Este artigo é do Obsrvatório Brasíl Soberano
Nada constrange mais o Palácio do Planalto do que um adversário que se recusa a aceitar o papel de acuado. Ao assinar requerimento e liderar o coro por “CPI do Master já”, Flávio Bolsonaro inverteu o tabuleiro e desmontou a armadilha. O que o PT desenhava como um cerco de desgaste contra o pré-candidato da oposição transformou-se no pior pesadelo dos "companheiros": o risco real de uma investi gação ampla, que pode ameaçar o núcleo do poder. O PT e a base governista ensaiaram um discurso de falsa indignação após os vaza mentos do Intercept, mas parece que agora temem que a situação saia do controle. Flávio não escondeu seus contatos com Daniel Vorcaro. Ao contrário, explicou de forma direta o objetivo: buscar patrocínio privado para o filme Dark Horse, a ci nebiografia de Jair Bolsonaro. Não há dinheiro público envolvido, não há os ca prichos ideológicos da Lei Rouanet, nem favorecimento estatal. Quem opera na legalidade, geralmente faz questão de mostrar onde está o joio e o trigo. A reação da esquerda, contudo, obedece ao mesmíssimo manual de conveniência que o país já assistiu na CPMI do INSS. Quando o escândalo bate à porta do Palácio do Planalto, o verniz da moralidade derrete e costuma dar lugar à blindagem. O caso das fraudes bilionárias na Previdência, aliás, é o espelho exato disso. Na CPMI do INSS, a maioria petista trabalhou em regime de plantão para rejeitar as convocações de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, de Frei Chico (irmão do presi dente) e da empresária Roberta Luchsinger — apontada como o elo central com o operador do esquema. Não satisfeitos em blindar os CPFs amigos, a tática de aba famento ganhou contornos ainda mais graves. O delegado Guilherme Figueiredo Silva, chefe da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários da PF, avançou nas investigações para apurar o envolvimento de Lulinha. O inquérito foi realocado e o delegado substituído. No discurso o PT falava em "proteger os aposentados", mas a prática entregou o oposto – barrando convocações, enterrando relatórios e afas tando os investigadores que chegavam perto demais do núcleo do poder. É com esse mesmo apetite seletivo que o governo tenta moldar a narrativa sobre o Banco Master. A máquina de propaganda tenta dirigir o foco em Flávio Bolsona ro, fingindo esquecer que as conexões de Vorcaro cruzaram os corredores mais influentes da República. Escondem as reuniões fora da agenda oficial com o Lula no Planalto, articulada por Guido Mantega, escondem o boom do Master com o consignado dos servidores baianos entregue de bandeja pelos governos petistas. O Brasil não suporta mais o jogo político de dois pesos e duas medidas, onde a lei serve para emparedar adversários e o Estado serve de escudo para proteger os "companheiros". Uma CPI séria não pode aceitar vetos ideológicos ou cortes seletivos. É preciso que brar sigilos, rastrear contratos e convocar a todos, sem distinção de sobrenome ou proximidade com o poder. Flávio Bolsonaro já deu o passo à frente, assinou o pedido e desativou uma das armadilhas. Resta saber se o PT terá a mesma coragem de en carar a verdade ou se continuará sabotando investigações para salvar a própria pele.
A oposição falha na comunicação com os assalariados e a classe media... explicar a elas que a gastança desenfreada e os brutais aumentos ddos impostos impactaram de tal forma os lucros das empresas que o resultado disso tudo foi o arrocho salarial....dos trabalahdor erprivados e da classe media....cada centavo gasto pela esbanja sai do bolso dos trabalhadors humildes.....e isso não esta sendo transmitido aos interressados....
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