 2026. 

Comissão Executiva Estadual do PT Gaúcho