O Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, anunciou em 21 de abril de 2026 o fim da obrigatoriedade da vacina anual contra a gripe para os militares americanos, tornando a imunização voluntária. A decisão, que reverte uma política de décadas, baseia-se nos seguintes motivos alegados por Hegseth:
Autonomia Médica e Liberdade Religiosa: Hegseth afirmou que a vacinação obrigatória viola a "autonomia médica" e a liberdade de consciência dos soldados, declarando que "seu corpo, sua fé e suas convicções não são negociáveis".
Rejeição de Mandatos "Exagerados": Ele classificou a obrigatoriedade da vacina contra a gripe como um mandato "absurdo" e "excessivamente amplo" (overly broad), argumentando que tal exigência enfraquece, em vez de fortalecer, a prontidão de combate das tropas.
Restauração da Liberdade: A medida foi descrita como parte de um esforço para "restaurar a liberdade e a força" à Força Conjunta, revertendo o que considerou escolhas injustas impostas aos militares.
Detalhes da Mudança:
A vacina continua disponível para os militares que desejarem tomá-la, mas não será mais forçada.
A nova diretriz se aplica a militares da ativa, reservistas e civis do Departamento de Defesa.
O documento permite que os ramos militares solicitem a manutenção da obrigatoriedade em casos específicos, com um prazo de 15 dias para tais solicitações.
Essa medida alinha-se com o fim do mandato da vacina contra a COVID-19 no exército dos EUA, realizado anteriormente, e reflete uma postura de retirada de obrigatoriedades de vacinas no governo de Donald Trump. Especialistas em saúde pública expressaram preocupação com o impacto dessa decisão na prontidão das tropas, alertando que pode aumentar o número de dias de trabalho perdidos devido a infecções por gripe.
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