Pontos de Perdas e Ganhos

 Lula caducou

Nos tratam como Republiqueta, moleques
Flávio não em verognha na cara de trair sua pátria
Sobverania
Nossos bandidos

Juridicamente não tem o que fazer. Reação só diplomática e política,mas fica com ranço de defender bandido.

...

Obscurece Vorcario

46 por 42, PoderData de sexta
Coloca em pauta segurança pública (1a preocupção segundo DataFolha, com 31%,  o dobro da preocupação com corrupção, 18%).
Ficou percepção de que governo americano atendeu pedido de Flávio, 48h depois das reuniões com Trump, Marco Rubio, Christopher Donald Trump: Presidente dos Estados Unidos.JD Vance: Vice-presidente dos Estados Unidos.Marco Rubio: Secretário de Estado americano.Christopher Landau: Vice-secretário de Estado (número dois da diplomacia).Darren Beattie: Assessor e enviado especial do governo Trump para o Brasil.Os principais objetivos da com
- Mas há meses americanos dão sinais. Lula se negou a classificar PCC e CV, mesmo depois de pedido oficial.

...

1) Problema passa a ser militar e não apenas policial.
2) Atinge bancos e sistema financeiro que tenham operaçõescom PCC e CV, tipo Magnitsky
3) Membros das orgs e seu entorno terem ativos bloqueados no exterior, cortes de vistos
4) CIA entra no jogo da troca de informações, hoje só existente com FBI e DEA, que não centrralizam mais.

Maior poder de pressão geopolítica em favor dos interesses americanos
Interferência no processo eleitoral

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Editorial da RBS diz que:

1) Lamentável o caso.
2) Não são entidades terrorists
3) Cria insegturança jurídic

Reconhece que os entes púbblicos perderam a batalha.

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O que o presidente não disse é que seu governo atuou para tirar do PL Antifacção a proposta de designar as facções criminosas como terroristas, por receio de que grupos como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) fossem atingidos pela mudança.



Mas nossos especialistas estão preocupados com a nossa soberania, enquanto ao menos 8% da população vive num estado paralelo dominado por criminosos


 

#SemanaDosTrouxas(49)

Um resumo semanal para provar que o governo tem certeza de que somos trouxas

 

Se o Vorcaro pagou centenas de milhões de reais para escritórios de advocacia, por que ele precisa contratar outros advogados para cuidar da delação premiada?

O roubo dos aposentados do INSS segue o caminho da Lava-jato: vamos fingir que não aconteceu.

Segundo o instituto de pesquisa Atlas Intel “o principal atributo que o eleitor busca é honestidade”. Pelas prévias que temos visto, eles se referem a eleitores de que país?

Janja vai a Roma participar de evento sobre nutrição. Quem tem boquinha vai a Roma.

Ser preso é obrigação de todos os governadores do RJ?

Degustação de uísque, vinhos, charutos e churrascos. Uma coisa temos que reconhecer, nossos corruptos têm bom gosto.

União e Distrito Federal cobre rombo do Master no BRB. União e DF significa nós, os trouxas.

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Entrevista com Osmar Terra

 Diante das trombetas da esquerda contra o enquadramento do PCC e CV como organizações terroristas, o deputado federal Osmar Terra (PL-RS) pergunta: 

-  Eu cito o pré-candidato à presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro: Segundo o PT, PCC e CV agora são empresas e investem no Brasil?

O deputado prossegue:

- Atenção, vocês que são tiranizados pelo crime organizado, vocês que perderam seus filhos para as drogas e para violência das gangues nos assaltos e nos territórios controlados pelos criminosos. Vocês não podem desejar um país melhor, livre, sem corrupção, democrático e regido pelas leis decididas pelo povo, porque estarão prejudicando as empresas e os investidores no Brasil

Terra conclui: 

- Vai, Lula, vai lá , e explica para o Marco Rubio que no Brasil os criminosos controlam território, exportam drogas para o mundo, matam pessoas , mas não são terroristas.

Dica do editor - Leia "Os terroristas de Lula, do site Não é Imprensa

“Fiquei triste com a notícia de que o secretário dos Estados Unidos da América do Norte, um tal de Marco Rubio, disse que nossos criminosos são terroristas”. Quem disse essa atrocidade foi Luis Ignácio Lula da Silva, o nosso presidente.

Mas no meio da sua caduquice dilmarouseauniana, ele lembrou que “essa tal de Comando Vermelho e esse tal de PCC são terroristas para comunidades brasileiras, para sociedade brasileira, para o povo da periferia desse país eles (PCC e CV) são terroristas”. Mas tem sempre um porém. Segundo Lula, na sua “caduquice dilmarouseauniana”, PCC e CV não são terroristas que o Trump quer, porque o Trump quer um Osama Bin Laden”.

O problema é que Lula, desde seu primeiro mandato, ignorou solenemente todos os relatórios do Departamento de Estado dos EUA que apontavam uma conexão entre o crime organizado brasileiro e os grupos terroristas como Hamas e Hezbollah, que atuam em conjunto, na Tríplice Fronteira, em atividades de contrabando de armas, drogas e eletrônicos...


Artigo, especial, Marcus Vinicius Gravina - Será que houve Instigação ao Crime ?

O autor é advogado, RS.

Com sangue nos olhos, caminhar nervoso, num vai e vem e gestos incontidos,  o Lula – sem mesmo querer ou querendo – chamou a atenção do comando do crime organizado, PCC e CV, de maneira capaz de induzi-lo a uma missão a cumprir. 


Eliminar os inimigos é o primeiro artigo da suas Cartilhas, sejam do PCC ou do CV.


Muitos lembram o que ele disse a um de seus asseclas, em gravação que vazou: “ tão vendo aí, ele está falando tudo, agora não adianta mais nada. Ninguém foi capaz de fazer com ele o que tinha que ser feito”. Referindo-se a um delator de um “disparo de fogo amigo”, de companheiro de trincheira. 


Estes espasmos rancorosos do Lula nos levaram a relembrar o caso Celso Daniel, morto por companheiros. Poderia citar outros.


Pois o Lula fez o mesmo ontem em rede nacional  de TV.  Hoje, nos jornais.


Teria instigado, de forma subliminar ou às claras para alguns, à falange do crime, PCC e PV a atacar a família Bolsonaro e  colocar na alça de mira o pré-candidato Flávio Bolsonaro.


Acusou, abertamente, sem medir palavras o candidato rival de ter sido o único responsável pela ação de repreensão anunciada, para os próximos dias pelos Estados Unidos, de intervenção contra a bandidagem protegida por quem tem o dever de combatê-la em nosso território.


Estamos falando de um câncer.


Vários motivos podem ter o presidente para o seu gesto desvairado. Um deles é o dinheiro que faltará para sua campanha eleitoral, desta conhecida fonte de recursos para a sua campanha, agravada pelo fechamento dos cofres do Banco Master.


Este cenário apocalíptico foi montado ontem, enquanto o Lula ainda é o presidente da República. Não tem a mínima compostura para o cargo. 


Desafia o nosso povo, porque sabe que ele é covarde.


Resta saber se as Forças Armadas estão dando cobertura a estas provocações insanas, em que o presidente pensa ser o “Davi contra Golias”.


Afinal, não chegou a hora de exigirem moderação ao seu comandante Superior.  No ordenamento jurídico brasileiro ninguém é obrigado a cumprir ordem manifestamente ilegal. As Forças Armadas como maior razão. 


Caxias do Sul, 30.05.2026

Filhos bumesrangues

 O fenômeno dos filhos que retornam à casa dos pais (ou "filhos bumerangue") tornou-se uma solução comum para lidar com o custo de vida e desafios econômicos. Para garantir a harmonia e o sucesso financeiro de ambas as partes, estabelecer limites claros, prazos e responsabilidades financeiras é fundamental.Abaixo, estão as regras financeiras básicas essenciais para essa nova dinâmica familiar:Prazo definido (Data de validade): Estabeleça um cronograma com início, meio e fim. Isso evita que a acomodação se transforme em dependência crônica.Contribuição proporcional: Se o filho adulto possui renda, ele deve contribuir com as despesas da casa (como água, luz, internet ou supermercado). O valor pode ser estipulado como uma cota ou aluguel simbólico.Plano de metas financeiras: O dinheiro economizado pelo jovem ao não pagar um aluguel de mercado deve ter destino certo. Exija que o montante seja investido no pagamento de dívidas, formação de reserva de emergência ou poupança para moradia própria.Proteção do patrimônio dos pais: O auxílio aos filhos não deve comprometer a aposentadoria ou o padrão de vida dos pais.

Artigo, especial - O abismo que separa dois projetos de Brasil

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano

 Dois brasileiros entraram na Casa Branca com semanas de diferença. O que cada um pediu diz tudo sobre o Brasil que cada um quer construir. Foi para expor exata mente esse abismo que um tweet do senador Flávio Bolsonaro ao Estadão se tor nou muito mais que um questionamento sobre apoio, virou um confronto direto contra a narrativa que minimiza o drama real do crime organizado no Brasil. Flávio foi aos Estados Unidos, entrou na Casa Branca, sentou com Donald Trump e pediu diretamente a classificação do PCC e do Comando Vermelho como orga nizações terroristas transnacionais. Semanas antes, na mesma Casa Branca, Lula entregou argumentos para impedir que isso acontecesse, e em março seu governo recusou formalmente o pedido americano para designar as facções. O contraste é brutal. De um lado, quem quer sanções de verdade, bloqueio de contas e pressão internacional contra facções que controlam territórios, mandam em presídios e transformam a vida de milhões de brasileiros num inferno diário. Do outro, quem prefere manter o problema como "questão interna", falando em soberania, en quanto o povo tranca a porta cedo e perde filhos para o tráfico. Designar as facções como terroristas abre portas que esse papo de "problema in terno" nunca abriu. E o pedido foi atendido: nesta quinta-feira, o Departamento de Estado, pela mão de Marco Rubio, classificou PCC e Comando Vermelho como ter roristas globais, com a designação plena marcada para 5 de junho. Aqui aparece o que muitos analistas já apontam como a raiz da resistência petista. No mesmo dia da designação, a Operação Fluxo Oculto desmontou seis fintechs e estruturas na Faria Lima que funcionavam como bancos paralelos do PCC, movi mentando mais de R$ 26 bilhões. O sistema financeiro foi infiltrado, e a etiqueta de "terrorista" abre caminho para sanções americanas justamente contra quem lavou esse dinheiro. A pergunta que se faz necessária é: esses bancos estão do lado do povo ou do crime? E o governo que reluta em endurecer, governa para os bancos ou para o povo? Lula escolheu o caminho oposto ao de Flávio ao continuar com a abordagem bran da que, depois de anos, só deixou as facções mais ricas e mais armadas e culminou no governo recusando, em seu território, o que Washington fez assim mesmo. E quando a designação saiu, a imprensa fez o que sabe: minimizou. Antes da reu nião, sugeriu que Flávio voltaria de mãos vazias. Confirmado o encontro e anuncia da a medida, o tom virou cobertura morna. A tentativa de diminuir o fato mostrou o jogo: esfriar tudo que fortalece a oposição. Parte da grande mídia ainda chama o avanço das facções de "questão social", critica mais a polícia do que o terror diário do crime e suaviza o que incomoda a narrativa. O brasileiro percebe. Cansado de virar estatística, ele sente a ausência do Estado e não quer mais saber de omissão. Existe diferença clara entre quem pediu pressão internacional contra o narcoterrorismo e quem pediu para não tê-la. Flávio esco lheu a firmeza; Lula, a cautela que nunca entregou resultados e que, agora se enten de melhor, talvez protegesse mais do que negligência. A próxima eleição vai além da economia. O pleito mostrará quem tem coragem de dizer que o Brasil pertence ao Estado de Direito, não às facções. O crime não tira folga - trabalha 7x0. Os Estados Unidos já agiram; o Brasil não tem mais tempo.