Artigo, especial, Marcus Vinicius Gravina - Queda da Bastilha e a Lei da Dosimetria

Marcus Vinicius Gravina é advogado no RS.

Estamos há um mês do marco inicial da Revolução Francesa. 

Uma antiga prisão/fortaleza foi invadida pelo povo, enfurecido, de Paris. 

Ficou conhecida por “Queda da Bastilha”, desde 14 de julho de 1789.

A Bastilha era o símbolo do absolutismo monárquico, que usava o seu exército para subjugar o povo.

As causas não diferem muito da atual conjuntura política e econômica do Brasil: crise econômica, a fome, e os exorbitantes gastos do Governo Lula, seguidos pelos dos Poderes Legislativo e Judicial. 

A formação do Estado Francês daquela época, composta pelo clero, a nobreza e da burguesia, mais os camponeses e trabalhadores urbanos, chegou até nós.

Pois, o Brasil está dividido em três poderes “desarmônicos”, em que cada um está preocupado em fazer o seu “Pé de Meia”. Está enfermo e com doença crônica.  

O fim do Antigo Regime corrupto francês abriu o horizonte para a “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão”. 

Relembro este fato histórico para chamar a atenção da violação do Direito do Homem e do Cidadão, em nosso país, que recriou o modelo da Bastilha francesa na “Papuda”, presidio de Brasília. Lá foram encarcerados presos políticos por um regime absolutista, tirânico. 

Houve mortes na queda da Bastilha. A libertação de muitos dos presos de 8 e 9 de janeiro e 2023 - Dia da Perfídia, em frente a quartel do Exército em Brasília, depende de uma publicação da Lei da Dosimetria, promulgada pelo Senado da República. 

A sociedade brasileira sabe quem deveria ocupar a Papuda em lugar dos manifestantes do 8 de janeiro. 

O retardamento da soltura dos presos que se enquadrarem no benefício da Lei da Dosimetria devem ser tratados com impeachment e indenizações.  Os outros devem aguardar a renovação do Congresso Nacional, para obter a verdadeira ANISTIA.   

Caxias do sul, 12.06.2026


Opinião do editor - Saiba como foi a reunião fora da agenda entre Lula e Vorcaro. "Não venda ao BTG", disse Lula para Vorcaro.

O braço investigativo e armado do governo Lula, no caso a Polícia Federal, vaza seletivamente os trechos da delação feita até agora pelo banqueiro Daniel Vorcaro, comprometendo exclusivamente lideranças da Oposição ou líderes políticos que o lulopetismo tenta se vingar, chantagear e submetê-los à sua vontade. Estão nestes casos os senadores Flávio Bolsonaro, Ciro Nogueira e, agora, Davi Alcolumbre. Mas não só. Periferiamente são comprometidos peças peças pouco importantes do regime autoritário, mas jamnais gente como o próprio presidente nomeado Lula da Silva, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli ou Gilmar Mendes. Estes surgiram como protagonistas enquanto o inquérito do Banco Master esteve sob o comando do delegado federal ,...., afastado do caso pelo gaoverno Lula.

O caso mais embglemático do comprometimento do governo Lula e diretamente pelo próprio presidente nomeado, foi a reunião fora da agenda que Lula manrteve com o banqueiro Daniel Vorcaro em 4 de dezembro de 2024, no Palácio do Planalto. 

A reunião foi articulada pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que atuava como consultor do Banco Master.

Quem estava presente: 

Além do presidente Lula, de Daniel Vorcaro e de Guido Mantega, também participaram do encontro:Gabriel Galípolo: então indicado à presidência do Banco Central do Brasil;Augusto Lima: CEO do Banco Master;Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola): chefe de gabinete da presidência.

Estavam, presentes, também, os ministros Rui Costa (CasaCivil) e Alexandre Silveira (Minas e Energia).

Do que trataram:Situação do Banco Master: 

O banqueiro relatou suposta perseguição do mercado e apresentou dados sobre a relevância e a saúde operacional da instituição.Vorcaro mencionou ao presidente que havia recebido uma oferta do BTG Pactual por um valor simbólico e pediu um conselho, ao que Lula teria o orientado a não vender a instituição. O presidente afirmou que os pleitos do Banco Master eram de caráter técnico e regulatório, e que deveriam ser tratados diretamente com o Banco Central do Brasil, com autonomia e sem interferência política.