sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Relatório sobre o ambiente politicamente aparelhado do Colégio João XXIII

O Colégio João XXIII, ontem,  demonstrou o antro socialista que é e sempre foi. Promoveu nesta quinta, 13, às 18h30h, em uma de suas salas o que deveria ter sido um “bate-papo” sobre os projetos de lei “Escola sem partido” e “Escola sem Mordaça”. O evento foi comandado pela presidente da Fundação, a advogada, Laura Eifler Silva, e a mediação ficou a cargo do professor de história do Colégio, Rogério Carriconde. Para o contraponto, lá estavam o vereador reeleito Valter Nagelstein, proponente do PLL 124/2016 - Escola sem partido, e o advogado José Antonio Rosa. Para representar o “Escola sem Mordaça”, foi convidada a professora e doutora em matemática da UFRGS, Elisabete Búrigo, da “Frente Gaúcha Escola sem Mordaça”. A mesa contou, também, com a presença do pai e doutor em História pela UFRGS, Fernando Nicolazzi.

RELATO DE PESSOA PRESENTE 1

Eu estava lá no João XXIII e fiquei impressionado com o nível de agressividade dos alunos e do próprio diretor da Escola, quando tentou quebrar o telefone do rapaz que estava com um megafone na rua. Ele começou a gritar que iria quebrar o telefone do rapaz, uma barbaridade. O resto foi um circo dos horrores. O evento, com um mediador e professores de esquerda, manipuladores, que já fizeram a cabeça dos alunos, aqueles alunos que estavam adestrados para estar lá para fazer bagunça. Se é assim que estão as escolas particulares, neste nível, eu demitiria todos os professores.  Não é possível, assim. Um pai de aluno saiu de lá indignado e foi ameaçado na porta quando ele ele estava do lado de fora e aplaudiu um dos palestrantes favoráveis à escola sem partido. Estava tudo muito cheio e o que se armou foi uma arapuca. Quem conhece pai de aluno tem que divulgar isso. Eu acho que muitos pais não vão renovar matrícula dos alunos lá. Tenho certeza que muitos pais não sabem o que acontece nas salas de aula deste antro socialista e esquerdista que está virado o colégio João XXIII. Só o que vi foi grosseria, manipulação e esquerdisto, tudo ministrado direto na “veia” de crianças e adolescentes. Fora João XXIII!

RELATO DE PESSOA PRESENTE 2


Quando vi que o professor que entrou, que deveria ser o mediador do debate, tinha cabelo comprido, rabo de cavalo, uma barba enorme e foi aplaudido de pé por todos os alunos, eu percebi que ele era tipo “pop star” da escola. Um sujeito completamente defensor de Fidel Castro e Che Guevara et caterva. Cheguei a pensar se lá no João XXIII há alguém que não pense igual aquele professor. Os poucos que até então nada sabiam, devem tirar seus filhos de lá imediatamente. Aquilo é uma  incubadora das serpentes do socialismo e do petismo, um verdadeiro ninho, uma armadilha para os pais e aqueles que imaginavam tratar-se de uma escola moderna e plural. Puro engodo socialista. Mas foi bom a gente ter visto de perto o nível de manipulação e de doutrinação. Mestres e pais seguindo à risca a cartilha, a um passo de começar a pregar conceitos que a gente vê sendo desmascarados todos os dias na TV. O que vi foi uma loucura, uma insanidade de uma coletividade fora de sua época e que achou, sabe-se lá como ou por que, que lá estariam apenas os sequazes e os lobotomizados. Enganaram-se. La estava uma seita de adultos e adolescentes aos berros dentro da sala e pessoas como nós sendo ameaçadas e impedidas de filmar e de fazer perguntas. Isto infelizmente existe. Chama-se colégio João XXIII.

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