Artigo, especial, Marcus Vinicius Gravina - Será que houve Instigação ao Crime ?

O autor é advogado, RS.

Com sangue nos olhos, caminhar nervoso, num vai e vem e gestos incontidos,  o Lula – sem mesmo querer ou querendo – chamou a atenção do comando do crime organizado, PCC e CV, de maneira capaz de induzi-lo a uma missão a cumprir. 


Eliminar os inimigos é o primeiro artigo da suas Cartilhas, sejam do PCC ou do CV.


Muitos lembram o que ele disse a um de seus asseclas, em gravação que vazou: “ tão vendo aí, ele está falando tudo, agora não adianta mais nada. Ninguém foi capaz de fazer com ele o que tinha que ser feito”. Referindo-se a um delator de um “disparo de fogo amigo”, de companheiro de trincheira. 


Estes espasmos rancorosos do Lula nos levaram a relembrar o caso Celso Daniel, morto por companheiros. Poderia citar outros.


Pois o Lula fez o mesmo ontem em rede nacional  de TV.  Hoje, nos jornais.


Teria instigado, de forma subliminar ou às claras para alguns, à falange do crime, PCC e PV a atacar a família Bolsonaro e  colocar na alça de mira o pré-candidato Flávio Bolsonaro.


Acusou, abertamente, sem medir palavras o candidato rival de ter sido o único responsável pela ação de repreensão anunciada, para os próximos dias pelos Estados Unidos, de intervenção contra a bandidagem protegida por quem tem o dever de combatê-la em nosso território.


Estamos falando de um câncer.


Vários motivos podem ter o presidente para o seu gesto desvairado. Um deles é o dinheiro que faltará para sua campanha eleitoral, desta conhecida fonte de recursos para a sua campanha, agravada pelo fechamento dos cofres do Banco Master.


Este cenário apocalíptico foi montado ontem, enquanto o Lula ainda é o presidente da República. Não tem a mínima compostura para o cargo. 


Desafia o nosso povo, porque sabe que ele é covarde.


Resta saber se as Forças Armadas estão dando cobertura a estas provocações insanas, em que o presidente pensa ser o “Davi contra Golias”.


Afinal, não chegou a hora de exigirem moderação ao seu comandante Superior.  No ordenamento jurídico brasileiro ninguém é obrigado a cumprir ordem manifestamente ilegal. As Forças Armadas como maior razão. 


Caxias do Sul, 30.05.2026

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