Nota

 A representação do PSOL e da Rede contra o senador Flávio Bolsonaro é mais uma demonstração de que a esquerda brasileira tenta utilizar o Judiciário como extensão de seu projeto político. É inaceitável que, enquanto o Brasil sofre sob o domínio de facções criminosas, parlamentares se mobilizem para criminalizar o esforço de buscar cooperação internacional contra o terrorismo. O mesmo campo político que hoje clama por ‘soberania’ foi o que, durante anos, viajou o mundo denunciando o próprio país e buscando interferência estrangeira por razões ideológicas. Se o crime que nos acusam é o de buscar apoio de nações amigas para asfixiar as finanças das facções e unir forças para proteger a população do terror e da violência, assumimos essa culpa com convicção. Enquanto a esquerda protege quem mantém relações de intimidade com o crime, nós continuaremos focados em desarticular as organizações que hoje dominam territórios e fazem reféns milhões de brasileiros. A soberania nacional serve para garantir a segurança do cidadão de bem, e não para servir de escudo a quem aterroriza o povo.

Exportações gaúchas aumentaram para os EUA em abril, mas a China é de longe o maior parceiro comercial

A participação dos Estados Unidos nas vendas do Rio Grande do Sul saltou de 3,7% em setembro, logo depois do anúncio de tarifs extras, para 9% em abril. É o maior patamar de exportações para os Estados Unidos desde a queda das sobretaxas impostas a produtos brasileiros, anunciada no final de fevereiro deste ano, tudo de acordo com o Boletim Econômico-Tributário do Comércio Exterior, publicado pelo governo do Estado, por meio da Receita Estadual.

A China segue como principal país de destino das exportações gaúchas, responsável por 21,5% do comércio bilateral com os gaúchos nos últimos 12 meses. O Mercosul vem em terceiro lugar, com 20,1% em abril.

Entre os produtos exportados, destaque para o avanço nas vendas de carnes de suínos (alta de 29%), carnes de frango (13,6%), cereais e grãos (8%) e tabaco (3,1%). No recorte por setor industrial, os maiores crescimentos foram observados nos segmentos de têxteis e vestuário (34,8%), papel (26%) e eletroeletrônicos (13,64%).

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