É certo que ainda faltam 5 dias para o prazo fatal de desincompatibilizações, mas o cenário de candidatos para a presidência da república parece definido, tudo depois que o PSD, ontem, definiu que seu nome para a disputa é o do govesrnador de Goiás, Ronaldo Caiado. O PSD rifou Eduardo Leite, o jovem gay goernador do RS, que saiu amuado da disputa interna dentro do Partido, mas como mau cabrito, saiu berrando que Caiado não é terceira via e que o PSD mantém o cenário de polarização.
Se alguém comprar Eduardo Leite pelo que ele vale e vende-lo pelo que ele acha que vale, poderá ficar rico.
Aliás, o governador gaúcho poderá virar o cocho mais uma vez, surpreender todo mundo e voltar para o PSDB, via Federação PSDG/Cidadania, saindo candidato. Ele vive renunciando ou ameaçando renunciar.
Bom, e os candidatos são os seguintes
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): Atual presidente, pré-candidato à reeleição.
Ronaldo Caiado (PSD): Governador de Goiás, oficializado como pré-candidato.
Romeu Zema (Novo): Governador de Minas Gerais.
Flávio Bolsonaro (PL): Senador, cogitado como representante do grupo bolsonarista.
Renan Santos (Missão/MBL): Fundador do MBL.
Aldo Rebelo (DC): Ex-ministro.
Samara Martins (UP): Pré-candidata do partido Unidade Popular.
De uma certa forma, esta eleição será uma eleição manchada, ilegítima, tudo por conta do afastamento do principal líder da oposição, mantido em prisão domiciliar pelo atual regime autoritário brasileiro, no caso o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O que se espera é que as eleições possam pelo menos ser limpas. Para isto, há esperança de que desta vez os presidente e vice do TSE, portanto os juízes das eleições, serão Kassio Nunes Marques e André Mendonça, ambos nomeados por Bolsonaro. Mais do que isto – 1) O atual regime autoritário do consórcio STF+Governo Lula está fragilizado, envolvido até os dentes em denúncias graves de corrupção. 2) Desta vez o sistema não terá ao seu lado o governo americano, até pelo contrário, terá pela frente o governo americano republicano de Donald Trump, que já mostrou que não contemporiza com bandidos políticos.
Dito isto, vamos aos fatos.
A eleição será, sim, polarizada, porque é o mal quem governa este País na pele do consórcio STF+Governo do PT, que são a mesma coisa, o que significa que as forças do bem é que terão que desrrotar o mal. O líder das forças do mal é novamente Lula da Silva, enquanto que o líder das forças do bem é novamente um Bolsonaro, desta vez Flávio Bolsonaro. O candidato seria seu pai, mas ele está injusta e ilegalmente preso.
Flávio é o candidato do Brasil.
Como aconteceu com Hector Campora, na Argentina, que dpeois da ditadura militar foi candidato enquanto o verdadeiro líder, Perón, estava no exílio, aqui também o candidato da oposição, Flávio Bolsonaro, será eleito, e como Campora na Argentina, renunciará para que seu pai se eleja, logo depois que ocorrer a desejada anistia geral, ampla e irrestrita, e o enquadramento do STF.
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