A Agência Einstein, ensina, hoje, qu incluir a noz-pecã na rotina alimentar pode contribuir para a redução de níveis elevados de colesterol e, consequentemente, a proteção da saúde cardiovascular. Essa é a conclusão de uma revisão de estudos conduzida por pesquisadores dos Estados Unidos, lançada no final de 2025 no periódico Nutrients.
O trabalho analisou 52 artigos publicados entre 2000 e 2025 e concluiu que a oleaginosa está associada à melhora de marcadores lipídicos. “Isso acontece porque a ingestão do alimento diminui as frações ruins do colesterol, o LDL e o VLDL, e os triglicérides”, explica o nutricionista Dennys Esper Corrêa Cintra, coordenador do Centro de Estudos em Lipídios e Nutrigenômica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo. Isso ajuda a evitar a formação de placas de gordura que estão por trás de infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
De acordo com os autores os benefícios das oleaginosas para o coração já são conhecidos, mas essa revisão é relevante porque as pecãs são menos estudadas do que amêndoas e nozes, por exemplo, e têm um perfil nutricional único. Assim como suas "primas", a noz-pecã é rica em gorduras insaturadas, que são boas para a saúde, além de fibras, proteínas vegetais, vitaminas e minerais. Cerca de 73% de sua composição lipídica é formada por ácido oleico, também abundante no azeite e associado a benefícios cardiovasculares.
“O trabalho também aponta grandes ações antioxidante e anti-inflamatória em comparação com outros frutos secos, graças ao fato de o ingrediente ser rico em polifenóis, e relação promissora entre cognição, combatendo o surgimento de doenças como o Alzheimer e o Parkinson, controle da glicemia e saúde intestinal, especialmente por meio de alterações no microbioma do órgão”, destaca a nutricionista Isis Helena Oliveira Cardoso Avelino, do Einstein Hospital Israelita. “Mas ainda são dados iniciais que necessitam de mais estudos.
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