https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/81439/malu-gaspar-nao-perdoa-o-desespero-escancarado-de-moraes

Romeu Zema defende impeachment e prisão de Moraes e Dias Toffoli

O ex-governador de Minas, Romeu Zema, que cumpre agenda de campanha eleitoral no RS, rejeitou, hoje, a oferta para que seja candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro.

Zema, que é candidato a presidente pelo NOVO, fez declarações fortíssimas, esta manhã, ao falar para os jornalistas da Rádio Gaúcha, no programa Gaúcha Atualidade.

O caso Banco Master x STF

Zema defendeu o impeachment e a prisão dos ministros Alexandre3 de Moraes e Dias Toffoli. 

-  Atitudes como essas não têm a ver com ser servidor público, mas com enriquecer às custas do serviço.

O candidato do Novo disse na Rádio Gaúcha que seus concorrentes pela direita, Caiado e Flávio Bolsonaro, omitem-se claramente no tocante a críticas aos ministros envolvidos no caso Master.

Dia Mundial da Voz: os sinais de que você está prejudicando sua voz sem perceber

Especialista alerta para sintomas ignorados no dia a dia que podem evoluir para lesões e até perda temporária da voz.

 Usada diariamente em salas de aula, reuniões, áudios e interações digitais, a voz costuma ser tratada como automática - até começar a falhar. Com o gancho do Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril, especialistas chamam atenção para sinais comuns que muita gente ignora, mas que podem indicar problemas mais sérios.

De acordo com estudos publicados na plataforma SciELO, mais de 50% dos professores relatam episódios de rouquidão. Sintomas como cansaço ao falar (53,9%) e garganta seca (cerca de 30%) também são frequentes, reforçando o impacto do uso inadequado da voz.

Segundo Isabela Poli, professora de Fonoaudiologia da Universidade Veiga de Almeida (UVA), o problema pode evoluir de forma silenciosa:

“O uso inadequado da voz gera microtraumas repetitivos nas pregas vocais, levando a um processo inflamatório progressivo. Alguns sinais podem ser percebidos, como, falhas na voz, excesso de pigarro e uma rouquidão que vai piorando, que significa que algo está acontecendo. Com o tempo, podem surgir alterações nas pregas vocais, como espessamentos, nódulos ou algo mais difícil de ser tratado, e que podem dificultar uma recuperação espontânea.

 Os sinais de alerta para problemas na voz

1. Rouquidão persistente, que dura mais que alguns dias ou piora ao longo do tempo;

2. Cansaço ao falar no fim do dia ou da semana, e sensação de que precisa fazer esforço para a voz sair com boa qualidade;

3. Garganta seca, tosse ou pigarros frequentes, principalmente depois de atividade vocal intensa;

4. Ardência, dor ao falar ou sensação de corpo estranho na garganta;

5. Falhas na voz sem motivo aparente durante a fala;

6. Mudanças na qualidade da voz, como voz mais grave, fraca ou instável sem motivo aparente; 

7. Perda total da voz, que pode acontecer depois de um grito forte ou abalos emocionais.

 Impactos que vão além do incômodo

As chamadas disfonias ou alterações vocais, embora geralmente reversíveis, podem afetar diretamente a rotina profissional - especialmente de quem depende da fala, como professores, atendentes, cantores e até criadores de conteúdo.

Além do uso inadequado, outros fatores podem agravar o quadro, como estresse, refluxo gastroesofágico e exposição a ambientes secos ou poluídos.

 Quando procurar ajuda?

A recomendação é clara: sintomas como rouquidão, dor ao falar ou alterações vocais que persistem por mais de uma semana devem ser avaliados por um especialista: O otorrinolaringologista fará uma avaliação das condições da laringe e pregas vocais e poderá indicar medicamentos para melhorar a origem do problema e o fonoaudiólogo será indicado para tratar as alterações vocais e para melhorar o comportamento vocal profissional ou no dia a dia.

 

 

  



Artigo, Felix Soibelman - A mídia entra no cio com o Irã

Claudio Szerman, amigo meu, comentou que se a mídia que faz a cobertura da guerra entre EUA e Irã fosse povoada pelas mesmas pessoas que noticiaram a derrota do Brasil para a Alemanha por 7 X 1, diria que "o gol do Brasil deixou a Alemanha atordoada"...

 Aliás, os números são proporcionalmente bem mais vantajosos para Israel na comparação com aquele jogo. Foram 15.000 bombas teleguiadas e outros artefatos disparados por Israel contra o Irã que acertaram os alvos certeiramente, contra apenas 14 mísseis interbalísticos que conseguiram passar pelo Iron Dome, entre 500 disparados pelo Irã contra Israel,  ou seja, o Irã acertou apenas 2,8% e assim mesmo sem maiores estragos, com zero alvo militar atingido. 

Quem me comunica esses números é meu amigo José Roitberg, jornalista, que foi militar de carreira, especialista em assuntos bélicos e balísticos, que tem fontes diretas do poder israelense.

Já a superioridade americana contra o Irã teve maior desproporção.

Não obstante, o esperado fenômeno de um ocidente aviltado por sua própria mídia, às expensas da esquerda corrosiva  seu grau mais deletério de distorção, fez-se sentir na narrativa adulterina que se seguiu. 

Essa mídia não só colocou, como de hábito, para debaixo do tapete o cardápio de atrocidades do terror, o uso de crianças de 12 anos para explodirem Minas, o assassinato em massa da oposição, o supliciamento opressivo de mulheres, e toda sorte de repressão violenta, como ainda elegeu a covardia dos mestres do terror como "arete", a virtude e excelência entificadas no mito do herói que parametriza o ápice do valor moral. 

Assim, o Irã se transformou em vitorioso, como o Davi dos novos tempos, contra o Golias da civilização cuja liberdade permite a essa mesma mídia fétida existir.  

A China e a URSS sempre entenderam este processo de estupida autodesvalorização do Ocidente como a melhor ferramenta de exaurimento de suas forças, muito mais poderoso do que os canhões. Agora vemos no enaltecimento do Irã a prova viva disso, como produto poderoso da idiotia formada nas atuais universidades. 

Capazes de transformar em vitorioso um país que teve toda a sua marinha e aeronáutica dizimadas, sua capacidade industrial bélica reduzida a pó, suas forças de repressão severamente debilitadas, pontes todas destruídas, tudo isso em apenas 38 dias, algo jamais visto antes nos cenários de guerra. 

   Mais singular ainda, viu-se  toda uma guerra conduzida, como nunca antes, para não destruir a infraestrutura da nação, algo bem diferente do conceito de "guerra total", de forma a poupar o povo iraniano, buscando os EUA e Israel preservá-lo ao máximo contra as consequências dos atos perpetrados  pela canalha clerical que o oprime.

  A novilíngua da esquerda não tardou nem um pouco em fomentar seus termos e logo passamos a escutar imbecilidades como "vitória assimétrica", nova terminologia pomposa para designar a bofetada que a ditadura islâmica tomou na cara. O fato do regime seguir existindo deveu-se somente aos elevados padrões éticos do inimigo ao evitar transformar o país em terra arrasada, bem ao contrário do que o governo de Teerã faria com todo o mundo desislamizado, conquanto professam  à cabalidade a condição satânica do Ocidente. 

 A mesma fábrica de sandices que criou a tal vitória assimétrica é aquela que vimos antes vomitar a palavra "neocolonialismo" para qualificar os judeus que encontrarm um deserto ao criaram Israel, sem estarem a serviço de nenhuma metrópole na exploração de riquezas de uma suposta colônia, e que, pame-se, foram armados por Stalin, e não pelo mundo capitalista, na guerra de independência, porque este último via neles a oportunidade de se opor ao poderio britânico na região. 

Por essa proeza lexicológica uma miríade de néscios passou a conceder ao Islã algumas das melhores joias do direito ocidental: o ius solis e o ius sanguini como argumento contra a existência de Israel, como se palestinos tivessem estes vínculos legitimadores de seu direito a Israel inteira, quando todo o Islã se expandiu por meio da força e da conquista, vitimando não menos a civilização persa, que igualmente foi tomada com extrema violência pelo Califado Rashidun (632-651 d.C.) promovendo uma dizimação e a ruina de um cultura prodigiosa onde hoje existe o atual Irã.  

    Figurou-se, para mim como antológico e emblemático o programa sobre o cessar fogo,  de Willian Wack (especialista em não acertar nada sobre Trump)  e  Lourival Santana, este último sempre com aquele tom desvitalizado até quando comemora a vitória do seu espectro político escolhido. De permeio, um desses professores de relações internacionais estava presente.  

Leia-se por "especialista em relaçẽos internacionais" algo asism como um STF mais especializado em ninharias, ou seja, gente acostumada a tratar do cenário mundial usando as ferramentas da baixa política constituída pela correlação de forças econômicas do momento, completamente   incapazes  de advertir um contexto civilizacional para entender o que Trump representa como contrarrevolução no Ocidente. 

Logo o tal especialista saiu-se com a bobagem de que Trump acumulara derrotas e que em eleições municipais  os republicnos já estavam perdendo (quando uma pesquisa mostrou que 92% deles aprovam a guerra); entre a lista de derrotas, no que foi acompanhado por Wack, estava o fracasso da guerra, mesmo com toda a detruição do Irã, minimizando a drástica diminuição de sua capacidade de projetar poder. 

O tal especiaista de araque somou ainda ao delirante acento de derrota política dos EUA o suposto fracasso com a Uiniao Europeia, sem ver que o que ocorreu foi justamente o contrário, ou seja, que é a UE que sai completamente enfraquecida do episódio com sério perigo de que seu maior membro a abandone perdendo a proteçao americana bem como a fortuna que os EUA devotam a esse continente traidor, levantado pelo plano Marshall após a segunda guerra. Um contintente que é devedor eterno de sua liberdade a Whashington. 

O mais patético da miopia caricata desses comediantes picarescos que infestaram o programa foi vê-los decantar a derrota trumpista em tons gerais, mesmo após Trump ter feito praticamente toda a América Latina  se virar à direita, acabar com a ditadura venezuelana, estar na iminencia de fazer cair o regime cubano, ter terminado com a guerra de Gaza apresentando uma solução que nunca ninguém conseguiu para esse conflito, todas estas coisas significativas de uma guinada extraordinária da contrarrevolução que estes ressentidos cheios de ódio contra o ocidente não suportam.   

Enfim, quem leva essa gente a sério dá atestado de sub-intelectualidade.

Poŕem, o mais hilário do tal acordo que já está começando a  fazer água, é ver a boçalidade fanfarrona do Irã avisando que se Israel seguir atacando o grupo terrorista Hezbolah despejará sobre si toda a sua ira, quando não conseguiu nem fazer cosquinha em Israel, como vimos, nesta guerra, e ainda pensar que o controle do estreito de Ormuz vai deter Israel em se defender atacando quem o ataca. 

Enfim, o Irã tremeu todo com a ameaça de Trump, correu à mesa implorando pelo acordo, mas para fora, como o mundo árabe sempre faz, fala grosso, querendo cantar vitória. 

O  regime dos ayatoloucos, como vemos, encaminha-se ao exame de próstata com os americanos trombeteando o heroísmo homérico das Ilíadas.  Faz a mídia entar no cio de seu antiamericanismo, tornando-se tão caricata quanto ele.  

Artigo, Assis Moreira, jornal Valor - O tempo de Trump e o risco para o Brasil

Neste artigo de Assis Moreira, publicado no jornal Valor, fica claro que a economia brasileira sofrerá forte abalo nas suas relações comerciais e financeiras com os Estados Unidos.

Saiba por que razão.

Leia todo o artigo.

Uma importante personalidade da cena comercial internacional, habituada a negociar com os Estados Unidos, não tem dúvida: não vê chance de o Brasil escapar ileso da investigação aberta pelo USTR, a agência de representação comercial americana, sobre alegadas práticas comerciais do país.

Trata-se do processo aberto em julho de 2025 pelo governo Trump contra o Brasil, com base na Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana, que permite investigar políticas ou práticas de outros países em relação ao comércio com os EUA.

Washington listou seis “preocupações” com práticas do Brasil envolvendo: Pix/comércio digital e serviços de pagamento eletrônico; tarifas preferenciais a outros parceiros; aplicação fraca de leis anticorrupção; propriedade intelectual; barreiras à entrada de etanol americano; e desmatamento ilegal.

Alguns interlocutores indicam que a investigação americana está na reta final. O Itamaraty poderá enviar, no fim do mês, uma delegação a Washington para tratar do tema — etapa que corresponde à fase obrigatória de consultas prevista no processo conduzido pelo USTR.

Se confirmadas, as alegações poderão justificar a imposição de tarifas adicionais ou outras medidas contra exportações brasileiras.

Nesse cenário, prevalece o pessimismo quanto à conclusão da investigação. De um lado, um importante interlocutor na Esplanada dos Ministérios vê risco concentrado basicamente nas tarifas sobre o etanol americano. De outro, ninguém ignora que a investigação do USTR é um jogo de cartas marcadas.

Sobre a possibilidade de o Brasil não ser sobretaxado com base na Seção 301, uma fonte com transito na cena global afirmou: ''Eu ficaria extremamente surpreso se isso acontecesse”.

A questão é se o governo de Donald Trump deixaria para aplicar eventuais sobretaxas antes ou depois de uma visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Casa Branca — ainda sem data prevista.

A avaliação em setores do governo é de que não haverá negociação comercial relevante ou razoável com Jamieson Greer, chefe do USTR, antes de Lula tratar diretamente com Trump.

Paralelo à investigação, o Brasil já colocou na mesa propostas para a eliminação de sobretaxas sobre produtos brasileiros. Também apresentou proposta de combate ao crime organizado. E sinalizou abertura para discutir minerais críticos e a atuação de big techs, indicando até onde pode avançar nesses temas na relação bilateral.

A ideia, portanto, seria sair de uma eventual visita à Casa Branca com um mandato político para avançar nas negociações comerciais com base nos termos definidos pelos dois presidentes.

Ainda é preciso, porém, acertar a viagem a Washington. Inicialmente cogitada para o início do ano, ela segue sem data, também em razão do foco americano na guerra contra o Irã.

Um integrante do governo admite que a janela para a visita pode se estender até o fim do primeiro semestre. A expectativa é de que, até lá, o governo Trump eventualmente segure decisões sensíveis, tanto na área comercial quanto na possível designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas.

A constatação, porém, é que a relação com o governo Trump é calibrada dia a dia: o que vale em uma semana pode não valer na seguinte. A incerteza é permanente. O ambiente bilateral, além disso, sofreu arranhões com o confronto sobre a moratória do comércio eletrônico, que acabou cristalizando o fiasco da conferência ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), há duas semanas.

Haveria falta de avanço nas negociações com o USTR. Ao mesmo tempo, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, mantém contatos com o secretário de Estado, Marco Rubio, na tentativa de construir uma agenda bilateral positiva.

Há ainda uma segunda investigação com base na Seção 301 envolvendo o Brasil, sob alegação de trabalho forçado, que deve demorar mais. Para interlocutores em Brasília, se a questão fosse estritamente bilateral, seria de solução mais simples — inclusive porque o Brasil mantém parceria com o Departamento do Trabalho dos EUA no combate ao trabalho escravo.

O problema é que essa investigação pela seção 301 se refere essencialmente a não importar produto de países terceiros que poderiam estar utilizando trabalho forçado (o foco é mesmo a China). E aí é ‘’uma janela totalmente arrombada’’, pela qual o USTR pode alegar qualquer coisa para sobretaxar o Brasil e dezenas de outros parceiros.

A percepção é de que o USTR está ‘’catando coisas’’ para reproduzir o tarifaço que foi condenado como ilegal por juizes da Suprema Corte americana.

Ao mesmo tempo, os Estados Unidos acumulam importante superavit no comércio com o Brasil. No comércio de bens, o saldo americano aumentou 112,8% e alcançou US$ 14,4 bilhões no ano passado, enquanto no comércio de serviços chegou a US$ 26,1 bilhões, alta de 12,8% (US$ 3,0 bilhões). Ou seja, o superávit comercial total americano com o Brasil atingiu US$ 40,5 bilhões em 2025 — bem diferente do que acontece com a maioria dos parceiros.


 

Opinião do editor - Não são apenas os R$ 129 milhões Lula !

As tentativas do ministro Alexandre de Moraes de enquadrar o Coaf e, agora, de levar a votação no STF uma ação do PT para limitar o alcance das delações premiadas, não conseguirão impedir que ele sobreviva à enxurrada de denúncias sobre seu envolvimento no escândalo do Banco Master.

A cada dia, uma nova enxadada revela mais minhocas.

A cínica declaração de Lula ao site lulopetista ICL, mandando Moraes assumir que é marido de Viviane Barci e que nada tem a ver com os negócios dela, é escandalosamente escapista e tenta reduzir tudo ao mau-cheiroso contrato de R$ 129 milhões assinado com ela com o banqueiro Daniel Vorcaro.

Há mais, Lula. Lula não vai se livrar desta companhia, por mais que tente.

A coisa não se reduz a este contrato milionário, que mais cheira a lobby oblíquo do que a contrato de serviços advocaticios.  Ele apenas compõe um leque pegajoso, num rastro que incluem o salto de 266% do patrimônio familiar, os voos em jatinhos da empresa de Daniel Vorcaro, a degustação de uísque Macallan em Londres, o telefonema de Vorcaro no dia da prisão e no qual pedia por socorro e as visitas à mansão do banqueiro para beber uísque e fumar charutos cubanos.

São os eventos cabulosos publicados até hoje, quinta-feira.